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Mostrando postagens de Agosto 2, 2017

Sondas Voyager completam 40 anos rumando às estrelas

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Se a vida começa mesmo aos 40, as históricas sondas Voyager estão para entrar na melhor fase de suas vidas: partindo definitivamente rumo às estrelas. [Imagem: NASA] Naves que inspiram As naves espaciais mais distantes e de maior longevidade já fabricadas pela humanidade, as Voyagers 1 e 2, completam 40 anos de operação e exploração neste mês de agosto e em setembro. Apesar de sua grande distância, elas continuam a se comunicar diariamente com a NASA, ainda examinando a nossa fronteira final - os pontos mais distantes do espaço já estudados pelo homem. Cada uma das sondas carrega um disco dourado com registros de sons, imagens e mensagens da Terra. Como elas teoricamente poderão durar bilhões de anos no espaço, essas cápsulas circulares do tempo poderão um dia ser um dos únicos vestígios da civilização humana. Esta é uma das razões pelas quais a história das Voyagers influenciou não apenas gerações de cientistas e engenheiros, mas também a cultura da Terra, incluindo filmes, arte e música.

Nova supernova do tipo Ia usando as incríveis lentes gravitacionais

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Usando o fenômeno de lente gravitacional, uma equipe internacional de astrônomos detectou mais uma supernova do tipo Ia.  A explosão estelar era desconhecida para a ciência, e foi encontrada atrás do aglomerado de galáxias conhecido como MOO J1014 + 0038. Lente gravitacionalO fenômeno da lente gravitacional ocorre quando uma grande massa (como um aglomerado de galáxias) dobra o caminho da luz no espaço. O método é usado principalmente para detectar objetos, independentemente do brilho que eles emitem, pois oferece uma visão ampliada da alteração na frequência de ondas conhecida como desvio para o vermelho (redshift). Recentemente, uma equipe de pesquisadores liderada por David Rubin, do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial em Baltimore, nos EUA, usou esse método justamente para revelar a presença de uma supernova do tipo Ia. Este tipo de supernova pode ser encontrado em sistemas binários em que uma das estrelas é uma anã branca. Ele é importante para a comunidade científica porque…

Nós vivemos dentro de um gigantesco vazio cósmico?

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O Universo conforme simulado pela Millennium Simulation, com seus filamentos e vazios. A Via Láctea está em um dos vazios da estrutura em grande escala do cosmos.[Imagem: Millennium Simulation Project] Subúrbio cósmico Cosmologicamente falando, a Via Láctea e sua vizinhança parecem estar em uma região remota, afastada e distante dos grandes centros cósmicos. Em um estudo observacional feito em 2013, Amy Barger e Ryan Keenan, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, concluíram que a nossa galáxia, no contexto da estrutura em larga escala do Universo, reside em um enorme vazio - uma região do espaço que contém muito menos galáxias, estrelas e planetas do que a média. Agora, um novo estudo da mesma equipe não só dá suporte à ideia de que existimos em um dos buracos da estrutura parecida com um queijo suíço do cosmos, mas também ajuda a aliviar a discrepância entre as diferentes medições da constante de Hubble, a unidade que os cosmólogos usam para descrever a taxa em que o Universo est…

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