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Cometa Hale-Bopp

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Crédito: European Southern Observatory (ESO). O cometa Hale-Bopp enriqueceu as nossas noites quando passou pelo sistema solar interior em 1997. Observável a olho nu, era a imagem de um cometa clássico, com uma cabeça brilhante e uma extensa cauda. Depois, seguiu o seu trajecto afastando-se do Sol, e em Março de 2001 encontrava-se a meio caminho entre as órbitas de Saturno e Úrano. Devido à elevada inclinação da sua órbita, podia ser visto a sul da Grande Nuvem de Magalhães, na constelação do Dourado. Esta imagem, obtida em Março de 2001, mostra que o famoso cometa ainda se encontrava activo apesar de se situar a 2 mil milhões de quilómetros do Sol. Repare-se na enorme coma que ainda possui, e no jacto encurvado na coma, formado por poeira e gás a escapar-se do núcleo. A extensão total do cometa é ainda de pelo menos 2 milhões de quilómetros. Esta imagem é uma composição de exposições obtidas em 3 noites diferentes. Devido ao movimento do cometa durante esse tempo, aparecem várias ima

Estudante de 22 anos descobre “massa perdida” do universo

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Jasmina Lazendic-Galloway, Amelia Fraser-McKelvie e Kevin Pimbblet. Crédito: Universidade de Monash Uma estudante de apenas 22 anos identificou o que tem sido descrito como “a massa perdida” do universo procurada há décadas por astrofísicos. A descoberta é um avanço no campo da astrofísica. O artigo da pesquisa foi publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society recentemente. Amelia Fraser-McKelvie é estudante de graduação em Ciência e Engenharia Aeroespacial e estava trabalhando durante suas férias com dois astrofísicos na Faculdade de Física da Universidade de Monash na Austrália, Kevin Pimbblet e Jasmina Lazendic-Galloway, quando identificou a massa perdida. Pimbblet argumenta que, do ponto de vista teórico, deveria haver o dobro da quantidade de matéria na região observada do universo, comparada com aquela identificada. Previa-se que a maioria da massa perdida deveria estar localizada em estruturas cósmicas de grande escala chamadas filamentos – p

Sem contato a meses Nasa decide declarar a morte do robô Spirit

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Agência espacial declarará equipamento, que pesquisou o planeta vermelho por seis anos, oficialmente desligado Spirit, o robô –geólogo que cativou o mundo com suas aventuras em Marte antes de ficar preso em uma armadilha de areia, está prestes a encerrar sua vida, após seis anos de intensa produtividade. O robô não se comunica com a base há mais de um ano, apesar de chamadas diárias da Nasa. Leia a matéria completa em:   http://www.astrofisicos.com.br/tecnologia/nasa-declaa-morte-desligou-robo-sonda-spirit-marte-meses-sem-contato/index.htm Astrofísicos.com.br

Nasa flagra meteoro mais brilhante em 3 anos

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Um meteoro com o diâmetro de uma pessoa foi flagrado ao cruzar a atmosfera sobre o estado americano da Georgia. Os astrônomos do Centro de Vôo Espacial Marshall, da Nasa, gravaram o evento, considerado o mais brilhante já visto em quase três anos de funcionamento de sua rede de observações. No dia 20 de maio, à 21h47 (hora local), um fragmento de 1,8 m de diâmetro de um cometa desconhecido entrou na atmosfera a cerca de 106 km sobre a cidade de Macon. Viajando a 138 km/h, ele possuía uma força de impacto equivalente a algo entre 500 e mil toneladas do explosivo TNT. O objeto não chegou a se chocar com o solo graças ao atrito sofrido na atmosfera que o desintegrou a 61 km acima da cidade de Villa Rica. O meteoro foi rastreado por duas câmeras da Nasa que cobrem todo o céu - uma localizada em Chickamauga e a outra no Museu de Ciência de Tellus, em Cartersville, ambas cidades da Georgia. Fonte: http://info.abril.com.br

O VLT do ESO Descobre uma Super-Estrela Brilhante mas Solitária

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Esta visão mostra parte da região muito activa de formação de estrelas em torno do Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães , um pequeno vizinho da Via Láctea. No centro exato está a estrela brilhante, mas isolada VFTS 682 e ao seu lado direito inferior do aglomerado muito rico de estrelas   R 136 . As origens são obscuras VFTS 682- foi expulso do R 136 ou se formou por conta própria? A estrela aparece amarelo-vermelho nesta perspectiva, que inclui imagens de luz visível e infravermelha do Wide Field Imager no MPG de 2,2 metros / telescópio do ESO em La Silla e os 4,1 metros do telescópio infravermelho VISTA em Paranal, em virtude da efeitos da poeira. Créditos:ESO / M.-R. Cioni / VISTA Magalhães pesquisa Cloud. Agradecimento: Unidade de Pesquisa Astronômica Cambridge   O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira a imagem de uma "superestrela" isolada, três milhões de vezes mais brilhante que o sol.

Terra ou Marte?

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Terra Crédito de imagem e direitos autorais: Filipe Alves; Marte Crédito da Imagem: Mars Exploration Rover Mission, JPL, da Nasa Qual imagem é a Terra , e qual é a de Marte ? Uma das imagens acima foi tirada pelo robô Spirit rover que está em Marte. A outra imagem foi tomada por um ser humano no  sul do deserto de Marrocos. Ambas as imagens mostram vastas planícies cobertas com pedras e areia. Nem água ou mostra sinais de evidencias de vida. Respondendo. A imagem da esquerda é a da Terra. Difícil descobrir sozinho, ambas imagens mostram uma vasta superfície inabitada e seca. Talvez a única pista seja a leve tonalidade azulada da imagem na esquerda, o que se assemelha à atmosfera terrestre.  Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap050412.html

A Galáxia de Anel Polar NGC 660

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Créditos e da Imagem & Copyright: Stephen Leshin A NGC 660 localiza-se próximo do centro dessa intrigante vista espacial, nadando na fronteira da constelação de Pisces. Há mais de 20 milhões de anos-luz de distância, sua aparência peculiar a define como uma galáxia de anel polar. Sendo consideradas como um raro tipo, as galáxias de anel polar têm uma substancial população de estrelas, gás e poeira orbitando em anéis aproximadamente perpendiculares ao plano do disco galáctico. A configuração bizarra poderia ser causada pela chance de capturar material de uma galáxia que estivesse passando pelo disco da galáxia, com os detritos capturados se localizando nos anéis em rotação. O componente do anel polar pode ser usado para explorar a forma do halo de matéria escura da galáxia que de outra maneira é invisível, calculando a influência gravitacional da matéria escura sobre a rotação do anel e do disco. Mais largo que o disco, o anel da NGC 660 se espalha por aproximadamente 40000

Raios-X na nebulosa "Olho de Gato" (NGC6543)

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Crédito: NASA, UIUC, UMD & STScI. Esta imagem espectacular da nebulosa planetária "Olho de Gato" (NGC6543) é uma composição formada pela imagem óptica obtida pelo Telescópio Espacial Hubble, aqui reproduzida no dia 18 de Junho, e a imagem de raios-X obtida pelo satélite Chandra. Esta mostra que a emissão de raios-X é muito intensa, indicando a presença de gás extremamente quente. A emissão de raios-X é representada a azul, enquanto que a emissão óptica se encontra a vermelho e verde. A estrela central a partir da qual esta nebulosa foi gerada está imersa em gás que se encontra a muitos milhões de graus de temperatura e que, por isso, é um forte emissor de raios-X. O satélite Chandra foi lançado para o espaço em 23 de Julho de 1999, tendo sido o maior satélite posto em órbita pelo Space Shuttle. Fonte: http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=3154

Hubble fotografa estrela que mudou o Universo

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A Cefeida V1 é tida pelos astrônomos como a mais importante estrela da história da cosmologia. [Imagem: NASA/ESA/STScI/AURA] Universo ilha No início do século XX, os astrônomos entendiam que Via Láctea e Universo era a mesma coisa: tudo se resumia à nossa própria galáxia. Vivíamos então em um "universo ilha ".  Aquelas galáxias distantes que se pode ver no céu eram chamadas de "nebulosas espirais", e explicadas como sendo corpos mais distantes dentro da nossa própria galáxia. Para saber com certeza se tais nebulosas faziam parte ou não da Via Láctea, era necessário encontrar nelas uma estrela com um brilho intrínseco conhecido, que pudesse ser usado para calcular sua distância da Terra. Havia as explosões estelares, mas os astrônomos ainda não as compreendiam seus mecanismos o suficiente para usá-las como marcadores de distância. Expandindo o Universo Então, tudo mudou em 1923, quando o astrônomo Edwin Hubble descobriu uma estrela variável, uma Cefe

SETI começa a monitorar exoplanetas habitáveis

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O Projeto SETI vai usar o maior telescópio manobrável do mundo - o Telescópio Green Bank - para procurar sinais de vida inteligente nos exoplanetas detectados pelo Telescópio Espacial Kepler. [Imagem: NRAO/AUI] Exovida O Telescópio Espacial Kepler já identificou mais de 1.200 exoplanetas em torno de estrelas em nossa galáxia. Dentre esses, a recente confirmação do primeiro exoplaneta habitável, o Gliese 581d, parece mostrar que esses planetas constituem alvos privilegiados para novos estudos. E é exatamente isto o que os astrônomos do projeto SETI, que procuram sinais de vida inteligente pelo universo, estão começando a fazer. O grupo sediado na Universidade da Califórnia, em Berkeley, está apontando um radiotelescópio para os mais promissores desses exoplanetas para ver se conseguem detectar algum sinal de civilização. SETI@home A pesquisa começou na semana passada, quando o maior telescópio manobrável do mundo - o Telescópio Green Bank - dedicou uma hora de pesquisa a