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Mostrando postagens de Maio 29, 2018

Rochas Marcianas podem conter sinais de vida

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O delta da Cratera Jezero, o delta de um rio antigo bem preservado em Marte. Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS/JHU-APL
Uma investigação sugere que rochas ricas em ferro, perto de lagos antigos em Marte, podem conter pistas cruciais que mostram que a vida lá existiu. Estas rochas - que se formaram em leitos de lagos - são o melhor lugar para procurar evidências fósseis de vida de há milhares de milhões de anos atrás, dizem os cientistas.  Um novo estudo que lança luz sobre o local onde fósseis podem e star preservados pode ajudar a procurar vestígios de criaturas minúsculas - conhecidas como micróbios - em Marte, que se pensa ter tido a capacidade para suportar formas de vida primitivas há cerca de 4 mil milhões de anos.
Rochas antigas
Uma equipe liderada por um investigador da Universidade de Edimburgo determinou que rochas sedimentares feitas de barro ou argila compacta são as mais propensas a conter fósseis. Estas rochas são ricas em ferro e um mineral chamado sílica, que ajuda a preservar…

Hubble mostra o universo local em luz ultravioleta

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Dados sobre estrelas e aglomerados de 50 galáxias na nossa ‘vizinhança’ cósmica vão ajudar a melhorar compreensão sobre a formação e evolução destes objetos
Uma equipe internacional de astrônomos criou um catálogo de observações em luz ultravioleta, composto por cerca de 8.000 aglomerados e 39 milhões de estrelas azuis quentes, pertencentes a 50 galáxias. As observações foram feitas usando o Telescópio Espacial Hubble.
A luz ultravioleta é usada para rastrear as estrelas mais jovens e quentes. Essas estrelas têm uma vida útil relativamente curta e são extremamente brilhantes. Os astrônomos obtiveram detalhes, em luz visível e ultravioleta, de 50 galáxias localizadas a não mais de 60 milhões de anos-luz da Terra. 

Físico acredita em “teoria unificada” para o estudo das singularidades do espaço-tempo

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As singularidades são os objetos mais extremos do universo. Elas se formam quando estrelas ficam sem “combustível” e entram em colapso sob seus próprios campos gravitacionais. Quando as singularidades são cercadas por uma superfície de onde nada, nem mesmo a luz, pode escapar, conhecida como horizonte de eventos, este objeto é o que conhecemos como buraco negro.
As singularidades são também um mistério. Isso porque, para explorar a verdadeira natureza das singularidades, precisaríamos de uma teoria que unificasse a relatividade geral e a mecânica quântica. Por enquanto, essa é uma tarefa que ninguém conseguiu realizar.
Porém, em um texto publicado no site da revista Scientific American, o físico Avi Loed, professor da Universidade de Harvard, diz acreditar que seja possível avançarmos até o ponto de chegarmos a uma teoria que nos faça “ver” as singularidades. Mesmo no contexto de propostas específicas para um modelo unificado, como a teoria das cordas, a natureza das singularidades dos …