29 de abr de 2013

A história do Universo


Uma breve história do universo.
A espécie humana existe há apenas uma fração minúscula da história do universo. ( Se este quadro estivesse em escala e a existência dos seres humanos se estendesse por sete centímetros, toda a história do universo teria mais de um quilômetro.)

Abaixo, uma breve teoria do big-bang:
1:o cosmos vai através de super-rápida "inflação" a partir de do tamanho de um átomo para uma laranja, se expandindo, em uma minúscula fração de segudo.
2: Na pós inflação, o universo é uma fervilhante e quente sopa de eletrons, quarks e outras partículas.
3:Um rápido resfriamento do cosmos permite aos quarks se amontoarem em prótons e neutrôns.
4: Ainda muito quente, se formam os átomos. Elétrons carregados e prótons previnem a luz de brilhar: O universo é um super nevoeiro quente.
5: Elétrons se combinam com prótons e neutrons para formar átomos, principalmente e hidrogênio e hélio. A luz finalmente pode brilhar.
6: A gravidade faz gases de hidrogênio e hélio se amalgamarem para formar nuvens gigantes que se tornarão galáxias.Grupos menores de gases formam as primeiras estrelas.
7: Como as galáxias se aglomeram junto graças a gravidade, as primeiras estrelas morrem e espalham pesados elementos no espaço: estes eventualmente se tornam novas estrelas e planetas.
Fonte: http://cinciaeinvestigacao.blogspot.com

Estrela anã branca gira a cada 13,2 segundos e está condenada à ‘morte’

A estrela anã branca denominada RX J0648.0-4418 está destinada a girar até a ‘morte’.
De acordo com os cientistas que rastreiam as atividades dessa estrela, o corpo celeste leva apenas 13,2 segundos para girar uma única vez em torno de seu eixo. Essa é considerada a rotação mais rápida já observada em uma estrela desse tipo. Todas as estrelas com até 10 Msol (esta é uma unidade de medida de massa do Sol usada na Astronomia, que também pode representar a massa de galáxias e corpos de grandes dimensões), irão terminar como anãs brancas. Isso acontece, porque todo o hidrogênio que essas estrelas possuem é queimado em hélio. Porém, antes de se tornarem anãs brancas, elas passam por vários estágios incluindo a fase de gigante vermelha e nebulosa planetária.
 
Uma típica anã branca tem aproximadamente 0,6 massas solares, e geralmente possui tamanho maior que a Terra. A velocidade em que essa anã branca gira é tão surpreendentemente rápida, que se a Terra conseguisse de alguma forma girar na mesma velocidade, as pessoas e animais seriam instantaneamente arremessados no espaço, bem como os oceanos, as montanhas e a crosta. Isso aconteceria porque com tamanha velocidade, a Terra não conseguiria manter a sua gravidade. Já na estrela, devido a sua alta densidade, a gravidade acaba permanecendo coesa. O que os cientistas querem descobrir agora, é porque essa anã branca gira tão rápido.
 
A hipótese até agora mais aceita, é de que a gigante vermelha HD 49798 que está próxima a anã branca, poderia estar influenciando na sua rotação. Além disso, a HD 49798 já se encontra no final de sua vida, o que significa que em breve ela irá expelir suas camadas externas, e a anã branca, por estar muito próxima, acabará capturando essa matéria, ultrapassando o limite de massa que ela mesma suporta, isto é, a anã branca logo chegará ao fim.Embora seja esse o motivo previsto para a morte da estrela, os cientistas não conseguem determinar ainda qual é a sua composição, o que ajudaria a entender exatamente como a anã branca irá morrer. O que se pode fazer, até então, é especular, e segundo os cientistas, se a anã branca for composta de oxigênio e carbono, haveria uma reação explosiva termonuclear, gerando assim, uma supernova.
 
Essa explosão poderá ser vista a olho nu, devido a sua proximidade, mas não se sabe quando exatamente isso vai acontecer. Quando a estrela se torna uma supernova, ela se transforma em um corpo muito brilhante, que após algumas semanas ou meses declinam até se tornarem invisíveis, desaparecendo completamente. Entretanto, se essa estrela anã branca for composta de neônio e oxigênio, ela entrará em colapso, e a sua explosão, de acordo com cientistas, não será tão fascinante quanto à primeira hipótese, caso seja composta por oxigênio e carbono.
Fonte: Jornal Ciência

A matéria escura expande o universo


Para sabermos se é verdade ou não o título do texto, é necessário que seja explicado o que é matéria escura do universo. No estudo dos cosmos ela é uma matéria que praticamente só interage gravitacionalmente. Ela é notada justamente pelos efeitos gravitacionais que interage com as estrelas. Toda matéria dentro de uma galáxia está em órbita em torno de uma matéria que exerce atração gravitacional. A velocidade das esterlas dentro das galáxias é muito maior do que a que deveria ser exercida pela matéria luminosa que existe nelas. Isso mostra aos cientistas que existe outra matéria que não pode ser observada. Por isso o nome de matéria escura ou matéria negra. Para se ter uma idéia, na Via Láctea a matéria escura é 10 vezes maior do que a matéria formada pelos gases e estrelas da galáxia.

O responsável pela descoberta da
matéria escura foi o cientista suíço Fritz Swick. Os cientistas ainda não sabem exatamente que tipo de material forma a matéria escura. Parte dessa matéria pode ser formada por estrelas compactas e por buracos negros. Porém, esses materias estão presentes em somente 2% da Via Láctea, o que faz perceber que é um material quase insgnificante no conteúdo da matéria escura. É possível perceber que o restante do componente da matéria interage muito pouco com a matéria normal e com a luz. O crescimento do universo é dependente da somatória de sua quantidade de matéria luminosa e escura. Se a quantidade de matéria presente no universo for insuficiente para a gravidade dominar a expansão, o universo vai seguir em crescimento constante. Isso depende da matéria escura. Logo, chegamos à definição título. A expansão do universo depende da interação entre as matérias escura e luminosa gravitacionalmente. Ou seja, depende da matéria escura.
Fonte: Curiosidades

A temperatura do núcleo da Terra

Novas medições sugerem que o centro da Terra é muito mais quente do que se pensava anteriormente e que teria uma temperatura de 6.000ºC, semelhante à da superfície do Sol. O núcleo sólido de ferro é cristalino e está rodeado pelo núcleo externo, líquido e em movimento. Mas a temperatura na qual esse cristal pode ser formado vinha sendo objeto de um longo debate. Um novo experimento usou raios X para analisar pequenas amostras de ferro sob uma extraordinária pressão com o objetivo de examinar como esse material cristalino se forma e se funde. A análise das ondas sísmicas geradas após os terremotos em todo o mundo pode proporcionar muita informação sobre a grossura e a densidade das camadas da Terra, mas não podem indicar sua temperatura. Isso deve ser calculado em um laboratório ou a partir de modelos informatizados que simulam o interior da Terra.
 
As medições feitas no início dos anos 1990 das "curvas de fundição", a partir das quais a temperatura do núcleo terrestre pode ser deduzida, sugeriam uma temperatura de cerca de 5.000ºC. "Esse era só o início desse tipo de medição, então eles fizeram uma primeira estimativa para determinar a temperatura dentro da Terra. Outros pesquisadores fizeram outras medições e cálculos por computador e não se chegou a nenhum acordo. Não é bom para nosso campo de trabalho não conseguirmos concordar uns com os outros", afirmou Agnes Dewaele, da agência de pesquisas francesa CEA, coautora do novo estudo..
 
Determinar a temperatura do núcleo terrestre é crucial para uma série de disciplinas que estudam regiões do interior do planeta que nunca serão acessadas diretamente, guiando nosso entendimento sobre questões como terremotos ou o campo magnético da Terra. "Temos que dar respostas aos geofísicos, aos sismólogos, aos pesquisadores de geodinâmica. Eles precisam de certos dados para alimentar os modelos informatizados", explica Dewaele. Sua equipe de pesquisadores acaba de reconsiderar esses mais de 20 anos de medições utilizando as instalações do European Synchrotron Radiation Facility (ESRF), na França, laboratório mantido em conjunto por 19 países e que possui uma das mais intensas fontes de raios X do mundo.
 
Para replicar a enorme pressão no limite do núcleo terrestre, mais de um milhão de vezes a pressão ao nível do mar, eles usaram um dispositivo que mantém uma minúscula amostra de ferro entre duas pontas de diamantes sintéticos. Após submeter as amostras a altas pressões e altas temperaturas usando um laser, os cientistas usaram feixes de raios X para promover uma difração, ou seja, para rebater todos os raios X sobre o núcleo dos átomos de ferro e ver como mudava o padrão à medida em que o ferro mudava de sólido para líquido. Esses padrões de difração oferecem informações sobre os estados do ferro parcialmente fundido, que é o que os primeiros pesquisadores mediram nas experiências originais.
 
 Eles sugerem agora uma temperatura de cerca de 6.000ºC, com uma margem de erro de 500ºC para mais ou para menos, aproximadamente a mesma temperatura estimada para a superfície do Sol.  Mas o mais importante, segundo observa Dewaele, é que "agora todo mundo concorda" com as estimativas. Os resultados foram publicados na revista especializada Science.

Via Láctea e a árvore de pedra

Crédito de imagem e direitos autorais: Daniel López (El Cielo de Canarias)

Que formação é essa perto da Via Láctea? Essa é uma formação rochosa natural incomum conhecida como Roque Cinchado, ou Pedra Árvore que é encontrada em Tenerife, parte das Ilhas Canárias Espanholas. Um famoso ícone, Roque Cinchado é provavelmente um denso plugue de magma vulcânico resfriado que permaneceu nessa mesma posição depois que a rocha ao redor, mais suave, e friável foi erodida. Além dessa bela formação rochosa (pelo menos os geólogos pensam assim…) está a magnífica banda central da Via Láctea, que pode ser vista na imagem acima se arqueando na parte direita da imagem, resultado de uma soma de sete imagens panorâmicas, formando esse belo mosaico, imagens essas obtidas no verão de 2010. Mais a direita na imagem está o Vulcão Teide, e completa a cena uma bela nuvem do tipo lenticular flutuando perto do pico do vulcão.
Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/astropix.html
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...