4 de abril de 2019

MESSIER 2 – o maior dos aglomerados globulares

Crédito:ESA/Hubble & NASA, G. Piotto et al.
Aglomerados de estrelas são normalmente registrados por astrofotógrafos e também são alvos bem conhecidos para o Telescópio Espacial Hubble. Essas grande aglomerações de estrelas são objetos impressionantes, e nesse post, apresentamos para vocês, o Messier 2, que certamente não é uma exceção.

O Messier 2 está localizado na constelação de Aquarius, a cerca de 55 mil anos-luz de distância da Terra. Ele é um aglomerado globular de estrelas, um grupo esférico de estrelas todas elas unidas pela gravidade. Com um diâmetro de aproximadamente 175 anos-luz, uma população de 150 mil estrelas e com uma idade de aproximadamente 13 bilhões de anos, o Messier 2 é um dos maiores aglomerados desse tipo e um dos mais antigos associados com a nossa galáxia, a Via Láctea.

A maior parte da massa dos aglomerados está concentrada no seu centro, com estrela brilhantes se estendendo para fora dele. O Messier 2 é tão brilhante que pode ser visto até a olho nu, lógico que dependendo das condições de observação.

Astrônomos farão anúncio de “grande descoberta” sobre buracos negros



Podemos estar prestes a ver a primeira foto de um buraco negro.

Astrônomos de uma rede intergovernamental de pesquisa farão um grande anúncio no próximo 10 de abril sobre buracos negros, de acordo com o Observatório Europeu do Sul. Considerando que o Telescópio Event Horizon está em uma missão para capturar a primeira imagem de um buraco negro, esta pode ser a descoberta da qual os astrônomos vão falar. Se for isso, pela primeira vez, seremos capazes de “ver” o buraco negro no centro da nossa, ou no da nossa vizinha cósmica mais próxima, a galáxia elíptica Messier 87. 

Xis!
Buracos negros são essencialmente invisíveis. Sua imensa gravidade absorve qualquer matéria circundante, incluindo a luz. Isso torna a tarefa de realmente enxergar um buraco negro complemente impossível.  No entanto, na extremidade da poderosa gravidade desse objeto fica o seu “horizonte de eventos”.

O material que se acumula nessa região gira em torno do buraco negro emitindo radiação de alta energia – e essa nós podemos ver.  Nos últimos 13 anos, o Telescópio Event Horizon (que é na verdade uma rede de observatórios de rádio em todo o planeta) tem tentado criar a imagem de dois buracos negros – Sagitário A*, no centro da Via Láctea, e o buraco negro no centro de Messier 87 – a partir desse horizonte de eventos.

Santo Graal
Estes observatórios em todo o mundo concentram seu olhar nas localizações do buraco negro e capturam individualmente sinais de rádio emitidos pelos horizontes de eventos.  Os dados capturados são digitalizados e armazenados em discos rígidos, que são enviados fisicamente às instituições participantes para análise. Como cada telescópio é sincronizado com um relógio incrivelmente preciso, os dados podem ser correlacionados e costurados e, eventualmente – este é o santo graal -, produzir uma imagem do horizonte de eventos de um buraco negro.

A última coleta de dados ocorreu há dois anos, em abril de 2017. Desde então, os astrônomos vêm “montando” o quebra-cabeças. Agora, muitos suspeitam que o anúncio dos próximos dias nos dará a primeira visão real de um buraco negro.  Pode não ser isso, mas um “resultado inovador” que será transmitido simultaneamente em seis locais e quatro idiomas diferentes em todo o mundo certamente nos deixa animados com as possibilidades.

Fique atento
O anúncio oficial terá início às 10h00 (horário de Brasília) do dia 10 de abril. Seja qual for o resultado, o HypeScience o cobrirá.
Fonte: Hypescience.com 
[Cnet]
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