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Galáxia "fantasmagórica" pode ajudar a desvendar origem do universo

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A DGSAT I foi descoberta em 2016 e está intrigando os cientistas com suas características incomuns DGSAT I (ESQUERDA) É UMA GALÁXIA ULTRA-DIFUSA QUE NÃO TEM MUITAS ESTRELAS COMO GALÁXIAS NORMAIS (DIREITA) (FOTO: A. ROMANOWSKY/UCO/D. MARTINEZ-DELGADO/ARI)
Uma galáxia fantasmagórica tem intrigado os cientistas: ela brilha com apenas um vislumbre fraco de luz das estrelas e não sofreu alterações desde seu surgimento. O mais curioso: os astrônomos não têm ideia de como ela se formou e foi parar lá, mas compartilharam suas conclusões sobre o fenômeno em pesquisa publicada na revista Monthly Notices da Royal Astronomical Society.
Encontrada em 2016, a DGSAT I é uma galáxia ultra-difusa (UDG), o que significa que é tão grande quanto uma galáxia normal mas emite pouca luz das estrelas. Essa diferença pode ser importante para desvendar mistérios sobre a origem do universo, considerando que ela sofreu poucas alterações ao lingo dos anos. Segundo os pesquisadores, "não tem havido muita ativida…

Conheça as impressionantes teorias que explicam os enigmas do Universo

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Alguns enigmas perseguem a humanidade: será que os buracos negros são portais para o desconhecido? Existem outros universos?
Confira alguma das perguntas mais inquietantes e algumas das mais impressionantes teorias correspondentes.
O universo se expande cada vez mais rapidamente: A teoria do Big Bang continua sendo a predominante para explicar a origem do universo. De acordo com ela, após a explosão, o Universo se expandiu e se tornou menos denso e mais estável; porém, a expansão avança. O fato curioso é que sua velocidade parece estar se acelerando e, seguindo assim, os cientistas especulam várias consequências. Uma dessas hipóteses, conhecida como a do Grande Rebote, afirma que poderá haver uma nova explosão, e o processo vai se repetir ciclicamente.
Existem outros universos? Muito comum na ficção científica, e uma incógnita para a ciência, é a possibilidade de que existam outros universos dentro de algum tipo de “multiverso”. Trata-se de um mistério de difícil comprovação, uma vez qu…

Estudo revela quanta luz é produzida por todas as estrelas do universo

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Apesar de a luz produzida por elas ser muito grande, a quantidade de fótons que de fato chegam até nós é muito menor Estrelas existem no universo há mais de 10 bilhões de anos. A luz que elas emitem chega à Terra muito mais fraca. (Felix Mittermeier/Pixabay)
Cientistas da Universidade Clemson, na Carolina do Sul, EUA, conseguiram medir toda a luz produzida por estrelas ao longo de toda a história do universo observável. A estimativa é de que o universo tenha 13,7 bilhões de anos e que as primeiras estrelas tenham começado a surgir algumas poucas centenas de milhões de anos depois disso. Atualmente, acredita-se que exista um trilhão de trilhão de estrelas — isto é, 10 elevado a 24, ou 10 seguido por mais 23 zeros. Usando o telescópio Fermi de raios gama da NASA, os pesquisadores de Clemson buscaram estudar a história de formação desses corpos. O artigo que contém as descobertas foi publicado no periódico Science e o resultado encontrado foi inédito. O número determinado pelos cientistas fo…

Astrônomos encontram 300.000 galáxias em um pequeno pedaço do céu

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O universo ficou um pouco mais abarrotado com a descoberta de cerca de 300.000 galáxias em um pequeno pedaço do céu.  Os dados foram coletados pela rede de telescópios Low Frequency Array (LOFAR), na Europa, inspirando dezenas de estudos sobre diferentes tópicos, de campos magnéticos a buracos negros.  Invisíveis ao olho humano, muitas ondas de baixa frequência produzidas pela aceleração de partículas e campos eletromagnéticos permeiam o universo.
Medir esse “zumbido” de ondas de rádio requer um equipamento bastante sensível. O conjunto de 20.000 antenas do LOFAR espalhadas por 48 estações na Holanda e outros países é como ter um enorme olho sensível a rádio na superfície do nosso planeta. Entre suas muitas tarefas, o LOFAR faz uma varredura intensiva do céu noturno em frequências de rádio de cerca de 120 a 168 megahertz, que fornece novas informações sobre uma variedade de fenômenos astronômicos que brilham suavemente.
Até agora, apenas 20% da pesquisa foi concluída, e cientistas de to…

Onde o Universo está escondendo sua matéria perdida?

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Créditos: Ilustração: Springel et al. (2005); Espectro: NASA / CXC / CfA / Kovács et al. Os astrónomospassaram décadas à procura de algo que pareça ser difícil de perder: cerca de um terço da matéria "normal" no Universo. Novos resultados do Observatório de Raios-X Chandra, da Nasa, podem tê-los ajudado a localizar essa indescritível extensão de matéria perdida. A partir de observações independentes e bem estabelecidas, os cientistas calcularam com segurança quanto da matéria normal - que significa hidrogênio, hélio e outros elementos - existia logo após o Big Bang. No tempo entre os primeiros minutos e o primeiro bilhão de anos, grande parte da matéria normal entrou na poeira cósmica, gás e objetos como estrelas e planetas que os telescópios podem ver no Universo atual. O problema é que quando os astrônomos somam a massa de toda a matéria normal no Universo atual, cerca de um terço dela não pode ser encontrado. (Esse assunto ausente é distinto da matéria escura ainda misterios…

Atenção, o Big Rip vem aí!

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Desde há milhares de anos que as pessoas colocam as mesmas perguntas sobre o Universo em que vivemos. Será ele infinito, ou tem um limite? Existiu desde sempre ou, em caso contrário, que idade tem? Há cerca de 100 anos, um astrónomo fez uma importante descoberta que nos ajudou a responder a estas questões: percebeu que o Universo está a crescer. Essa descoberta disse-nos que o Universo não teve sempre o mesmo tamanho, e que provavelmente nem sempre existiu. A maior parte das pessoas acredita agora que o Universo nasceu no Big Bang (uma espécie de explosão) que ocorreu há 14 mil milhões de anos. Ele tem estado em expansão desde essa altura. O Universo que vemos hoje em dia é milhares de milhões de vezes maior do que quando era muito jovem. Mas isso não é tudo. Podemos observar que as galáxias se estão a afastar umas das outras, e que as que estão mais longe se movem a maior velocidade. Por outras palavras, o Universo cresce cada vez mais depressa. Para melhor percebermos a forma como o Un…

A Visão Profunda do Universo do Telescópio Hubble é agora ainda mais surpreendente!

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A nova versão da imagem profunda do Hubble. Em cinza escuro é a nova luz que foi encontrada em torno das galáxias neste campo. Essa luz corresponde ao brilho de mais de 100 bilhões de sóis.Crédito: AS Borlaff et al. Uma das imagens mais famosas do Telescópio Espacial Hubble espreitou ainda mais profundamente no cosmos do que os cientistas pensavam. Essa foto é o Hubble Ultra-Deep Field (HUDF), que combina centenas de imagens tiradas pelo telescópio espacial ao longo de vários anos para a visão mais profunda do universo já criado. A foto composta de um pequeno pedaço do céu contém 10 mil galáxias, estimaram os astrônomos. (O HUDF também se refere a esse pedaço do céu, não apenas a imagem dele.)
Agora, os pesquisadores têm reprocessado meticulosamente a imagem icônica, recuperando muita luz adicional, segundo um novo estudo.  O que fizemos foi voltar ao arquivo das imagens originais, diretamente como observado pelo HST, e melhorar o processo de combinação, visando a melhor qualidade de i…

Como buracos negros massivos nasceram, no início do universo?

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Inacreditavelmente, a luz liberada em torno dos primeiros buracos negros massivos é tão intensa que tem viajado até nós por mais de 13 bilhões de anos-luz. Como esses monstruosos buracos negros se formaram, no início do universo?
Novas pesquisas conduzidas por cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA), Universidade da Cidade de Dublin (Irlanda), Universidade Estadual de Michigan (EUA), Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) e IBM apontam um caminho promissor para resolver este enigma cósmico.
A equipe mostrou que, quando galáxias se reúnem de forma extremamente rápida e por vezes violenta, isso pode levar à formação de buracos negros muito massivos. Nestas galáxias raras, a formação normal de estrelas é interrompida, dando lugar a formação destes curiosos objetos.
Novo paradigma
Antes, os cientistas pesavam que a formação maciça de buracos negros era limitada a regiões bombardeadas pela poderosa radiação de galáxias próximas. O novo estudo, no entanto, indica que burac…

Galáxias ativas apontam para nova física na expansão do cosmos

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Impressão de artista de quasares, os núcleos de galáxias onde um buraco negro supermassivo está a puxar matéria dos seus arredores a velocidades muito elevadas, localizados a distâncias cada vez maiores. À medida que o material cai para o buraco negro, forma um disco giratório que irradia no visível e no ultravioleta; esta radiação, por sua vez, aquece os eletrões próximos, produzindo raios-X. A relação entre o brilho ultravioleta e raios-X dos quasares pode ser usada para estimar a distância até estas fontes - algo que é notoriamente complicado em astronomia - e, em última análise, estudar a história da expansão do Universo. Uma equipa de astrónomos aplicou este modelo a uma grande amostra de quasares observados pelo XMM-Newton para investigar a história do nosso cosmos até há 12 mil milhões de anos e descobriu que pode haver algo mais na expansão inicial do Universo do que o previsto pelo modelo cosmológico padrão. Crédito: ESA (impressão de artista e composição); NASA/ESA (galáxias…

Vendo a dobra pode ajudar a resolver debate sobre rapidez da expansão o Universo

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Imagem, pelo Telescópio Espacial Hubble, de um quasar com imagem dupla.Crédito: NASA, Tommaso Treu/UCLA e Birrer et al.
A questão de quão rapidamente o Universo está a expandir-se tem intrigado os astrónomos há quase um século. Estudos diferentes continuam a obter novas respostas - o que faz com que alguns investigadores se perguntem se estão a negligenciar um mecanismo-chave na "maquinaria" que impulsiona o cosmos.
Agora, ao descobrirem uma nova maneira de medir quão rapidamente o cosmos se está a expandir, uma equipa liderada por astrónomos da UCLA (University of California, Los Angeles) deu um passo em direção à resolução do debate. A investigação do grupo foi publicada na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
No coração da disputa está a constante de Hubble, um número que relaciona as distâncias com os desvios para o vermelho das galáxias - quanto a luz é esticada enquanto viaja até à Terra através do Universo em expansão. As estimativas da c…

Universo pode estar em bolha que se expande em outra dimensão

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Pelo novo modelo, nosso Universo estaria galopando em uma bolha expansiva em uma dimensão extra - todo o nosso Universo estaria acomodado no limite dessa bolha em expansão.[Imagem: Suvendu Giri]

Bolha extradimensional
Como têm falhado todas as tentativas experimentais para detectar a energia escura - sem contar a nunca encontrada matéria escura - os teóricos estão se debruçando em novas ideias que possam explicar porque as galáxias giram tão rapidamente sem se esfacelarem e por que o Universo parece estar acelerando sua taxa de expansão.
Astrofísicos da Universidade de Uppsala, na Suécia, publicaram agora um novo modelo para o Universo, um modelo que pode resolver esse enigma. Souvik Banerjee e seus colegas propõem um conceito estrutural no qual nosso Universo emerge e "surfa" por uma bolha em expansão, bolha esta que estaria em uma dimensão adicional.
Outra dimensão espacial
Uma das esperanças para justificar e explicar a energia escura está na chamada Teoria das Cordas. De acor…

Cientistas descobrem a matéria escura 'desaparecida' desde o início do universo

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A matéria escura existe nas galáxias há muito tempo. A maioria das galáxias que já existia há 10 bilhões de anos tinha tanta matéria escura quando elas têm hoje. Isso contraria estudos que sugerem que no início do universo havia menos matéria escura.
“Matéria escura era tão abundante em galáxias em formação no passado distante quanto hoje em dia”, dia Alfred Tiley, astrônomo da Universidade Durham (Inglaterra) e pesquisador principal do trabalho. A pesquisa será publicada na revista Monthly Notices, mas já está disponível no site arXiv.
A matéria escura compõe 85% da massa total de nosso universo conhecido, mas ela não interage com luz, o que dificulta seu estudo. Ao invés de tentar vê-la, os astrônomos devem prestar atenção na força gravitacional que ela exerce sobre matéria comum. Eles observam como estrelas, nébulas e planetas reagem à matéria escura.
A matéria escura tente a se acumular em aréolas ao redor de galáxias. Isso foi descoberto da seguinte forma: de acordo com a lei da gra…