6 de set de 2012

Rastro do Curiosity em Marte pode ser visto do espaço

Nasa divulgou novas fotos da missão de exploração ao planeta vermelho. Pouso do robô completa um mês nesta quinta (6).
Rastros do Curiosity são vistos do espaço (Foto: Nasa/ JPL-Caltech/Universidade do Arizona)
Os rastros deixados pelo robô Curiosity no solo marciano já podem ser vistos do espaço. A Nasa divulgou nesta quinta-feira (6) novas fotos relativas à missão, que foram tiradas tanto por satélites posicionados na órbita de Marte quanto pelo próprio robô. Nesta semana, o robô percorreu uma distância de 30,5 metros – exatamente 100 pés, medida usada nos Estados Unidos – em sua rota mais longa até o momento. Nos próximos dias, o robô fica parado, enquanto a Nasa faz testes no braço robótico e nos instrumentos científicos. Nesta quinta, o robô completa um mês exato desde o seu pouso no planeta vermelho. A distância total que ele já percorreu até o momento é de 109 metros. Na foto feita pelo Mars Reconnaissance Orbiter, um satélite da Nasa que monitora a superfície marciana, o rastro do Curiosity é claramente visível. Os pontos mais escuros no centro da imagem são o ponto de pouso do robô. A partir dali, ele partiu até a posição atual, à direita da foto, deixando seu rastro pelo caminho. As fotos abaixo também foram divulgadas nesta quinta. A primeira mostra o rastro do Curiosity registrado pelo próprio robô. Na segunda, uma câmera posicionada no mastro central tirou uma fotografia de alta resolução do braço robótico, onde fica outra câmera.
Fonte: G1

Telescópio espacial faz 'retrato de família' de galáxias

Galáxias de proporções diferentes interagem entre si. Imagem foi obtida pelo Telescópio Espacial Hubble.
O conjunto entre as galáxias Messier 60 e NGC 4647 é conhecido como Arp 116 (Foto: Nasa/ESA/Hubble)
Astrônomos publicaram nesta quinta-feira (6) o que eles chamaram “retrato de família” de galáxias A imagem foi obtida pelo Telescópio Espacial Hubble, projeto conjunto das agências espaciais dos Estados Unidos (Nasa) e da Europa (ESA). O que a foto mostra é um par de galáxias bastante peculiar chamado Arp 116. Ele é formado pela galáxia elíptica gigante Messier 60, no centro da imagem, e pela galáxia espiral NGC 4647, na parte superior direita da imagem. Há tempos, os cientistas tentam entender se essas duas galáxias tão próximas uma da outra realmente interagem. Estudos recentes baseados em imagens detalhadas fornecidas pelo Hubble confirmaram essa interação. No entanto, eles ainda não sabem detalhes da relação entre esses dois grupos de proporções tão diferentes. Messier 60 está entre as galáxias mais brilhantes da constelação de Virgem. Ela tem 120 mil anos-luz de diâmetro e sua massa é cerca de 1 trilhão de vezes maior que a do Sol. Em seu centro fica buraco negro com massa 4,5 bilhões de vezes maior que a do Sol – que está entre os maiores já identificados. Já a galáxia NGC 4647 é uma galáxia espiral, e tem proporções parecidas com as da Via Láctea. Em extensão, ela tem dois terços do tamanho da Messier 60. Sua massa, porém, é muito menor que a da vizinha.
Fonte: G1

Imagens de forte explosão solar são divulgadas pela Nasa

Erupção na superfície do sol provocou aurora no hemisfério norte da Terra
Imagens mostram momento em que um filamento de gás se desprende da superfície solar
Foto: NASA/SDO/AIA/GSFC/BBC Brasil

Novas imagens divulgadas pelo Observatório de Dinâmica Solar da Nasa mostram uma violenta tempestade no sol, que criou uma aurora boreal na Terra. As fotos, que foram feitas com diferentes comprimentos de onda de luz ultravioleta extrema, mostram filamentos de gás solar formando arcos se estendendo cerca de 800 mil quilômetros acima da superfície no dia 31 de agosto. O fenômeno ocorre quando uma erupção provocada por forças magnéticas instáveis no sol lança plasma - gás aquecido composto de hidrogênio e hélio carregados de eletricidade - no espaço.

Efeito na Terra

De acordo com a agência, estas erupções são provocadas pelo "fechamento" dos fortes campos magnéticos presentes na atmosfera solar, chamada de corona. "Quando estes campos estão fechados, geralmente acima de grupos de manchas solares, a atmosfera solar confinada pode, de repente e violentamente, liberar bolhas de gás e campos magnéticos chamados de ejeção de massa coronal", explicam os cientistas.

Uma grande quantidade de massa coronal pode acelerar milhões de quilômetros por hora em explosões no espaço e entrar em contato com a atmosfera de outros planetas. A Nasa diz que o gás lançado pela explosão do dia 31 de agosto chegou ao campo magnético da Terra, provocando uma aurora no céu do norte do Canadá na noite de segunda-feira.
Fonte: Terra
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