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Galeria de Imagens:7 coisas surpreendentes sobre o universo

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A cada dia, novas descobertas assustam e deixam os astrônomos perplexos. Muitas coisas que sabemos sobre o universo ainda não têm explicação, enquanto outras funcionam de maneira tão perfeita ou misteriosa que nos fazem crer em algo maior. Confira algumas das coisas mais interessantes sobre o universo em que vivemos: 1 – O universo é (muito) antigo O universo começou com o Big Bang. Os cientistas estimam que ele tenha cerca de 13,7 bilhões de anos (para mais ou menos 130 milhões de anos). Os astrônomos fizeram esse cálculo através da medição da composição da matéria e densidade de energia no universo, o que lhes permitiu determinar quão rápido o universo expandiu-se no passado. Como resultado, eles poderiam “voltar no tempo” e identificar quando o Big Bang ocorreu. O tempo entre a explosão e agora compõe a idade do universo. 2 – O universo está expandindo Na década de 1920, o astrônomo Edwin Hubble fez a descoberta revolucionária de que o universo não é estático, mas sim

Caroline Herschel

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Caroline Lucretia Herschel (Hannover, 16 de março de 1750 — Hannover, 9 de janeiro de 1848) foi uma astrônoma inglesa. Nasceu em uma família de músicos alemães. Em 1772 ela se mudou para a Inglaterra para ficar com seu irmão, o astrônomo William Herschel. Depois de aprender astronomia sozinha e matemática com a ajuda de seu irmão, ela se tornou sua assistente. Mais tarde, em 1787, Herschel foi nomeada assistente do Astrônomo da Corte, tendo sido a primeira mulher a ocupar esse cargo. Herschel tornou-se reconhecida em toda a Europa como uma grande astrônoma. Tanto em importante colaboração com seu irmão como sozinha, ela descobriu muitos cometas novos. Recebeu uma série de prêmios por seu trabalho, incluindo a Medalha de Ouro da Royal Astronomical Society, em 1828. Ela era uma astrônoma autodidata. Seu sucesso ajudou a abrir o campo da astronomia para outras mulheres de sua época. Carta de Caroline Herschel para sua irmã: William está fora e eu estou vigiando o céu. Descobri oito nov

Gases da nebulosa Órion formam 'par de óculos' no espaço

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À direita, vê-se um alinhamento de estrelas recém-nascidasé em vermelho A imagem divulgada nesta terça-feira pela Nasa (agência espacial dos EUA), em seu site, é da nebulosa Órion. Conhecida também como Messier 78, as duas regiões que aparecem em verde na foto são, na verdade, cavidades formadas por nuvens de poeira estelar que estão ao redor delas. Um alinhamento de estrelas recém-nascidas é visível à direita como uma série de pontos vermelhos que se encontram fora da nebulosa. A Órion pode até mesmo ser vista em equipamentos de menor porte, mas não do modo como o telescópio espacial Spitzer, que fez a foto de hoje, permite. A tecnologia do Spitzer consegue observar a nebulosa por dentro, superando a poeira estelar que constantemente atrapalha a sua visualização a distância. Fonte : http://www1.folha.uol.com.br/

NGC 7635: A Nebulosa da Bolha

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Créditos da Imagem: Larry Van Vleet A imagem acima mostra a batalha interestelar da bolha contra a nuvem. A NGC 7635, a Nebulosa da Bolha está sendo empurrada para fora pelo vento estelar da estrela massiva central BD+602522. Na sua vizinhança reside uma gigantesca bolha molecular que pode ser observada na parte direita da imagem. Nesse exato ponto do espaço uma força irresistível encontra um objeto imóvel de uma maneira interessante. A nuvem é capaz de conter a expansão da bolha de gás, mas é atingida pela radiação quente da estrela central da bolha. A radiação aquece regiões densas da nuvem molecular causando o seu brilho. A Nebulosa da Bolha, mostrada acima em cores cientificamente escolhidas para realçar os contrastes, tem aproximadamente 10 anos-luz de diâmetro e faz parte de um complexo muito maior de estrelas e conchas. A Nebulosa da Bolha pode ser vista através de pequenos telescópios, quando os mesmos são apontados na direção da constelação da Rainha da Etiópia, a constelação

Hubble Mostra Galáxias em estágios de evolução distintos

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© Hubble (região da constelação da Ursa Maior) As galáxias existem numa grande variedade de formas, tamanhos e aspectos que mudam com o tempo. Algumas, como a galáxia que aparece no centro dessa imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble, são belas galáxias espirais com graciosos braços curvos, enquanto outras são bolas difusas como o grande objeto mostrado próximo da parte inferior direita da imagem. Outras ainda se apresentam em formas mais irregulares, como a galáxia laranja que aparece na parte superior da imagem, e que se assemelha a uma pequena corda vibrante. Essa imagem é uma das algumas centenas de exposições feitas pela Advanced Camera for Surveys do Hubble para criar a chamada Extended Groth Strip. Essa faixa, denominada em homenagem ao astrônomo Edward Groth da Universidade de Stanford é uma imagem composta de uma região retangular do céu localizada na região da constelação da Ursa Maior. Essa faixa cobre uma área relativamente pequena do céu, equivalente grosseir

Urano recebeu a sua inclinação devido a múltiplos impactos

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Um novo estudo sugere que o planeta gigante Úrano foi inclinado para um lado por uma sucessão de "murros" em vez de um único KO como se pensava anteriormente. O achado lança luz sobre a história de Úrano e das suas muitas luas. Pode também forçar os astrónomos a repensar as suas ideias acerca da formação e evolução dos planetas gigantes do Sistema Solar. Observações de Urano perto do infravermelho revelam o seu ténue sistema de anéis, realçando a grande inclinação do planeta.Crédito: Lawrence Sromovky, Univ. Wisconsin-Madison, Observatório Keck "A teoria padrão da formação planetária assume que Úrano, Neptuno e os núcleos de Júpiter e Saturno foram formados por acreção de pequenos objectos no disco protoplanetário," afirma Alessandro Morbidelli, líder do estudo do Observatório da Riviera Francesa em Nice. "Não devem ter sofrido colisões gigantes. O facto de Úrano ter sido atingido pelo menos duas vezes sugere que os impactos eram comuns na formação dos planet

A Pequena Nuvem de Magalhães

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Créditos e direitos autorais : Stéphane Guisard O navegador português Fernão de Magalhães e sua tripulação tiveram muito tempo para estudar os céus do sul durante a primeira circumnavegação do planeta Terra. Como resultado disso, duas maravilhas celestes facilmente visíveis por observadores no hemisfério sul são conhecidas por Nuvens de Magalhães. Sabe-se agora que essas nuvens cósmicas são galáxias anãs irregulares, satélites da nossa espiral maior, a Via Láctea. A Pequena Nuvem de Magalhães, retratada acima, na verdade se estende por 15.000 anos-luz aproximadamente e contém várias centenas de milhões de estrelas. A cerca de 210.000 anos-luz de distância na constelação Tucana, ela é a quarta mais próxima das galáxias satélites da Via Láctea, depois das galáxias anãs do Cão Maior e Sagitário e da Grande Nuvem de Magalhães. Esta deslumbrante vista também inclui dois aglomerados estelares globulares em primeiro plano, NGC 362 (abaixo à direita) e 47 Tucanae. O espetacular 47 Tucanae est

Radiação Galáctica Proveniente de Explosões de Raios-Gama Pode Ter Originado Eventos de Extinção em Massa na Terra

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Explosões de raios-gama originadas em explosões de supernovas e em colisões entre estrelas podem ter danificado a camada de ozônio da Terra no passado e levado a extinções em massa. A camada de ozônio da Terra protege o planeta de emissões perigosas como os raios ultravioletas que nos atingem e que podem causar mutações genéticas. Os pesquisadores estão procurando por uma relação entre explosões de raios-gama e extinções em massa registradas nos fósseis. Eventos de emissão de radiação interestelar curtos, parecem ser mais devastadores à medida que uma grnade quantidade de radiação é emitida.  “Nós descobrimos um tipo de explosão de raios-gama, a chamada explosão de raios-gama curta, que é provavelmente mais significante do que explosões de raios-gama maiores”, disse o astrofísico Brian Thomas da Universidade de Washburn. Essas explosões duram menos de um segundo e acreditam os cientistas elas tenham origem na colisão entre duas estrelas de nêutrons ou possivelmente na colisão entre doi

NASA anuncia novidades sobre Mercúrio

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Se juntássemos toda a cinza vulcânica presente na superfície de Mercúrio, seria suficiente para cobrir uma área duas vezes maior do que o estado de Goiás com uma camada de mais de 6.000 metros. Esse é apenas uma das novas revelações que pesquisadores da agência americana NASA fizeram, no último dia 30, sobre o primeiro planeta do sistema solar. As descobertas, em sua maioria, são mérito direto da sonda Messenger, de 446 milhões de dólares. É um artefato que está no espaço desde 2004, entrou na órbita de Mercúrio em março desse ano, e forneceu informações para sete relatórios sobre o planeta recentemente. A faceta vulcânica de Mercúrio foi um dos pontos de maior destaque das novas pesquisas. Conforme apurou a sonda, através de imagens em alta definição, crateras de quase 2 quilômetros de profundidade foram cobertas de lava até a boca. Ao longo da história do planeta, que tem aproximadamente 4 bilhões de anos, houve a formação dessas “planícies” vulcânicas. Juntas, elas perfazem 6% da s

Astrônomos encontram planeta perdido nos dados do Hubble

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A estrela HR 8799 têm os únicos exoplanetas que foram fotografados diretamente - ou, pelo menos, os únicos que foram encontrados nas fotografias até agora.[Imagem: NASA; ESA; STScI, R. Soummer] Vistos diretamente Astrônomos descobriram dois planetas extrassolares - ou exoplanetas - reanalisando dados coletados pelo telescópio espacial Hubble em 1998. Esta é a segunda vez que isto acontece, e nos mesmos dados: em 2009, o astrônomo canadense David Lafreniere encontrou um planeta extrassolar no arquivo morto do Hubble. As duas descobertas são importantes porque representam os únicos casos de exoplanetas fotografados diretamente. Os exoplanetas são encontrados por meio variações na luz emitida por suas estrelas ou por pequenos "sacolejos" induzidos em sua órbita por seus planetas - desta forma, os astrônomos não conseguem vê-los diretamente, porque sua luz é fraca demais em comparação com a luz das suas estrelas. O que os cientistas fizeram foi criar uma técnica para "mas

A Lua tem até 10 vezes mais titânio que a Terra, diz estudo

A Lua tem até 10 vezes mais titânio do que a Terra e é "colorida", revelaram nesta sexta-feira astrônomos que confeccionaram um novo mapa do satélite natural do nosso planeta a partir das imagens capturadas por um equipamento especial.  "Quando se olha para a Lua, parece que a superfície tem tons de cinza, pelo menos para o olho humano", informou em Nantes (oeste da França) Mark Robinson, da Universidade do Estado do Arizona (Estados Unidos), que observou a superfície lunar graças a instrumentos instalados na sonda de reconhecimento americana LRO. "Mas usando os instrumentos adequados, a Lua aparece cheia de cores", acrescentou Robinson, que acompanhou em Nantes, onde se realizou um congresso sobre o estudo dos planetas, a Brett Denevi, da Universidade John Hopkins de Baltimore (Maryland, Estados Unidos).  "As planícies lunares parecem avermelhadas em alguns lugares e azuis em outros. Apesar de tênues, estas variações coloridas nos dão importantes in

Um Estranho Nascer do Sol Sobre a Argentina

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Créditos e direitos autorais : Luis Argerich Por que na imagem acima o Sol está nascendo de maneira tão estranha? Ninguém sabe ao certo. O que todos nós sabemos é que a imagem acima que mostra um nascer do Sol pouco comum foi registrada no mês de Setembro de 2011 desde Buenos Aires, na Argentina. O corpo de água visto em primeiro plano na imagem é o Rio de La Plata, considerado por muitos o rio mais largo da Terra. Embora a imagem acima seja na verdade uma combinação de uma exposição normal e de uma exposição muito curta necessária para evitar a super saturação causada pelo brilho do Sol, o fotógrafo viu essas estruturas com os próprios olhos, segundo seu depoimento, indicando que esse efeito não foi causado por reflexões ou distorções na lente da câmera. O que parece braços nessa monstruosa ilusão pode na verdade ser, por exemplo, nuvens de nível baixo, espessas o suficiente para espalhar a luz do Sol sem bloqueá-la completamente. Adicionalmente, a distorção visível na parte inferior