25 de mar de 2013

25 curiosidades sobre as luas do Sistema Solar( parte1)

Conheça detalhes dos satélites quer orbitam os planetas vizinhos
Ganímedes é o maior satélite de Júpiter e o também o maior do Sistema Solar. Essa lua é tão gigantesca que chega a ter diâmetro maior do que Mercúrio. Foi descoberta por Galileu Galilei em 1610. É composta de gelo, água e silicatos de rocha. Foto: NASA
 
Esta é Titã, a maior lua de Saturno. Tem uma atmosfera mais densa do que a da Terra e é o único objeto do Sistema Solar com evidência clara de líquidos em sua superfície. Foi descoberta em 1655 pelo astrônomo holandês Christiaan Huygens. Foto: NASA
 
Nesta foto, é possível ver um furacão no polo sul de Titã. O fenômeno natural ocorre pela alta concentração de neblina em uma área de altitude elevada.Foto: NASA
 
Caronte é a maior lua de Plutão; e tem quase a metade do tamanho do planeta anão. Foi descoberta em 1978, pelo Observatório Naval dos Estados Unidos. Acredita-se que sua superfície seja composta de gelo. No entanto, as informações só poderão ser apuradas a partir de 2015, quando a sonda New Horizons se aproximar desta região do Sistema Solar.Foto: NASA
 

Europa é uma das quatro grandes luas de Júpiter. Foi descoberta por Galileu Galilei em 1610. Tem quase o tamanho da nossa Lua e possui uma superfície única, cheia de linhas coloridas e brilhantes. Cientistas suspeitam que se trate de um grande oceano congelado. Por ser potencialmente habitável, Europa tornou-se uma inspiração para autores de ficção científica.Foto: NASA


Io também orbita Júpiter. É um pouco maior que a Lua terrestre. Trata-se do corpo com maior atividade vulcânica do Sistema Solar. Seus vulcões atingem temperaturas próximas a 1700 graus Celsius. Foi descoberta em 1610 por Galileu Galilei.Foto: NASA

Esta é Tupan Patera, uma das depressões vulcânicas de Io.Foto: NASA

Calisto também orbita Júpiter. Trata-se da terceira maior lua do Sistema Solar, com praticamente o mesmo tamanho de Mercúrio. Foi descoberta por Galileu Galilei em 1610. Sua superfície é repleta de crateras originadas pelo impacto de meteoritos. De acordo com estudos da Nasa, em uma futura exploração do sistema de Júpiter, essa lua seria o local ideal para montar uma base terráquea.Foto: NASA
 
Nesta foto é possível ver detalhes de Calisto. A lua é tão cheia de crateras, que novos impactos de meteoritos criariam depressões sobre as já existentes.Foto: NASA
 
Este pequeno ponto à direita da imagem é a 'lua' Dactyl, um pequeno satélite natural que orbita o asteroide 243 Ida - localizado no Cinturão de Asteroides, entre as órbitas de Marte e Júpiter. Foi descoberto em 1994 pela cientista Ann Harch. Foto: NASA
 
Fobos é a maior lua de Marte. Ela fica tão próxima do planeta que orbita mais rápido do que a rotação marciana. Por causa disso, a lua nasce e se põe três vezes por dia. Outra curiosidade é que Fobos não pode ser vista do extremo norte nem do extremo sul de Marte porque sua órbita é alinhada à Linha do Equador. Foto: NASA
 
Nesta imagem, é possível ver a sombra de Fobos na superfície de Marte.Foto: NASA
 
Esta é Deimos, a segunda lua de Marte e a menor lua reconhecida do Sistema Solar. Por ter um formato irregular, cientistas acreditam que se trate de um asteroide capturado pela força gravitacional marciana. Apesar de pequeno, quando visto de Marte, apresenta um brilho forte, parecido com o brilho de Vênus - visto por um observador d a Terra. Foto: NASA
 Fonte: Super Interessante

Uma Visão Diferente da Nebulosa da Tromba de Elefante

A Nebulosa da Tromba do Elefante, formalmente conhecida como IC 1396A, é uma nuvem de gás e poeira que está localizada a 2400 anos-luz da Terra na constelação de Cepheus. Essa nebulosa já apareceu várias vezes aqui no blog, mas sempre que nos deparamos com uma imagem nova e diferente dessa bela nebulosa, nos vemos no dever de compartilhar com os amantes da astronomia. A Tromba do Elefante é parte de uma região maior de gás ionizado iluminado por uma massiva estrela próxima do tipo-O (localizada fora do frame acima, à esquerda). A radiação e o vento proveniente dessa estrela quente comprimem e ionizam as bordas da nuvem, resultando em brilhantes frentes de ionização vistas na imagem acima. Estrelas jovens em estágios muito diferentes de formação têm sido encontradas tanto dentro como fora da Tromba de Elefante. Protoestrelas muito jovens, ainda adquirindo material da nebulosa ao redor, estão localizadas dentro da nuvem, enquanto que estrelas, totalmente formadas são encontradas em frente da borda de ionização. Isso sugere que a formação de estrela tem sido processada de forma sequencial através da nuvem como um resultado do efeito de gatilho da estrela quente. Aproximadamente 5% da massa do gás e da poeira na nuvem já se transformaram em protoestrelas, e o processo continua até hoje. A Tromba do Elefante é um alvo popular para os astrofotógrafo amadores. Se você tivesse uma câmera, um telescópio na mão e soubesse localizar essa nebulosa, certamente você faria uma imagem dela. A imagem acima é composta de dados do INT Photometric H-Alpha Survey (IPHAS), incluindo H-alpha de banda estreita (vermelho) e Sloan r’ de banda larga (verde) e Sloan i’ (azul). O crédito da imagem acima é de Nick Wright (Universidade de Hertfordshire, SAO), Geert Barentsen (Universidade de Hertfordshire, Armagh Observatory).
Fonte: Cienctechttp://blog.cienctec.com.br/

A ascenção do quasares no Universo

© NASA/ESA/G.Bacon (ilustração de um quasar distante)
  
O professor Michael Shull e o pesquisador David Syphers usaram o telescópio espacial Hubble para observar um quasar - o núcleo brilhante de uma galáxia ativa que age como um "farol" - para entender melhor as condições do Universo primordial. Os cientistas estudaram o material gasoso entre o telescópio e o quasar HS1700 6416 com um espectrógrafo ultravioleta acoplado no Hubble, projetado por uma equipe do Centro de Astrofísica e Astronomia Espacial em Boulder. Durante um tempo conhecido como a "era de reionização do hélio" cerca de 11 bilhões de anos atrás, explosões de radiação ionizante de buracos negros nos núcleos de quasares retiravam elétrons de átomos primitivos de hélio. Isto ocorreu pouco depois do Big Bang. 

Os resultados do novo estudo indicam que a era de reionização do hélio no Universo parece ter ocorrido mais tarde do que se pensava, disse Shull. O Cosmic Origins Spectrograph (COS) utilizado para as observações de quasares a bordo do Hubble foi projetado para investigar a evolução de galáxias, estrelas e matéria intergaláctica. O COS foi instalado no Hubble por astronautas durante sua última missão de manutenção em 2009. O Universo começou com o Big Bang que gerou um plasma que se expandiu e então se tornou um gás neutro frio em cerca de 380.000 anos, perfazendo a "idade das trevas" quando não havia luz de estrelas ou galáxias. Esta época foi seguida por um período de reionização do hidrogênio, formando as primeiras galáxias a cerca de 13,5 bilhões de anos atrás.

 A era das primeiras galáxias foi seguida pela ascensão de quasares cerca de 2 bilhões anos depois, o que levou à era da reionização hélio. A radiação dos enormes quasares aquece o gás em torno de 11.000 a 22.000 graus Celsius em reinos intergalácticos do início do Universo. Se o gás hélio é aquecido durante a época da formação da galáxia, torna-se mais difícil para as protogaláxias manterem a massa do seu gás; é como se fosse um aquecimento global intergaláctico.
   
A equipe está usando COS para investigar o "registro fóssil" dos gases no Universo, incluindo uma estrutura conhecida como a "teia cósmica" que acredita-se ser feita de longos filamentos estreitos de galáxias e pelo gás intergaláctico separados por vazios enormes. Os cientistas teorizam que um filamento único da rede cósmica pode se estender por centenas de milhões de anos-luz, um número expressivo, considerando que um único ano-luz é cerca de 9,5 trilhões de quilômetros. 

O COS separa a luz em comprimentos de ondas característicos, semelhante à maneira como a luz solar é refratada em gotas de chuva formando as cores do arco-íris, e revela informações sobre a composição de temperatura, densidade, distância, velocidade e a composição química de galáxias, estrelas e nuvens de gás. O primeiro quasar, abreviação de "fonte de rádio quase-estelar", foi descoberto há 50 anos pelo astrônomo Maarten Schmidt da Caltech. O quasar que ele observou, denominado 3C-273, está localizado a cerca de 2 bilhões de anos da Terra e é 40 vezes mais luminoso do que uma galáxia inteira de 100 bilhões de estrelas. O quasar está se afastando da Terra a 15% da velocidade da luz, com ventos soprando a milhões de quilômetros por hora.
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