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Supernovas

Tipos de Supernovas A explosão de uma estrela como uma supernova dependerá de vários fatores. É um processo complexo e pode levar a dois resultados finais diferentes, a formação de uma estrela de neutrons ou a formação de um buraco negro. Classificamos as supernovas em duas categorias, de acordo com o resultado final:   supernova tipo I : em geral ela é o resultado de um processo de acréscimo de matéria sobre uma estrela anã branca participante de um sistema binário de estrelas. Se, em um sistema binário, uma estrela de grande massa passa uma quantidade muito grande de hidrogênio para a superfície de uma estrela anã branca, sua companheira de sistema, pode ocorrer que a anã branca ultrapasse um limite de massa a partir do qual a estrela não é mais estável. Este limite máximo para a massa de uma estrela é o limite de Chandrasekhar. Quando ele é ultrapassado, a estrela não é mais estável, iniciando um processo de colapso gravitacional com incríveis consequências. supernova tipo II : es

Morte térmica do universo

A morte térmica é um possível estado final do universo, no qual ele "cai" para um estado de nenhuma energia livre para sustentar movimento ou vida. Em termos físicos, ele terá alcançado entropia máxima. A hipóteses de uma morte térmica universal surgiu das idéias dos anos 1850 de William Thomson (Lord Kelvin), que extrapolou a visão da perda de energia mecânica na natureza da teoria do calor, como as englobadas nas primeiras duas leis da termodinâmica, a uma situação universal. Origens da idéia A idéia de morte térmica advém da segunda lei da termodinâmica, a qual estabelece que a entropia tende a aumentar em um sistema isolado. Se o universo durar por um tempo suficiente, ele irá assimptoticamente aproximar-se de uma estado onde toda a energia é uniformente distribuída. Em outras palavras, na natureza há uma tendência para a dissipação (perda de energia) de energia mecânica (movimento); então, por extrapolação, existe a visão que o movimento mecânico do universo decai no

O que seria um Buraco Negro?

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O Buraco Negro é um intrigante, diria até misterioso fenômeno que ocorre no espaço. Desperta e aguça a curiosidade das pessoas. Muitos mitos foram criados, alguns pensam que o Buraco Negro é o elo de ligação entre as dimensões, outros acreditam que são portais por onde viajam os ET’s. Mas de fato, o que seria um Buraco Negro? Por que tem esse nome? Buraco Negro é uma região do espaço onde o campo gravitacional é tão forte que nada sai dessa região, nem a luz, daí vermos negro naquela região, por isso o nome Buraco Negro. Para ficar mais claro vamos relacionar com o campo gravitacional da Terra, sabemos que graças à ação desse campo que os corpos são atraídos para o centro da Terra. O campo gravitacional do Buraco Negro tem as mesmas características físicas do campo gravitacional terrestre, a diferença está na intensidade. O Buraco Negro gera um campo gravitacional tão intenso que a velocidade de escape excede a velocidade da luz, por isso nada escapa do Buraco Negro, nem mesmo a l

Energia Escura

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Em cosmologia , a energia escura (ou energia negra) é uma forma hipotética de energia que estaria distribuída por todo espaço e tende a acelerar a expansão do Universo.A principal característica da energia escura é ter uma forte pressão negativa. De acordo com a teoria da relatividade, o efeito de tal pressão negativa seria semelhante, qualitativamente, a uma força que age em larga escala em oposição à gravidade. Tal efeito hipotético é frequentemente utilizado, por diversas teorias atuais que tentam explicar as observações que apontam para um universo em expansão acelerada. A natureza da energia escura é um dos maiores desafios atuais da física e da cosmologia. Existem hoje muitos modelos fenomenológicos diferentes, contudo os dados observacionais ainda estão longe de selecionar um em detrimento dos demais. Isso acontece pois a escolha de um modelo de energia escura depende de um bom conhecimento da variação temporal da taxa de expansão do universo o que exige a observação de propried

Big Rip

Big Rip (em português: Grande Ruptura) é uma teoria, apresentada inicialmente em 2003, que diz que se a velocidade de expansão do universo atingir uma velocidade acima do nível crítico, isto causará o deslocamento de todos os tipos de matéria, e então as galáxias se isolariam, e depois de alguns bilhões de anos os próprios átomos se desintegrariam. A chave desta hipótese é a quantidade de energia escura no Universo. Se o Universo contém suficiente energia escura, poderia terminar tendendo a uma desagregação de toda a matéria. O valor chave é w, a razão (quociente) entre a pressão da energia escura e sua densidade energética, variável fundamental nas equações de estado do universo e seu comportamento no futuro.Para w < -1, o Universo acabaria por se desagregar.Primeiro, as galáxias se separariam entre si, logo a gravidade seria demasiado fraca para manter integrada cada galáxia. Aproximadamente três meses antes do "fim", os sistemas solares perderiam sua coesão gravitacion

Big Crunch

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Em cosmologia, o Big Crunch consiste na hipótese de o Universo sofrer um colapso após a sua eventual expansão terminar, sendo no fundo uma antítese do Big Bang. Para tal acontecer, a atracção gravitacional de toda a matéria num horizonte observável atingiria um valor suficiente que tornaria a curvatura espacial do Universo positiva, diminuindo a expansão do Universo e depois revertendo-a. Deste modo, o Universo contrair-se-ia, durando essa contracção o mesmo tempo da expansão. Toda a energia e matéria seriam comprimidas até se atingir a gravidade zero. Este processo ocorrerá à medida que as grandes estrelas, como o Sol, gastarem todo o seu combustível, libertando, assim, toda a energia gravitacional e fazendo com que os aglomerados de galáxias se misturem, provocando grandes atracções gravitacionais entre estrelas. Toda a matéria ficará mais próxima, a temperatura do Universo aumentará, fazendo explodir as próprias estrelas, gerando buracos negros até que tudo se concentre num único

Singularidade gravitacional

Uma singularidade gravitacional (algumas vezes chamada singularidade espaço-tempo) é, aproximadamente, um ponto do espaço-tempo no qual a massa, associada com sua densidade, e a curvatura do espaço-tempo (associado ao campo gravitacional) de um corpo são infinitas. Mais precisamente, uma geodésica espaço-tempo que contenha uma singularidade não pode ser tratada de uma maneira diferencial contínua. O limite matemático de tal geodésica é a singularidade. Os dois mais importantes tipos de singularidades são singularidades de curvatura e singularidades cônicas. Singularidades podem ser divididas ainda a se elas estão ligadas a um horizonte de eventos ou não ("singularidades nuas"). De acordo com a relatividade geral, o estado inicial do universo, no início do Big Bang, seria uma singularidade, ou um ponto isolado no espaço. Outro tipo de singularidade previsto pela relatividade geral seria um buraco negro: certas estrelas, após acabar o seu combustível necessário para a fusão nu

Pormenor da Nebulosa do Véu

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Esta imagem mostra uma pequena zona da Nebulosa do Véu, ou Laço de Cygnus (em inglês, Cygnus Loop). Cobrindo uma região do céu superior a seis vezes o diâmetro da Lua Cheia, esta nebulosa foi inicilmente considerada como um conjunto de nebulosas difusas distintas, de modo que regiões diferentes receberam números NGC diferentes: NGC 6960, NGC 6979, NGC 6992 e NGC 6995. Trata-se de um remanescente de supernova, o resultado catastrófico da explosão de uma supernova ocorrida há 15000 anos atrás. As ondas de choque produzidas pela explosão da supernova comprimem o gás e fazem com que este aqueça e emita radiação. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Planetary Camera 2 (WFPC2) do Telescópio Espacial Hubble. A imagem a cores resulta da combinação de três imagens diferentes. A cor azul corresponde a emissão proveniente de oxigénio duplamente ionizado, a cor vermelha corresponde a emissão de enxofre ionizado e a cor verde é o resultado da emissão de átomos de hidrogénio. Este re

Estrelas T-Tauri

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As estrelas T Tauri são um tipo de estrelas variáveis   As estrelas T Tauri são um tipo de estrelas variáveis irregulares nomeadas a partir do objecto prototípico do grupo, a estrela T Tauri. São estrelas jovens que ainda não entraram na sequência principal (estrelas pré-sequência principal). Encontram-se perto de nuvens moleculares e se identificam pela variabilidade estelar e presença de linhas intensas na sua cromosfera. As estrelas T Tauri são as estrelas mais jovens visíveis, de tipo espectral F, G, K e M e com uma massa inferior a duas massas solares. As suas temperaturas superficiais são similares à das estrelas da sequência principal de massa parecida, mas a sua luminosidade é significativamente mais alta dado o seu maior raio. As suas temperaturas centrais são provavelmente demasiado baixas para iniciar reacções termonucleares. Em seu lugar, a sua fonte de energia é baseada na libertação de energia gravitacional à medida que a estrela se contrai para formar uma estrela da se

Anãs castanhas em Ofiúco

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Esta nuvem na constelação de Ofiúco é uma das mais estudadas pelos astrónomos que se dedicam à observação de estrelas jovens. Localizada a cerca de 540 anos-luz de distância, esta nuvem de poeira é um autêntico ninho de estrelas em formação. Observações realizadas pelo Observatório Espacial de Infravermelhos ISO (Infrared Space Observatory), da Agência Espacial Europeia (ESA), permitiram recentemente a descoberta de alguns dos objectos do Universo mais difíceis de detectar: nada mais nada menos do que 30 anãs castanhas, objectos normalmente considerados como estrelas falhadas por não possuírem massa suficiente para poderem despoletar no seu interior reacções termonucleares e poderem, assim, viver como verdadeiras estrelas. O ISO foi lançado para o espaço em 1995 pela ESA e terminou a sua missão em meados de 1998, tendo realizado inúmeras observações na banda do infravermelho, contribuindo para importantes descobertas impossíveis de realizar a partir de telescópios na superfície da Ter

Astrónomos decifram a origem das supernova

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Os astrónomos , que há muito tempo usam as supernova como terminais cósmicos para os ajudar a medir a expansão do universo, têm agora uma resposta para o que provoca estas explosões estelares, segundo um estudo  publicado na Nature. As supernova, corpos celestes que surgem após a explosão das estrelas em fim de vida, “são objectos cruciais para a compreensão do universo”, explica o principal autor do estudo, Marat Gilfanov, do Instituto Astrofísico Max Planck, Alemanha. Agora descobriram por que é que uma estrela se transforma numa supernova: basicamente, esta nasce da fusão de duas estrelas anãs brancas (o nome dado aos restos em colapso de uma velha estrela). As estrelas tornam-se instáveis quando excedem o seu limite de peso o que causa a sua explosão.  Antes desta descoberta pensava-se que as supernova se formavam quando uma anã branca se tornava instável – normalmente por se acréscimo com a matéria de uma estrela vizinha (acreção). Fonte: G1

Marte visto pelo Hubble

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Esta imagem do planeta Marte foi obtida com o Telescópio Espacial Hubble em Março de 1997, numa altura em que o planeta se encontrava a cerca de 100 milhões de quilómetros de distância da Terra. A esta distância, cada elemento de imagem (pixel) da Wide Field Planetary Camera, o instrumento utilizado pelo Hubble nesta observação, corresponde a 22 km na superfície de Marte. Na imagem são visíveis várias regiões na superfície de Marte que são familiares aos astrónomos há mais de um século. Na altura, a camada formada por gelos de dióxido de carbono que se concentra no pólo norte do planeta encontrava-se em rápida sublimação, tornando visível o mar de dunas de areia que circunda o pólo norte. O instrumento WFPC2 foi usado para observar Marte em nove comprimentos de onda diferentes, desde o ultravioleta até ao infravermelho. Esta imagem foi obtida através da combinação de observações realizadas com três filtros. Imagens como esta foram utilizadas para observar tempestades de areia na super

Enxame duplo NGC 1850

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Crédito: NASA, ESA & Martino Romaniello (ESO). O enxame duplo visível na imagem é conhecido por NGC 1850 e localiza-se na nossa galáxia vizinha Grande Nuvem de Magalhães. Este enxame encontra-se rodeado por um véu difuso de gás que se julga que se terá formado devido à explosão de estrelas de massa elevada. Este enxame duplo é formado por dois agregados de estrelas jovens, um visível na região central desta imagem obtida pelo Hubble, constituído por estrelas jovens com cerca de 50 milhões de anos idade, e outro visível na parte inferior direita, constituído por estrelas com apenas 4 milhões de anos. Esta imagem é um bom exemplo da interacção existente entre gás, poeira e estrelas. Julga-se que, há milhões de anos atrás, estrelas de massa elevada terão explodido sob a forma de supernovas, dando origem ao véu de gás visível na imagem. Pensa-se que as ondas de choque provocadas pelas supernovas poderão ser responsáveis pela fragmentação e compressão do gás, criando assim condições p

Aurora em Saturno

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Esta é uma imagem ultravioleta de uma aurora em Saturno obtida com o Telescópio Espacial Hubble. A observação foi realizada em 1997, numa altura em que o planeta dos anéis se encontrava a 1,3 mil milhões de quilómetros de distância da Terra. As auroras visíveis em Saturno são causadas pela passagem de ventos energéticos provenientes do Sol, tal como as auroras que são por vezes visíveis na Terra. No entanto, as auroras em Saturno são apenas detectadas em ultravioleta, pelo que têm de ser observadas a partir do espaço. Este fenómeno foi observado em Saturno pela primeira vez quando a sonda Pioneer 11 (NASA) passou junto ao planeta em 1979. As passagens da Voyager 1 e 2 (NASA) no início dos anos 80 forneceram dados adicionais. As observações agora realizadas pelo Hubble têm fornecido detalhes nunca antes observados. Esta imagem resulta de observações sensíveis à emissão proveniente de hidrogénio atómico (cor vermelha) e hidrogénio molecular (cor azul). Crédito: J.T.Trauger (JPL) & NA

Nebulosa Trífida

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A nebulosa Trífida (ou Messier 20, ou NGC 6514) é uma jovem e compacta nebulosa que se encontra na constelação de Sagitário com um diâmetro de quase 25 anos-luz (quase 15.000 vezes o diâmetro do sistema solar). Escuras faixas de poeira na nabulosa aparentam dividir a nebulosa em três partes. A parte de baixo desta nebulosa é uma luminosa nebulosa de emissão com sua distinta cor de rosa, mas a parte superior da nebulosa é uma nebulosa de reflexão com sua característica cor azul. O seu nome deriva do Latim "trifidus", que significa "dividido em três", fazendo-se referência aos três lóbulos que compõem a nebulosa de emissão visível na parte de cima da imagem. As nebulosas de emissão são também conhecidas por regiões HII, ou regiões de hidrogénio ionizado. Esta é uma das regiões HII mais jovens que se conhece, onde estrelas jovens se encontram a interagir com o gás involvente através de jactos de matéria expelida para o exterior. A luz emitida por estas estrelas em for

Galáxia espiral NGC 3949

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A galáxia espiral NGC 3949 situa-se a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância, na direcção da constelação Ursa Maior. É uma galáxia muita semelhante à nossa Via Láctea, com um disco azulado de estrelas jovens, salpicado de regiões cor-de-rosa de formação de estrelas. No seu centro situam-se estrelas avermelhadas, mais velhas. Dada a nossa impossibilidade de sairmos da nossa galáxia e termos dela uma perspectiva geral, é através do estudo de galáxias como esta que podemos inferir muita coisa sobre a nossa própria morada galáctica. Crédito: NASA/ESA/Hubble Heritage Team. Telescópio: Hubble Space Telescope (HST). Fonte:portaldoastronomo.org

M 19 (NGC 6273)

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M 19 é o aglomerado globular mais elíptico que se conhece. A sua elongação poderá ser devida à sua relativa proximidade ao centro da nossa galáxia. Apesar de se encontrar a 28000 anos-luz do Sistema Solar, M 19 encontra-se a apenas 5000 anos-luz da região central da Via Láctea. M 19 foi umas das descobertas originais de Charles Messier, tendo sido detectado em 1764. Possui cerca de 1.5 milhões de massas solares. Crédito:2MASS/UMass/IPAC-Caltech/NASA/NSF. Telescópio: 2MASS (2 Micron All Sky Survey). Fonte:portaldoastronomo.org

Cometa 73P/Schwassmann-Wachmann B

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O cometa Schwassmann-Wachmann 73P foi descoberto em 1930 e tem um período de 5,4 anos. Os astrónomos têm vindo a acompanhar a sua desintegração e já identificaram 33 fragmentos. Esta imagem é do fragmento "B", obtida na madrugada do dia 13 de Maio de 2006, quando o cometa passava a apenas 0,0735 UA de nós (cerca de 30 vezes a distância Terra-Lua), na sua aproximação ao Sol. Nesta altura, o fragmento B tornou-se tão brilhante quanto o cometa principal (fragmento C). Esta imagem foi obtida pela Escola Secundária da Cidadela (Cascais), por elementos do Núcleo de Investigação em Astronomia da Cidadela (NIAC): Andreia Nascimento (10º ano), Vasco Lobo (7º ano), Prof.ª Mª Leonor Cabral e Prof.ª Amália Lobo. Na manhã de 13 de Maio, este grupo comandou remotamente através da internet o Telescópio Ironwood North Observatory, localizado no Arizona (EUA). Crédito: Crédito: Escola Secundária da Cidadela, Núcleo de Investigação em Astronomia da Cidadela (NIAC) & NUCLIO. Telescópio: I

Nebulosa Sharpless 2 308(RCW 11)

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Esta imagem é da enorme e tênue nebulosa anelar que envolve a estrela azul de *Wolf-Rayet (WR 6) EZ CMa, no centro da foto. A estrela amarela brilhante à direita é a Omicron 1 CM. Empurrada pelos rápidos ventos estelares de uma estrela massiva e quente, essa bolha cósmica é gigantesca. Catalogada como Sharpless 2 308 (RCW 11), pelo astrônomo Stewart Sharpless, ela fica a cerca de 5.200 anos-luz de distância na constelação do Cão Maior e cobre 2/3 de grau no céu (lembramos que a Lua cheia ocupa ½ graus no céu). Essas dimensões correspondem a um diâmetro de 60 anos-luz. O astro que gerou essa nebulosa é a própria estrela de Wolf-Rayet (WR 6) EZ CMa. Os ventos massivos gerados pela estrela de *Wolf-Rayet criaram essa nebulosa em forma de bolha quando se chocaram com material anterior ejetado anteriormente por essa estrela. A nebulosa 308 tem uma idade estimada em 70.000 anos. A emissão luminosa capturada nessa imagem mostra um brilho de gás ionizado. Os átomos de oxigênio que tingiram os

Estrela Wolf-Rayet

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EstrelasWolf-Rayet (frequentemente referenciadas como estrelas WR) são estrelas evoluidas, muito massivas (mais de 20 massas solares), e que perdem suas massas rapidamente por meio de ventos solares muito fortes, com velocidades superiores a 2000 km/s. Enquanto o Sol perde 10-14 de sua massa durante um ano, uma estrela Wolf-Rayet perde 10-5 massas solares por ano. Essas estrelas são também muito quentes: suas temperaturas estão entre 25000 e 50000 K. Descrição Estrelas Wolf-Rayet são um estágio normal na evolução de estrelas massivas, na qual linhas de emissão de hélio e nitrogênio (sequência 'WN') ou hélio, carbono, e oxigênio (sequência 'WC') são visíveis. Por causa de suas fortes linhas de emissão, elas podem ser identificadas em galáxias próximas.Cerca de 150 estrelas Wolf-Rayets são conhecidas em nossa galáxia, Via Lactea, cerca de 100 são conhecidas na Grande Nuvem de Magalhães, enquanto somente 12 foram identificadas na Pequena Nuvem de Magalhães. Estrelas Wolf

M 27 - Nebulosa do Haltere (Dumbbell)

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A nebulosa planetária do Haltere, talvez mais conhecida pelo seu nome em inglês Dumbbell, ou por M 27, formou-se quando uma estrela gigante vermelha ejectou as suas camadas exteriores no final da sua vida. A nebulosa adquiriu a sua forma espectacular quando o núcleo quente da estrela ficou exposto e a radiação ultravioleta por si emitida começou a ionizar a nuvem. Esta é a forma como o nosso Sol irá terminar a sua vida, daqui a cerca de 5 mil milhões de anos, quando já tiver esgotado o seu hidrogénio e as reacções termonucleares no seu interior terminarem. Observada por Charles Messier no século XVIII durante a sua procura de cometas, M 27 foi classificada, na altura, como sendo um objecto estranho, não se enquadrando em nenhuma categoria conhecida então. Estima-se que esta nebulosa esteja a 850 anos-luz de distância e que possua um diâmetro de 1,5 anos-luz. Esta imagem é o resultado da combinação de três imagens obtidas separadamente, uma centrada no comprimento de onda de emissão do

B 33 - Nebulosa Cabeça do Cavalo

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Sendo , sem dúvida, um dos objectos mais famosos do céu, a nebulosa Cabeça do Cavalo, localizada na constelação de Orionte, faz parte de uma nuvem escura e densa que se situa em frente de uma região de formação de estrelas conhecida por IC434 (nebulosa de emissão visível na imagem em tons cor-de-rosa). Embora se situe relativamente perto da conhecida nebulosa de Orionte (M 42), a nebulosa Cabeça de Cavalo é extremamente difícil de observar e, ao contrário daquela, não é visível a olho nu. Também conhecida por Barnard 33, a sua forma peculiar foi reconhecida pela primeira vez numa placa fotográfica obtida no final do século XIX. Devido aos movimentos no interior da nuvem escura, esta forma acabará por se alterar ao fim de alguns milhares de anos. Estima-se que esta nebulosa se encontre a cerca de 1600 anos-luz de distância. Esta imagem foi criada através da combinação de três imagens sensíveis à emissão proveniente de hidrogénio, oxigénio e enxofre. Fonte: Portal do Astronomo

HD 188753

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HD 188753 é um sistema estelar triplo a uma distância de aproximadamente 149 anos-luz na direção da constelação de Cygnus. O sistema também é conhecido como ADS 13125, HO 581, BD+41°3535, HIP 98001 e WDS 19550+4152. Com magnitude aparente de +7.43, é muito fraca para ser vista a olho nu, mas é visível como um pequeno telescópio. Foi descoberta como uma estrela dupla em 1895 por George Washington Hough. Em 2005, anunciou-se o descobrimento de um planeta extra-solar girnado em torno da estrela principal do sistema. Sistema estelar Impressão artística das órbitas do sistema . A estrela principal do sistema, HD 188753A, é uma estrela anã amarela de tipo espectral G8V.Tem aproximadamente 1,06 massas solares e uma temperatura superficial de 5750 K. Ao redor dela, a uma distância média de 12,3 U.A., se encontram duas estrelas muito próximas uma da outra, com massa em conjunto de 1,63 massas solares. Completam uma volta em torno da anã amarela a cada 25,7 anos em uma órbita claramente excên

A Recém - nascida anã marron SSTB213 JO41757

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Operando no comprimento de onda do infravermelho, o telescópio espacial Spitzer é um dos mais importantes instrumentos de observação do cosmo. Devido à caraterística dessas ondas, os sensores do Spitzer conseguem penetrar gigantescas nuvens de gás e partículas, permitindo aos cientistas enxergarem objetos completamente invisíveis aos nossos olhos. Um desses objetos é a recém-nascida anã marrom SSTB213 J041757, localizada no interior da nuvem escura Barnard 213, a 450 anos-luz de distância, na direção da constelação de Touro. Apesar do objeto já ter sido observado por telescópios baseados em terra, novas imagens feitas pelo telescópio espacial Spitzer mostram que SSTB213 J041757 é na realidade formado não por uma, mas por duas anãs marrons. As anãs marrons são consideradas por muitos cientistas como uma estrela fracassada, mas essa denominação não traduz o real status desse objeto, que ainda é motivo de estudo pelos astrofísicos. A classificação do objeto oscila entre estrelas e planet

Trânsito de Mercúrio na frente do Sol

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Esta imagem espantosa mostra um trânsito do planeta Mercúrio na frente do disco solar, ocorrido a 9 de Maio de 1970, observado a partir do Observatório de Paris. Nesta imagem podemos distinguir a forma esférica da silhueta do planeta quando passava por um pequeno grupo de manchas solares. Podemos distinguir claramente as zonas de sombra e penumbra das manchas solares. Esta imagem evidencia muito claramente o tamanho reduzido daquele que é o primeiro dos planetas do nosso sistema solar, em termos de proximidade ao Sol. O seu diâmetro aparente surge nesta imagem como sendo cerca de metade da extensão deste pequeno grupo de manchas solares. Esse trânsito de Mercúrio ocorreu novamente em 7 de maio de 2003,o fenómeno foi acompanhado pela Internet e o transito foi observardo diretamente , já que foi visível em todo o país. Se prefere a Internet, várias páginas poderão ser consultadas para esse efeito. A título de exemplo, pode consultar-se uma página do Observatório Europeu do Sul (ESO), cu

Astrofísicos decodificam origem das supernovas

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Astrofísicos descobriram que quase todas as supernovas das galáxias estudadas são resultados de fusões de duas anãs brancas.Astrônomos que há muito tempo utilizam as supernovas como marcos históricos cósmicos para ajudar a medir a expansão do universo, têm agora uma resposta à pergunta do que provoca essas explosões massivas, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Nature. As supernovas, estrelas que explodem no fim de suas vidas, "são objetos cruciais para compreender o universo", explicou nesta quarta-feira o principal autor do estudo, Marat Gilfanov, do Instituto Astrofísico Max Planck da Alemanha, durante a apresentação da pesquisa realizada por sua equipe. "O fato de não conhecermos seu funcionamento era um aborrecimento. Agora começamos a compreender o que acende o pavio que provoca essas explosões", disse. Segundo a maioria dos cientistas, algumas supernovas, conhecidas como as de tipo 1a, se formam quando uma anã branca (o coração degenerad

Nasa divulga fotos do cosmos captadas pela sonda WISE

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A agência espacial americana (Nasa) comemorou as primeiras conquistas da missão WISE e divulgou as primeiras imagens do cosmos, que mostram, entre outras, a galáxia de Andrómeda e um cometa com um rastro de mais de 16 milhões de quilômetros. A sonda WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) começou a transmitir em 14 de janeiro e os cientistas da Nasa já receberam mais de 250 mil imagens, indicou a agência espacial americana em comunicado. "WISE funcionou de maneira fabulosa", disse Ed Weiler, administrador adjunto do Diretório de Misiones Científicas da Nasa em Washington. "Estas primeiras fotografias estão demonstrando que a missão secundária da sonda de localizar asteróides, cometas e outros objetos será tão importante como observar todo o céu sob luz infravermelha", acrescentou. Uma das imagens mostra um cometa batizado de "Siding Spring", cujo rastro parece uma mancha de pintura vermelha com uma estrela azul. Pelos cálculos dos cientistas, a missão

Chile se oferece ao ESO para ter maior telescópio do mundo

O governo do Chile confirmou o interesse do país para que o mega telescópio E-ELT, considerado o maior do mundo, seja construído no país, provavelmente na região de Cerro Amazones, em Antofagasta. O governo já apresentou a proposta para receber o telescópio de 42 m de diâmetro para o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). Os especialistas acreditam que "com o telescópio seria possível continuar a exploração sobre os mistérios do universo, não somente para descobrir se há vida em outros planetas, mas também para identificar a natureza da energia escura do universo". O custo para a instalação do E-ELT é de US$ 500 milhões. Fonte: Terra

Estrelas primitivas fora da Via Láctea são descobertas

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Nova técnica descobre estrelas primitivas Depois de anos de disfarce, as estrelas mais "velhas" fora da Via Láctea foram descobertas. Novas observações feitas do telescópio do ESO (Observatório do Sul Europeu) foram utilizadas para resolver um importante quebra-cabeça astrofísico sobre essas estrelas primitivas em nossa vizinhança galáctica - o que é crucial para nosso entendimento referente a história das estrelas no Universo. "Temos, de fato, encontrado falhas nos métodos usados até agora", disse Else Starkenburg, autor do estudo. "Nossa abordagem nos permite desvendar as estrelas primitivas escondidas entre as outras". Acredita-se que as estrelas primitivas foram formadas a partir de um material forjado logo após o Big Bang, 13.7 bilhões de anos atrás. Elas normalmente têm menos de um milésimo da quantidade de elementos químicos mais pesados que o hidrogênio e hélio encontrado no Sol e são chamadas de "estrelas de metal extremamente pobre". E

Superbolha N 70

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N 70 , também catalogada como Henize 70, é uma "superbolha" na Grande Nuvem de Magalhães - uma galáxia satélite da Via Láctea, localizada no céu do sul a uma distância de cerca de 160 000 anos-luz. N 70 é uma bolha luminosa de gás interestelar, com aproximadamente 300 anos-luz de diâmetro. Deve a sua origem a ventos oriundos tanto de estrelas quentes de elevada massa, como de explosões de supernovas. O seu interior é constituído por gás quente, pouco denso, em expansão. O estudo de objectos como N 70 permite explorar a conexão entre os ciclos de vida das estrelas e a evolução das galáxias. Estrelas de massa elevada, com massas pelo menos dez vezes superiores à massa do Sol, têm uma grande influência no meio que as envolve. São responsáveis pelo enriquecimento químico do gás interestelar a partir do qual novas gerações de estrelas e sistemas estelares se formarão. Esta imagem foi obtida com a câmara de CCD FORS2 em Novembro de 1999 no observatório Paranal, no Chile. Crédito: E

Grandes galáxias espirais

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Tipo de galáxia espiral conforme visto pelo corte, uma vez que esta galáxia NGC 4565, na imagem acima. O Sol está localizado no braço de Órion da nossa galáxia e é executado a uma velocidade de 270 km / s em torno do centro galáctico, fazendo uma ronda cada 200 milhões de anos. Um grande galáxia espiral como a nossa, pode ser visto a olho nu. Localizado na constelação Andrômeda, a Grande Nebulosa de Andrômeda (M31) é idêntico ao nosso, que está localizado 2,3 milhões de anos-luz. Em conjunto, estas galáxias dominam a massa do grupo local. Só se pode maravilhar com a beleza desses tijolos do Universo. As galáxias são centenas de milhares de milhões, e seu número aumenta cada vez a nossa tecnologia espacial desenvolve, empurrando para trás o horizonte. As galáxias nasceram, 3 a 4 bilhões de anos após o bigbang. Trata-se da gravidade que transformou difusa nuvens de hidrogênio e hélio, em embriões de galáxias. Estes embriões têm desmoronado como um resultado da sua própria gravidade. Es

Densidade das Galáxias

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Galáxias são cercados por outras galáxias e interagir com seu meio ambiente, especialmente nos casos em que a densidade de galáxias é muito elevada no centro do aglomerado, existem 1 000 a 10 000 galáxias em um cubo de uns poucos milhões de anos luz aparte. No nosso grupo local, existem apenas 10 galáxias em um cubo do mesmo tamanho. As galáxias se deslocar através do cluster, a uma velocidade de cerca de 1000 km / s. Neste movimento, os riscos de colisão é bastante elevado (uma a cada 100 milhões para 1 bilhão de anos). Estas colisões podem ser apenas escaramuças, onde arranhões estão confinadas a uma perda da política externa estrelas, rasgada por sua galáxia, então elas formam um mar de estrelas intergalácticas. A pilha 1 bilhão de anos mais tarde assumir a forma de uma galáxia elíptica.De tempos a tempos, a colisão ocorre o peso da fusão e as novas galáxias maciças galáxia torna-se mais brilhantes, como na imagem abaixo contra. Se a colisão entre duas galáxias espirais, o disco de

Cassini sobrevive encontro com"Estrela da Morte"

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 No passado dia 13 de Fevereiro, a Cassini passou pela lua de Saturno, Mimas, a uma distância de 9500 km. Mimas é uma das luas interiores de Saturno, com um diâmetro médio de 396 km. Passou directamente por cima da Herschel, uma cratera cuja criação quase destruíu a lua e que, graças à sua aparência, apelidou Mimas com a alcunha "Estrela da Morte", à semelhança da base do filme "Guerra das Estrelas". A cratera Herschel mede um-terço do diâmetro da lua. As suas paredes têm cerca de 5 km de altura, e partes do chão têm aproximadamente 10 km de profundidade. A lua de Saturno, Mimas, a 70.000 km de distância. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute A equipe da Cassini colocou à disposição do público em geral imagens não processadas da passagem rasante da Cassini. São as imagens mais detalhadas já obtidas deste satélite. Esta passagem por Mimas envolveu algum esforço por parte da equipe porque a sonda passou por uma região de poeira e como tal precisava de ter pr

Mars Express inicia série de aproximação máxima de lua marciana

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Phobos é uma lua muito estranha e irregular e de todos os satélites do Sistema Solar é o que mais próximo orbita o planeta-mãe, a menos de seis mil quilômetros de Marte. Para entender um pouco melhor sobre esse pequeno mundo, a agência espacial européia iniciou ontem uma série de aproximações com a sonda Mars Express, que deverá chegar a apenas 50 km da lua marciana. As aproximações ocorrerão lentamente e a cada dia a sonda ficará mais próxima. Finalmente, no dia 3 de março a Mars Express atingirá o recorde de menor distância, permitindo aos cientistas registrarem dados altamente detalhados do satélite, principalmente de uma gigantesca cratera que tem aproximadamente metade do seu tamanho. Após o ápice de aproximação a nave iniciará um gradual afastamento e no dia 26 de março a lua marciana sairá do alcance dos sensores da sonda. Correção de órbita A sonda Mars Express sobrevoa Marte a 10 mil km de distância, em uma órbita polar e elíptica. Mantendo essa dinâmica, a nave precisa ser p

Sonda Stereo capta imagens de erupção solar atípica

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Atividade magnética pode afetar sistemas de navegação aérea. Nasa tem 18 missões na ativa só para estudar detalhadamente o Sol.   Arcos de fogo surgem de uma região ativa na superfície do Sol nas imagens captadas pela sonda Stereo em 27 de janeiro e divulgadas pela Nasa nesta semana. Os arcos são, na realidade, plasma, matéria superaquecida composta por partículas eletricamente carregadas em movimento (elétrons e íons). A proeminência (ou ejeção de massa coronal) registrada pela Stereo estende-se por centenas de milhares de quilômetros na atmosfera externa do Sol, a coroa solar. Cientistas da Nasa avaliam que a forma dessa ejeção, mais estreita, e sua velocidade são atípicas.                                              'Cuspe solar' - A 2ª cena da ejeção de massa coronal (Foto: Nasa) Ejeções de massa coronais podem causar problemas na Terra. As partículas de energia podem danificar satélites, causar problemas de comunicação e navegação em aviões e interromper o fornecimento

O Big Splash - a formação da Lua

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O Big Splash é uma teoria astronómica que postula a formação da Lua através do impacto de um planeta com aproximadamente o tamanho de Marte, conhecido como Theia, com a Terra. A teoria foi proposta pela primeira vez em 1975 por investigadores do Instituto de Ciências Planetárias de Tucson e do Instituto Harvard-Smithsonian de Astrofísica. Desde então diversos trabalhos de modelação numérica têm vindo a detalhar esta ideia, que é actualmente considerada consensual na comunidade científica. Representação artística do momento de impacto da Terra e de 'Theia'. Crédito: William Hartmann

Theia

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Theia é o nome dado ao planeta que, de acordo com a teoria do Big Splash, colidiu com a Terra num impacto que deu origem à Lua. Segundo esta hipótese, Theia formou-se por acreção planetária dentro da mesma órbita da Terra, mas a 150 milhões de quilómetros, no ponto lagrangiano L4. Theia permaneceu fixa nesta posição em harmonia com a Terra durante cerca de 20 a 30 milhões de anos. No entanto, à medida que o planeta crescia, as suas forças gravitacionais impeliam Theia para fora de L4.Durante algum tempo o planeta descreveu uma órbita cíclica em ferradura, saindo de L4, mas logo puxado para trás pela força de Coriolis. A cada novo ciclo, Theia ganhava mais velocidade e alcançava uma distância maior de L4. Imagens obtidas por modelo computacional do impacto e formação da Lua.  Crédito: Cameron Finalmente, já depois de ter desenvolvido estratificação interna, Theia adquiriu massa e dimensão semelhante a Marte, suficiente para escapar de L4 e entrou numa órbita caótica. A colisão com a Te

Nebulosa NGC 3603

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Esta imagem da nebulosa NGC 3603 , situada a cerca de 20000 anos-luz de distância, põe em evidência a existência de diversos estágios de evolução de uma estrela. No canto superior esquerdo da imagem, obtida com o Telescópio Hubble, encontra-se uma estrela supergigante azul evoluída, conhecida por Sher 25. Esta estrela tem à sua volta um anel de gás circum-estelar. No centro da imagem situa-se um enxame de estrelas jovens e quentes. Uma quantidade enorme de radiação ionizante emitida por estas estrelas escavou uma cavidade em torno do enxame. Gigantes pilares gasosos, qual esculturas cósmicas, são igualmente visíveis na parte direita da imagem, pondo em evidência a interacção entre a radiação ionizante e o material frio molecular de que a nebulosa é formada. Na parte inferior esquerda da imagem são ainda visíveis duas nebulosas de emissão. Crédito: IPAC, NASA.  

NGC 7023 - Nebulosa da Íris

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A 1300 anos-luz de nós, nos férteis campos de estrelas da constelação de Cefeu, podemos encontrar um delicado conjunto de nuvens de gás e poeira interestelar, rodeando uma jovem e quente estrela em formação. Nesta imagem do amador Filipe Alves, a cor predominante é azul característica das nebulosas de reflexão, contrastando com nuvens escuras de poeira e gases frios que formam as formas complexas que podemos observar. Esta imagem é uma composição de 21 exposições individuais de 300 segundos, obtidas com uma câmara digital SLR, através de um telescópio refractor de 80mm, processadas digitalmente para melhor revelarem a estrutura deste objecto. Crédito : Filipe Alves Fonte : ESO

Iapetus - O satélite com "dupla" face

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O satélite de Saturno, Iapetus , apresenta um aspecto muito peculiar. Um hemisfério da lua é muito escuro enquanto que o outro é muito claro. Este é um mistério ainda sem solução. Será que a diferença tem origem externa ou será resultado de um reprocessamento do material da superfície pela própria lua? Iapetus possui um diâmetro de 1 436 km, cerca de 1/3 do diâmetro da nossa Lua. A imagem foi obtida pela sonda Cassini quando esta se encontrava a cerca de 3 milhões de quilómetros. A diferença de brilho não é o resultado da projecção de sombras na superfície de Iapetus, uma vez que o ângulo feito entre Sol-Iapetus-Cassini é de apenas 10 graus. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute.Telescópio: Sonda Cassini. Instrumento: ISS - Narrow Angle Camera.