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Mostrando postagens de Abril, 2015

Os Pilares da Criação revelados em 3D

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Novo estudo sugere que estruturas icônicas poderiam também ser chamadas de Pilares da Destruição Esta visualização da estrutura tridimensional dos Pilares da Criação no centro da região de formação estelar Messier 16 (também chamada Nebulosa da Águia) baseia-se em novas observações do objeto obtidas pelo instrumento MUSE montado no Very Large Telescope do ESO, no Chile. Os pilares são constituídos, na realidade, por várias partes distintas de cada lado do aglomerado estelar NGC 6611. Nesta ilustração, a distância relativa entre os pilares ao longo da linha de visão não está em escala.Crédito:ESO/M. Kornmesser
Com o auxílio do instrumento MUSE montado no Very Large Telescope do ESO, astrônomos criaram a primeira imagem completa em três dimensões dos famosos Pilares da Criação na Nebulosa da Águia, ou Messier 16. As novas observações mostram como é que os diferentes pilares de poeira deste objeto icônico estão distribuídos no espaço e revelam muitos detalhes novos - incluindo um jato, nun…

Como seria viver nas luas de Úrano

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Úrano seria um difícil de habitar, mas as suas luas contam uma história diferente. Saiba como seria viver em Titânia e Miranda, as duas maiores luas de Urano.
Ao todo, Úrano tem 27 luas conhecidas, e os seus cinco maiores satélites são muitas vezes consideradas grandes luas. Se quiséssemos estabelecer bases permanentes em satélites de Úrano, Titânia e Miranda seriam os alvos principais. Titânia apresenta a gravidade mais forte (quase 4% da Terra), e Miranda tem uma superfície madura para a exploração. Uma vez que a Voyager 2 foi a única nave espacial a visitar o sistema de Úrano, ainda não sabemos muito sobre as luas do planeta.
Quando a Voyager 2 passou por lá, em 1986, era inverno e escuro em todo o hemisfério norte de todas as luas, por isso, só se podia ver uma parte dos seus hemisférios sul. Assim, verificou-se que o hemisfério sul de Titânia tem inúmeras crateras e acidentes geográficos tectónicos, incluindo canyons e falhas, alguns dos quais poderiam ser locais interessantes para…

Universo pode acabar em um "vazio" escuro?

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Modelo padrão da cosmologia
A cosmologia passou por uma mudança de paradigma em 1998, quando pesquisadores anunciaram que a taxa de expansão do Universo estaria se acelerando. Hoje já há dúvidas sobre a velocidade de aceleração dessa expansão do Universo, mas o fato é que a ideia de um tipo de energia desconhecida - chamada de energia escura - constante ao longo do espaço-tempo, funcionando então como uma constante cosmológica, tornou-se o modelo padrão da cosmologia. Agora, astrofísicos acreditam ter encontrado uma descrição melhor para o que está acontecendo, o que pode incluir a transferência de energia entre a energia escura e a matéria escura.
Valentina Salvatelli e Najla Said, da Universidade de Roma, na Itália, usaram dados de uma série de pesquisas astronômicas, incluindo o SDSS (Sloan Digital Sky Survey), que recentemente divulgou o primeiro mapa da matéria escura, para testar diferentes modelos de energia escura. E os dados não se encaixaram muito bem dentro da teoria. "H…

Por quanto tempo o planeta Terra permanecerá habitável? Menos do que você imagina

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De acordo com astrobiólogos da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, as condições de habitabilidade da Terra estão garantidas por mais cerca de 1,75 bilhão de anos. Mas isso não é tanto assim como você imagina. As descobertas, que foram publicadas este mês na revista Astrobiology, revelam o “prazo de validade” para a vida no planeta Terra com base em diversas variáveis, incluindo a distância do nosso planeta até o Sol e a variação de temperatura em que é possível ainda haver água líquida por aqui.  A equipe de pesquisa observou as estrelas em busca de inspiração. Usando planetas recentemente descobertos fora do nosso sistema solar (os chamados exoplanetas) como exemplos, os cientistas investigaram o potencial desses mundos para abrigar vida.
A pesquisa foi conduzida por Andrew Rushby. “Para fazer essas estimativas, nós usamos o conceito de ‘zona habitável’, que é calculado por meio da distância de um planeta da sua estrela em que as temperaturas ainda são propícias para haver ág…

A Lua já deu uma meia volta no passado? A sua face oculta já esteve visísivem a partir da Terra?

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A face oculta da Lua vista pela Apollo 16. Era esta era a face visível há 3,9 bilhões de anos?
Há pouco mais de 3,9 bilhões de anos, a Lua poderá ter realizado a sua derradeira “meia-volta” quando um asteróide fez que a Lua alternasse a face visível que nos é familiar. O lado oculto da Lua nunca se mostra visível para nós aqui na Terra, porque a Lua roda em torno de seu eixo em velocidade sincrônica: uma vez para cada órbita que completa em torno da Terra. Mas uma análise das crateras de impacto mostra que o lado oculto da Lua talvez já tenha apontado em nossa direção. A idéia do ‘giro lunar’ não é totalmente nova. Em 1975 pesquisadores nos EUA propuseram que se um asteróide de tamanho significativo se chocasse contra nosso satélite o resultado da colisão poderia gerar uma oscilação para frente e para trás como um pêndulo, antes de se fixar novamente na rotação sincrônica, com uma face voltada fixamente para a Terra. Até agora, contudo, não haviam evidências para suportar essa teoria.
M…

Nêmesis - Fato e Ficção

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Durante muitas décadas o enigma das Extinções em Massa — fenômenos que assolaram periodicamente o passado geológico terrestre, ceifando, num intervalo de tempo relativamente curto, a maior parte da fauna e da flora então existentes - intrigou várias gerações de cientistas e leigos. Há poucos anos, paleontólogos e geólogos sentiram-se forçados a recorrer a uma hipótese de caráter astrofísico para tentar desvendar o mistério: o Modelo da Estrela Companheira. Esta estrela foi prontamente batizada de Nêmesis, a Estrela da Morte. O primeiro indício da existência de uma relação entre o mecanismo das extinções em massa e a astrofísica se deu com a descoberta de que um meteorito gigante ou cometa, com vários quilômetros de diâmetro, atingiu a Terra há 65.000.000 de anos, justamente na época em que os dinossauros se extinguiram.
O impacto de um astro dessas dimensões com o nosso mundo seria capaz de arremessar uma vasta quantidade de poeira até as camadas mais altas da atmosfera. O material per…

As 10 melhores formas de destruir a Terra

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Destruir a Terra é mais difícil do que você pode imaginar. Você já viu  filmes de ação onde o vilão ameaça destruir a Terra. Você já ouviu pessoas afirmando que a próxima guerra nuclear aniquilará a Terra ou que o desmatamento das florestas irá provocar o aquecimento global a ponto de acabar com o mundo. Isso é tudo mentira. A Terra foi construída para durar muito tempo. É uma bola de ferro de 4500 milhões de anos que já resistiu aos mais devastadores impactos de asteróides, passou por diversas eras glaciais, e ainda continua a orbitando o Sol alegremente. Então, nosso primeiro conselho para você, caro candidato a destruir a Terra: Não será uma tarefa fácil, mas aqui vão 10 modos para fazê-lo.
10. Falhanço de toda a existência O que você vai precisar: Nada.
Método: Nenhum método. Basta sentar-se e esperar um acaso estatístico onde todos os 200 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 00 de átomos que compõem o planeta Terra, de repente, deixem de existir. Nota: Não é precis…

Como seria viver no planeta anão Ceres?

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O cinturão de asteróides é uma região entre Marte e Júpiter, onde fica a maioria dos asteróides do sistema solar e o planeta anão Ceres. Como seria viver lá? Nos últimos anos, objetos do cinturão de asteróides ganharam muita atenção como potenciais locais de operações de mineração futuras com o objetivo de colher água para missões espaciais de longa distância (a água pode ser dividida em hidrogénio e oxigénio para produzir combustível). Um recurso potencial é Ceres - o maior objeto no cinturão de asteróides, que inclui até um terço da massa da cintura. Anteriormente visto como um asteróide, Ceres é agora classificado como um "planeta anão", estando um passo abaixo de ser um planeta de pleno direito. Ele pode conter mais água gelada na sua subsuperfície do que toda a água doce da Terra, e a sua alta gravidade, em comparação com outros objetos do cinturão, torna-a um dos locais mais adequados para uma base permanente no cinturão de asteróides.
Mas o ser humano provavelmente não…

Saiba fatos e curiosidades sobre Marte, o Planeta Vermelho

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Este artigo trás fatos e curiosidades sobre os planetas do Sistema Solar — em que você já pôde conhecer mais sobre Júpiter, Saturno, Netuno, Urano, Mercúrio e Vênus —, hoje vamos lhe apresentar mais informações e características sobre Marte, o famoso Planeta Vermelho, que é o quarto a partir do Sol.  Marte ganhou esse título, pois a sua cor avermelhada se deve ao óxido de ferro presente em seu solo: tanto na terra quanto nas rochas que cobrem toda a sua superfície. Devido também à sua cor é que Marte ganhou esse nome após os romanos acharem seu tom “sangrento” e, por isso, o batizaram com o nome do seu deus da guerra. Composição e estrutura
Para conhecer melhor sobre Marte, vamos descrever qual é a composição do planeta em todos os seus aspectos. Segundo o Space.com, no que diz respeito à atmosfera, ela é formada (em volume) por: 95,32% de dióxido de carbono, 2,7% de nitrogênio, 1,6%, argônio 0,13% de oxigênio, 0,08% de monóxido de carbono, pequenas quantidades de água, óxido de nitrogê…

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