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Mostrando postagens de Setembro 20, 2017

A Nebulosa do Véu – Filamentos de uma estrela que explodiu

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Filamentos como esse é tudo o que restou visível de uma estrela na Via Láctea. A cerca de 7000 anos atrás, essa estrela explodiu como uma supernova deixando para trás a chamada Nebulosa do Véu. No momento da explosão, a nuvem de gás em expansão provavelmente foi mais brilhante que a Lua Crescente e ficou visível por semanas para as pessoas que existiam aqui na Terra e que estavam olhando para o céu. Hoje, a remanescente de supernova resultante, também conhecida como Loop de Cygnus, tem se apagado e só é visível através de um pequeno telescópio direcionado para a constelação de Cygnus. A Nebulosa do Véu é fisicamente enorme, ela está localizada a cerca de 1400 anos-luz de distância da Terra e cobre no céu um tamanho equivalente a mais de 5 luas cheias. A imagem acima foi feita pelo Telescópio Espacial Hubble e só é possível, graças ao fato de ser mosaico formado por 6 imagens cobrindo somente 2 anos-luz, ou seja, uma pequena porção da remanescente de supernova. Em imagens completas da …

Novo mapa de gravidade sugere que MARTE tem uma crosta porosa

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Um novo mapa da espessura da crosta de Marte mostra menos variação entre regiões mais espessas (a vermelho) e regiões mais finas (a azul), em comparação com mapeamentos anteriores. Esta imagem está centrada em Valle Marineris, com Tharsis Montes perto do terminador a oeste. O mapa está baseado em modelos do campo de gravidade de Marte por cientistas do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA. A equipa descobriu que, globalmente, a crosta de Marte é menos densa, em média, do que se pensava anteriormente, o que poderá significar variações mais pequenas de espessura crustal. Crédito: NASA/Goddard/UMBC/MIT/E. Mazarico
Os cientistas da NASA encontraram evidências de que a crosta de Marte não é tão densa como se pensava anteriormente, uma pista que poderá ajudar os investigadores a compreender melhor a estrutura e evolução do Planeta Vermelho. Uma densidade mais baixa significa, provavelmente, que pelo menos parte da crosta de Marte é relativamente porosa. No entanto, nesta altura, a equipa n…

Estrela envelhecendo sopra bolha difusa

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Astrônomos usaram o ALMA para capturar esta bela imagem de uma delicada bolha de material expelido pela exótica estrela vermelha U Antliae. Estas observações irão ajudar os astrônomos a compreender melhor como é que as estrelas evoluem durante as fases finais do seu ciclo de vida. Na fraca constelação austral da Máquina Pneumática, um observador cuidadoso munido de binóculos poderá ver uma estrela muito vermelha, que varia ligeiramente em brilho de semana para semana. Esta estrela muito incomum chama-se U Antliae e novas observações obtidas com o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) revelam uma concha esférica bastante fina à sua volta.
U Antliae é uma estrela de carbono, isto é, uma estrela evoluída, luminosa e fria do ramo assintótico das gigantes. Há cerca de 2700 anos, U Antliae sofreu um período curto de perda de massa rápida. Durante este período de apenas algumas centenas de anos, o material que compõe a concha, que agora observamos nos novos dados ALMA, foi ejeta…

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