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Mostrando postagens de Fevereiro 16, 2017

A Tulipa e Cygnus X1

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Enquadrando uma região brilhante de emissão, essa visão telescópica foi feita, observando ao longo do plano da Via Láctea, na direção da constelação rica em nebulosas Cygnus, o Cisne. Popularmente conhecida como Nebulosa da Tulipa, a nuvem de brilho avermelhado de gás e poeira interestelar faz parte também do catálogo de 1959, criado pelo astrônomo Stewart Sharpless, e é codificada como Sh2-101. Localizada a cerca de 8000 anos-luz de distância da Terra, e com cerca de 70 anos-luz de diâmetro, a complexa e bela nebulosa domina o centro da imagem. A radiação ultravioleta de estrelas energéticas localizadas na borda da associação OB3 Cygnus, incluindo a estrela do Tipo O, HDE 227018, ioniza os átomos e amplifica a emissão da Nebulosa da Tulipa. A HDE 227018, é a estrela brilhante localizada no centro da nebulosa. Também enquadrado nessa imagem está o microquasar Cygnus X-1, uma das fontes mais fortes de raios-X no céu da Terra. Dirigido pelos jatos poderosos do disco de acreção de um bur…

A Nebulosa da ROSETTA

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A Nebulosa da Roseta teria outro nome que poderia descrever melhor esse lindo sinal no céu? O seu nome oficial de catálogo é NGC 237, mas esse nome, certamente não mostra a beleza e aparência floral dessa nebulosa de emissão. Dentro da nebulosa é possível ver um aglomerado aberto de estrelas  jovens e brilhantes, designado de NGC 2244. Essas estrelas se formaram a cerca de 4 milhões de anos atrás, do material nebular e seus ventos estelares estão literalmente abrindo um buraco no interior da nebulosa, buraco esse que parece isolado por uma camada de poeira e gás quente. A luz ultravioleta das estrelas quentes do aglomerado faz com que a nebulosa ao redor brilhe intensamente. A Nebulosa da Rosetta se espalha por aproximadamente 100 anos-luz de diâmetro, e localiza-se a cerca de 5000 anos-luz de distância da Terra, e pode ser vista até mesmo com pequenos telescópios apontando-os para a constelação de Monoceros, o Unicórnio. Fonte: https://apod.nasa.gov/apod/ap170214.html

Cientistas estimam o tempo de vida da nebulosa solar

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Através do estudo de magnetizações remanescentes em antigos meteoritos, uma equipe do MIT determinou que a nebulosa solar - o vasto disco de gás e poeira que veio a formar o Sistema Solar - durou entre 3 e 4 milhões de anos. Crédito: Hernan Canellas
Há cerca de 4,6 mil milhões de anos atrás, uma enorme nuvem de hidrogénio gasoso e poeira colapsou sob o seu próprio peso, eventualmente achatando-se num disco chamado nebulosa solar. A maioria deste material interestelar contraiu-se no centro do disco para formar o Sol e parte do gás e da poeira restante desta nebulosa solar condensou-se para formar os planetas e o resto do nosso Sistema Solar.
Agora, cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology, ou Instituto de Tecnologia do Massachusetts em português) e colegas estimaram a vida útil da nebulosa solar - uma fase crítica durante a qual uma grande parte da evolução do Sistema Solar teve lugar. Esta nova estimativa sugere que os gigantes gasosos Júpiter e Saturno devem ter-se forma…

Dafne, a Lua Que Faz Ondas

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Mergulhando perto das orlas exteriores dos anéis de Saturno, no passado dia 16 de janeiro a sonda Cassini capturou esta imagem, a melhor até agora, da lua Dafne. Com cerca de 8 km em diâmetro e orbitando dentro da divisão Keeler do brilhante sistema de anéis, a pequena lua está a fazer ondas. A lacuna com 42 km é encurtada na imagem devido ao ângulo de visão da Cassini. Elevadas pela influência da fraca gravidade da pequena lua, enquanto viaja da esquerda para a direita, formam-se ondas no material do anel situado na borda da divisão. Seguindo Dafne, é visível uma ténue corrente em forma de onda, composta por material anular. A imagem também mostra detalhes notáveis da lua Dafne, que incluem um cume estreito em redor do seu equador, provavelmente uma acumulação de partículas do anel.
Fonte: NASA

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