Telescópios Hubble e Chandra caçam buracos negros errantes vagando por galáxias anãs
A presença de buracos negros supermassivos no coração de grandes galáxias é um fato bem conhecido, mas a velocidade com que eles atingiram tamanhos colossais intriga a ciência. Recentemente, dados do telescópio James Webb revelaram gigantes totalmente formados quando o Universo tinha menos de 1 bilhão de anos. Essa precocidade desafia as teorias tradicionais de crescimento lento por alimentação e fusão. Para resolver esse mistério, astrônomos estão mudando o foco para as galáxias anãs, sistemas pequenos e menos turbulentos que podem atuar como um arquivo vivo do início do cosmos. Uma pesquisa liderada por Megan R. Sturm, da Universidade Estadual de Montana, utilizou uma estratégia de observação combinada para investigar esses ambientes. Ao unir a visão óptica do telescópio Hubble com a sensibilidade aos raios X do observatório Chandra, a equipe buscou identificar buracos negros que não estao onde deveriam. Em vez de ocuparem o centro galáctico, esses objetos parecem vagar pelas pe...