4 de out de 2013

5 formas malucas mas hipoteticamente possíveis de destruir a Terra

Confira algumas ideias mirabolantes para pulverizar o nosso planeta.
Apesar de não faltarem por aí teorias da conspiração e histórias apocalípticas, a verdade é que, na prática, caso algum maluco algum dia decidisse destruir o nosso planeta, essa não seria uma missão nada fácil. Afinal, estamos falando de uma esfera de ferro de 4,5 bilhões de anos e aproximadamente 624 (!) quilos que já suportou mais impactos e catástrofes do que você possa imaginar. No entanto, apesar das dificuldades, o pessoal do site LiveScience publicou uma interessante lista — especialmente para os aspirantes a “destruidores do mundo” — sobre alguns métodos para pulvertizar o planeta, e você pode conferir cinco deles a seguir:
 
1 – Com um buraco negro 
Material necessário: um buraco negro e foguetes com motores superpoderosos.

Embora seja um plano extremamente difícil de por em prática — e definitivamente impossível com a tecnologia atual —, na teoria, ele poderia ser aplicado. Assim, o primeiro a fazer é localizar um buraco negro (o mais próximo da Terra está a 1.600 anos-luz de distância) e proporcionar um encontro entre o nosso planeta e essa estrutura, “rebocando” os dois com os foguetes superpoderosos. Esta seria a parte mais demorada do plano, e o ideal seria que tanto a Terra como o buraco negro se deslocassem juntos até o encontro fatal. Como resultado, o nosso planeta seria engolido e passaria a fazer parte da massa do buraco negro.
 
2 – Com um empurrão 
Material necessário: equipamentos capazes de empurrar a Terra.

Este plano consiste em empurrar a Terra em direção ao Sol, para que ela seja torrada, se transforme em um pequeno glóbulo de ferro e termine engolida pela estrela. Assim como o método anterior, os equipamentos necessários para dar esse empurrãozinho ainda não existem, mas nada impede que o acaso — ou a ira divina — faça com que um enorme objeto surja inesperadamente e colida com o nosso planeta, despachando-o na direção certa.
 
3 – Com “strangelets” 
Material necessário: um strangelet estável.

Hipoteticamente, os stranglets surgem a partir da fusão de elétrons e prótons presentes no núcleo de uma estrela de nêutrons, que entram em colapso devido à alta pressão e formam uma espécie de bolha de quarks, chamada “matéria estranha”. Portanto, segundo a teoria, essas partículas seriam pequenos fragmentos de matéria estranha resultantes da combinação de quarks up, down — que compõem os prótons e nêutrons — e strange em números iguais. Assim, primeiro seria necessário invadir um colisor relativístico de íons pesados — existe um em Nova York —, e depois criar e manter um strangelet estável por tempo suficiente para que essa partícula engula toda a Terra, reduzindo-a a uma gigantesca bolha de matéria estranha.
 
4 – Com uma bomba de antimatéria
Material necessário: 2,5 trilhões de toneladas de antimatéria.

A antimatéria — que pode ser produzida em ínfimas quantidades nos grandes aceleradores de partículas — é a substância mais explosiva possível. Mas conseguir a quantidade necessária para explodir o planeta em bilhões de pedacinhos pode ser um problema. Considerando que a energia gravitacional que mantém a Terra coesa é equivalente a 22430 Joules, ou seja, igual a toda a energia que o Sol produz em quase uma semana — de acordo com a equação E=(3/5)GM^2/R —, seriam necessários, como mínimo, 2,5 trilhões de toneladas de antimatéria para liberar a energia necessária para aniquilar o planeta. Se este método de destruição pudesse ser posto em prática, o resultado provavelmente seria a formação de um novo cinturão de asteroides ao redor do Sol, composto por bilhões de fragmentos provenientes da explosão.
 
5- Desaparecimento espontânio 
Material necessário: muita paciência e sorte.

Este plano consiste em esperar que todos os átomos que compõem o planeta Terra simplesmente — e completamente ao acaso — deixassem de existir simultaneamente. Obviamente, a probabilidade de que isso aconteça de maneira espontânea é de uma em... bem, nem vale a pena calcular, na verdade. A não ser que, algum dia, alguém invente uma engenhoca capaz de fazer isso!
Fonte: Mega Curioso
(LiveScience)

Cientistas debatem viagem a buraco negro

Entender a física dos buracos negros exige combinar relatividade e mecânica quântica
 
Uma discussão que tem tomado de assalto o mundo da física recentemente é: o que acontece quando você cai num buraco negro? A resposta ninguém sabe, mas uma nova teoria pode iluminar a velha questão. Segundo Joe Polchinski, do Instituto Kavli para Física Teórica, em Santa Barbara, na Califórnia, o que aconteceria é que você daria, basicamente, com a cara num muro. Ou, em termos um pouco mais científicos, você encontraria um beco sem saída no espaço-tempo. Complicado? Você ainda não viu nada. Mas para prosseguirmos nessa jornada, precisamos recapitular alguns passos dessa discussão de quase cem anos.
 
O QUE É UM BURACO NEGRO?

O Sol tem 1,4 milhão de quilômetros de diâmetro. Agora, imagine a possibilidade de compactar toda a massa contida em nossa estrela-mãe numa esfera com diâmetro inferior a 6 km. Isso mesmo, míseros 6.000 metros. Bem, se você fizer isso, a gravidade em sua superfície se torna tão absurdamente intensa que nem mesmo raios de luz, viajando a 300 mil km/s, podem escapar dele. E se nem a luz consegue escapar, tudo que se veria, de fora, é uma bolota completamente negra. Daí o nome a que se dá a esses objetos. Pois bem. Não há meio de compactar o Sol tão radicalmente. Quando Karl Schwarzchild fez essa conta pela primeira vez, em 1916, e mostrou a Albert Einstein — o criador da então novíssima teoria da relatividade geral, que nada mais é que uma teoria da gravitação –, seu colega famoso achou muito bacana, mas acreditou que tudo não passasse de um exercício matemático.
 
Afinal, como seria possível existir um objeto assim no Universo real? Acontece que os avanços na astrofísica mostraram que é exatamente isso que acontece quando uma estrela de alta massa explode. Se após a detonação — conhecida como supernova — sobrar um núcleo pelo menos 3 vezes mais massivo que o Sol, nenhum processo físico será capaz de impedir sua completa implosão. E aí se forma um buraco negro.
 
Uma coisa interessante sobre esses objetos é que a linha imaginária que delimita o ponto de não-retorno — o horizonte de eventos — não tem nada de particularmente especial. Seguindo a relatividade, essa região seria percebida por qualquer viajante que a adentrasse como espaço vazio convencional e assim continuaria até que ele chegasse ao centro do buraco — a singularidade — onde ele certamente seria esmagado como toda matéria ali localizada. Claro, ao cruzar o horizonte de eventos ele já não poderia voltar dessa viagem, mas de resto, sem drama.

O PARADOXO

Na década de 1970, o físico britânico Stephen Hawking adicionaria caroços nesse angu. Ao combinar certos efeitos quânticos à teoria da relatividade (que explica a gravitação), ele foi capaz de determinar que buracos negros não são completamente negros. Eles emitiriam uma suave radiação, que faria com que, ao longo de zilhões de anos, eles acabassem por evaporar completamente. Até aí, sem problemas. O terror foi que Hawking também sugeriu que, quando qualquer coisa caía num buraco negro, a “informação” contida nela se perdia para sempre.
 
 Era como uma goteira pela qual estaria vazando o conteúdo do nosso Universo. Mesmo que toda a energia voltasse para cá em forma de radiação, a informação antes contida nas partículas que caíram no buraco estava perdida para sempre. Pode parecer pouco, mas trata-se de um dos pilares da física: a informação no Universo deve sempre permanecer constante. Por isso, o problema apresentado por Hawking ficou conhecido como “paradoxo da informação”.
 
A SOLUÇÃO (E O NOVO PROBLEMA)

Durante décadas os físicos se debateram com isso. Agora, Joe Polchinski e seus colegas voltaram a chacoalhar a física de buracos negros ao apresentar uma teoria que explica como se pode “extrair” a informação do buraco negro. A resposta, contudo, traz um novo problema, que acabou chamado de “paradoxo do firewall”. O problema todo é que, para a informação poder ser recuperada de dentro do buraco, é impossível que alguma coisa realmente atravesse o horizonte de eventos. É como se uma barreira altamente energética impedisse essa travessia. Ou, de acordo com Polchinski, é como se o espaço-tempo acabasse ali mesmo, naquele muro. Certo, como ninguém anda planejando fazer uma viagem a um buraco negro, saber se o sujeito é esmagado dentro dele ou bate com a cara no muro logo na entrada parece inconsequente. Mas não é. Porque esse resultado contraria a teoria da relatividade geral, ou seja, coloca o reinado de Einstein sob ameaça.
 
Alguns pesquisadores estão se debatendo para ver se é possível preservar o espaço-tempo como descrito pela relatividade e ainda assim trabalhar com a solução que resolve o paradoxo da informação. Uma possível solução está sendo desenvolvida por Juan Maldacena, do Instituto para Estudo Avançado, em Princeton, e Leonard Susskind, da Universidade Stanford, na Califórnia. E eles estão trazendo mais Einstein à baila, com os (não tão) famosos buracos de minhoca.
 
Conhecidos tecnicamente como pontes de Einstein-Rosen, eles foram concebidos pelo físico alemão e seu colega americano em 1935, como uma possível conexão rápida entre dois pontos distantes do espaço-tempo. Na ficção científica, eles foram bastante usados como forma de promover viagem instantânea entre regiões afastadas do espaço (como na franquia “Stargate” ou na série “Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine”).
 
Na realidade da fronteira do buraco negro, eles fariam algo bem menos interessante. De algum modo, eles ligariam o conteúdo interno do buraco à região externa, permitindo assim que as coisas caíssem no interior sem grandes sustos, como sugere a relatividade geral, mas ao mesmo tempo deixassem sua informação guardada no “firewall” na borda do buraco.
 
A ideia ainda não evoluiu o suficiente para que convença os cientistas. Aliás, cabe lembrar que tudo isso no momento é uma grande especulação. Compreender os buracos negros exige a combinação da relatividade geral com a mecânica quântica, mas essas duas teorias aparentemente se recusam a ser misturadas no mesmo conjunto de cálculos. Há algo fundamental que está faltando, e é justamente por isso que os físicos se animam tanto com essas jornadas hipotéticas pelos buracos negros: eles esperam que, ao sondar o insondável em seus cálculos arrojados, eles encontrem as peças faltantes do quebra-cabeça, para afinal construir um arcabouço teórico capaz de responder por tudo que existe, desde as menores partículas até os maiores objetos do Universo.

Herschel ajuda a encontrar sinais elusivos do inicio do universo

Esta impressão de artista mostra como os fotões na Radiação Cósmica de Fundo são deflectidos por lentes gravitacionais à medida que viajam pelo Universo. As lentes gravitacionais criam pequenas distorções adicionais ao padrão das flutuações de temperaturas da Radiação Cósmica de Fundo. Uma pequena fracção é polarizada; um componente desta luz polarizada, modos-B, tem uma outra assinatura graças aos efeitos de lentes gravitacionais. Esta "impressão digital" foi descoberta pela primeira vez ao combinar dados do Telescópio do Pólo Sul com dados do Observatório Espacial Herschel da ESA.Crédito: Colaboração ESA e Planck
 
Usando um telescópio na Antárctica e o observatório espacial Herschel da ESA, astrónomos fizeram a primeira detecção de uma reviravolta subtil na radiação-relíquia do Big Bang, pavimentando o caminho para revelar os primeiros momentos da existência do Universo. O sinal elusivo foi encontrado no modo como a primeira luz no Universo foi desviada durante a sua viagem até à Terra por enxames galácticos e matéria escura, uma substância invisível que é apenas detectada indirectamente através da sua influência gravitacional.
 
A descoberta aponta para a busca de evidências de ondas gravitacionais nascidas durante a rápida fase de "inflacção" do Universo, um resultado fundamental antecipado pela missão Planck da ESA. Esta radiação relíquia do Big Bang - a Radiação Cósmica de Fundo em Micro-ondas - foi impressa no céu quando o Universo tinha apenas 380.000 anos. Hoje, cerca de 13,8 mil milhões de anos depois, vemo-la como ondas de rádio por todo o céu a uma temperatura de apenas 2,7 graus acima do zero absoluto.
 
As pequenas variações nesta temperatura - que rondam algumas dezenas de milionésimo de grau - revelam flutuações de densidade no início do Universo correspondentes às sementes de galáxias e estrelas que vemos hoje. O mapa de todo o céu mais detalhado das variações de temperatura da Radiação Cósmica de Fundo foi revelado pelo Planck em Março. 
Os modos-E e os modos-B na polarização da Radiação Cósmica de Fundo (painéis à esquerda e à direita, respectivamente) e o potencial gravitacional da distribuição a larga-escala de matéria polarizada na Radiação Cósmica de Fundo pelo Telescópio do Pólo Sul e pelo Herschel (painel central).Crédito: Imagem de D. Hanson, et al., 2013, Physical Review Letters, 111, 141301
 
Mas a Radiação Cósmica de Fundo contém muitas mais informações. Uma pequena fracção da radiação é polarizada, tal como a luz que vemos usando óculos polarizados. Esta luz polarizada tem dois padrões distintos: modos-E e modos-B. Os modos-E foram detectados pela primeira vez em 2002 com um telescópio terrestre. Os modos-B, no entanto, são potencialmente muito mais excitantes para os cosmólogos, embora sejam muito mais difíceis de detectar.
 
Eles podem surgir de duas formas. A primeira envolve a adição de uma reviravolta para a luz que atravessa o Universo e é desviada por galáxias e matéria escura - um fenómeno conhecido como lente gravitacional. O segundo tem as suas raízes bem enterradas na mecânica de uma fase muito rápida da enorme expansão do Universo, que os cosmólogos acreditam ter acontecido apenas durante uma minúscula fracção de segundo após o Big Bang - a "inflacção". O novo estudo combinou dados do Telescópio do Pólo Sul e do Herschel para fazer a primeira detecção da polarização do modo-B na Radiação Cósmica de Fundo devido ao efeito de lentes gravitacionais.
 
"Esta medição foi possível graças a uma combinação inteligente e única de observações terrestres do Telescópio do Pólo Sul - que mediu a luz do Big Bang - com observações espaciais do Herschel, que é sensível às galáxias que traçam a matéria escura que provoca o efeito de lente gravitacional," afirma Joaquin Vieira, do Instituto de Tecnologia da Califórnia e da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que liderou a pesquisa do Herschel usada no estudo. Ao usar as observações do Herschel, os cientistas mapearam o material de lente gravitacional ao longo da linha de visão e, em seguida, procuraram correlações entre esse padrão e a luz polarizada proveniente da Radiação Cósmica de Fundo, medida pelo Telescópio do Pólo Sul. 
Observação conjunta do Telescópio do Pólo Sul (esquerda) e do Herschel (direita). Crédito: Imagem de G. Holder et al., 2013, The Astrophysical Journal Letters, 771, L16
 
"É muito importante termos sido capazes de detectar este pequeno sinal de modo-B e é um bom presságio para a nossa capacidade de, finalmente, medir um tipo ainda mais evasivo do modo-B criado durante o Big Bang inflacionário," acrescenta Duncan Hanson da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, autor principal do artigo publicado esta semana na Physical Review Letters. Os cientistas acreditam que durante a inflacção, colisões violentas entre aglomerados de matéria e entre matéria e radiação, deveriam ter criado um mar de ondas gravitacionais.
 
Hoje em dia, essas ondas deveriam estar impressas num componente primordial do modo-B da Radiação Cósmica de Fundo. A descoberta de tal sinal daria informações cruciais sobre o Universo muito jovem, bem antes do momento da criação da própria Radiação Cósmica de Fundo, e providenciaria a confirmação do cenário de inflacção.
 
Em 2014, novos resultados serão divulgadas pelo Planck da ESA, e o mais aguardado é saber se foram detectados modos-B primordiais. Entretanto, o Herschel ajudou a apontar o caminho. É muito bom ver este engenhoso uso dos dados do Herschel em conseguir a primeira detecção de lentes gravitacionais de modo-B na polarização da Radiação Cósmica de Fundo", afirma Göran Pilbratt, cientista do projecto Herschel da ESA. "Este trabalho mostra ainda outro uso do tesouro de dados do Herschel."
Fonte: Astronomia On-Line

O Cometa ISON é fotografado pela Sonda MRO em Sua passagem por Marte

Em 29 de Setembro, a sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) manobrou para apontar sua câmera HIRISE (High Resolution Imaging Science Experiment) para ISON, um novo cometa passando por Marte em seu caminho para o interior do sistema solar. HIRISE viu um pequeno ponto na posição do cometa que é relativamente brilhante, como uma estrela, mas se movendo em relação às verdadeiras estrelas. A coma do cometa é aparentemente muito apagada, e esse dado é útil para se calcular o tamanho do núcleo e seu brilho, informações chaves para entender seu comportamento.
 
A imagem mostra uma área de 256 x 256 pixels a uma distância do cometa de 12.8 milhões de quilômetros e com um ângulo de fase solar de 47 graus. Mais três observações do cometa ISON estão previstas para 1 e 2 de Outubro, conforme ele se move para sua passagem mais próxima pelo planeta Marte, a 11.3 milhões de quilômetros (mas com menos iluminação quando visto de Marte). Com base em análises preliminares, o cometa parece estar no limite inferior da gama de previsões de brilho para observação. Como resultado, a imagem não é visualmente agradável, mas essa baixa atividade é melhor para a definição do tamanho do núcleo.
 
Essa imagem tem uma escala de aproximadamente 13.3 quilômetros por pixel, maior que o cometa, mas o tamanho do núcleo pode ser estimado baseando-se no brilho típico do núcleo de outros cometas. O cometa ISON, como Marte, está atualmente a 241 milhões de quilômetros do Sol. Conforme se aproxime do Sol, seu brilho aumentará para observadores na Terra e também pode se tornar intrinsecamente mais brilhante conforme a luz solar, cada vez mais forte, evapora o gelo do cometa.
 
Acredita-se que o cometa ISON (oficialmente de C/2012 S1) está em sua primeira passagem pelo interior do sistema solar vindo de Oort Cloud, uma coleção esférica de cometas e estruturas semelhantes que existe numa área situada entre um décimo de ano-luz e um ano-luz do Sol. O cometa passará a uma distância de 724,000 milhas (1.16 milhões de quilômetros) do Sol em 28 de Novembro. Ele foi descoberto em 21 de Setembro de 2012, aproximadamente entre Júpiter e Saturno, por Vitali Nevski e Artyom Novichonok, que fazem parte da International Scientific Optical Network (ISON), próximo a Kislovodsk, na Rússia.
Fonte: Cienctec
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