26 de agosto de 2019

Erupção em estrela de nêutrons estaria relacionada com rajadas de rádio detectadas


Especialistas encontraram semelhanças entre fenômeno e ondas de rádio de baixa frequência emitidas por estrela. 

Uma erupção ocorrida na estrela de nêutros (ou magnetar, na linguagem acadêmica) XTE J1810−197 está ajudando os astrônomos a desvendarem os mistérios que circundam as rajadas de rádio rápidas (FRBs, na sigla em inglês). Isso porque um grupo de especialistas encontrou semelhanças entre as ondas de rádio de baixa frequência emitidas pela estrela e as FRBs.

Os magnetares são estrelas com campos magnéticos extremamente fortes —, 1 quatrilhão (ou 10 bilhões) de vezes mais que o da Terra. A decomposição desse magnetismo alimenta resulta na radiação eletromagnética de alta energia, que pode ocorrer na forma de raios X ou ondas de rádio, por exemplo.

Poucos corpos cósmicos do tipo foram encontrados, pois acredita-se que esse estágio da vida de uma estrela dura muito pouco: apenas 10 mil anos. Contudo, dos magnetares já encontrados, o XTE J1810-197, localizado a 10 mil anos-luz de distância, na constelação de Sagitário, é um dos mais peculiares.

Embora seja o primeiro de quatro magnetares que emitiram ondas de rádio perceptíveis, em 2003, a estrela ficou ativa por cinco anos e, então, "dormente" até 2018. Mas, em dezembro do ano passado, os sinais de rádio voltaram a ser percebidos, graças ao Telescópio de Rádio Gigante Metrewave, na Índia.

Os resultados revelaram uma rápida diminuição na densidade do fluxo de rádio após o início inicial da explosão, o que foi consistente com as observações de 2003. "Semelhante à explosão anterior, a densidade de fluxo de 650 MHz diminuiu em um fator de cerca de 5 ou mais nos primeiros 20 a 30 dias", escreveram os pesquisadores em artigo publicado sobre o assunto.

A relação com as rajadas de rádio rápidas aconteceu por conta dos picos de emissão de rádio que se assemelham ao fenômeno obsevado nos magnetares, mesmo que tenham durado poucos milissegundos. "Essas estruturas podem indicar um elo fenomenológico com as repetidas explosões de rádio que também mostram estruturas de frequência mais detalhadas e interessantes", explicaram os astrônomos.
Fonte: GALILEU

Há 30 anos sonda Voyager 2 visitava Netuno pela primeira (e última) vez

Em 25 de agosto de 1989, a humanidade pôde conhecer melhor o oitavo planeta do nosso Sistema Solar
Há exatamente 30 anos, a sonda Voyager 2, da Nasa, visitou Netuno pela primeira - e última - vez. Era o fim de uma missão que teve como objetivo olhar de perto quatro planetas do nosso Sistema Solar: Júpiter, Saturno, Urano e, claro, Netuno.

Desde então, nenhuma outra nave chegou perto do gigante gasoso, cuja distância do Sol é quase 30 vezes maior que da Terra em relação à estrela-mãe.

A Voyager 2 revelou que o planeta é envolto em nuvens de cor azul-petróleo, o que indica a presença de gás metano. Seis luas e quatro anéis também foram descobertos. “Cada dia aprendíamos algo novo”, lembra, em nota, Ed Stone, que participou do projeto da Voyager.

A sonda deu ainda uma passadinha na maior lua de Netuno, Triton. Os registros apontaram uma superfície geologicamente jovem, além da presença de gêisers ativos. Segundo a Nasa, esse é um indício de que Triton não é apenas uma esfera de gelo, apesar de apresentar a menor temperatura detectada pela Voyager 2: -235 ºC.

Embora não tenha ido mais a Netuno, tanto a sonda Voyager 2 quanto sua gêmea, Voyager 1, continuam viajando pelo espaço e enviando registros sobre o Sistema Solar. Em 2017, a agência espacial norte-americana confirmou que há planos de visitar novamente o planeta entre 2020 e 2023.
Fonte: GALILEU

Estudo mostra que alguns exoplanetas podem ter maior variedade de vida do que existe na Terra


O conceito deste artista mostra como o sistema planetário TRAPPIST-1 pode parecer, com base nos dados disponíveis sobre os diâmetros, massas e distâncias dos planetas da estrela hospedeira, a partir de fevereiro de 2018. 3 dos 7 exoplanetas estão na "zona habitável" , onde a água líquida é possível. Crédito: NASA / JPL-Caltech

Um novo estudo indica que alguns exoplanetas podem ter melhores condições de vida do que a própria Terra. "Esta é uma conclusão surpreendente", disse a pesquisadora Stephanie Olson, "nos mostra que as condições em alguns exoplanetas com padrões de circulação oceânica favoráveis ​​podem ser mais adequadas para suportar vida mais abundante ou mais ativa que a vida na Terra".

A descoberta de exoplanetas acelerou a busca por vida fora do nosso sistema solar. As enormes distâncias a estes exoplanetas significam que são efetivamente impossíveis de alcançar com as sondas espaciais , por isso os cientistas estão trabalhando com ferramentas de sensoriamento remoto, como telescópios, para entender quais condições prevalecem em diferentes exoplanetas. A compreensão dessas observações remotas exige o desenvolvimento de modelos sofisticados de clima e evolução planetária que permitam aos cientistas reconhecer quais desses planetas distantes podem abrigar a vida.

Apresentando uma nova síntese deste trabalho em uma Palestra Keynote no Congresso de Geoquímica Goldschmidt em Barcelona, ​​Dr. Stephanie Olson (Universidade de Chicago) descreve a busca para identificar os melhores ambientes para a vida em exoplanetas:

"A busca da NASA pela vida no Universo está focada nos chamados planetas" zona habitável ", que são mundos que têm potencial para oceanos de água líquida. Mas nem todos os oceanos são igualmente hospitaleiros - e alguns oceanos serão melhores lugares para se viver do que outras devido a seus padrões de circulação global ".

A equipe de Olson modelou as prováveis ​​condições em diferentes tipos de exoplanetas usando o software ROCKE-3-D, desenvolvido pelo Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA, para simular os climas e habitats oceânicos de diferentes tipos de exoplanetas.

"Nosso trabalho tem como objetivo identificar os oceanos exoplanetas que têm maior capacidade de sediar vida globalmente abundante e ativa. A vida nos oceanos da Terra depende de afloramento (fluxo ascendente) que retorna nutrientes das profundezas escuras do oceano às porções iluminadas pelo sol. o oceano onde vive a vida fotossintética. Mais ressurgência significa mais reabastecimento de nutrientes, o que significa mais atividade biológica. Essas são as condições que precisamos procurar nos exoplanetas. "

Eles modelaram uma variedade de exoplanetas possíveis, e foram capazes de definir quais tipos de exoplanetas têm a melhor chance de desenvolver e sustentar biosferas prósperas.
Fonte: Phys.org

Estrela que orbita gigantesco buraco negro apoia teoria de Albert Einstein

Observações de luz vinda de uma estrela que gira em torno de um gigantesco buraco negro no centro de nossa galáxia ofereceram novas evidências para apoiar a teoria da relatividade geral formulada em 1915 por Albert Einstein, informaram astrônomos nesta quinta-feira. Pesquisadores pesquisaram uma estrela chamada S0-2, que ostenta uma massa 10 vezes maior que a do sol enquanto viaja em uma órbita elipsoidal que dura 16 anos em torno do enorme buraco negro chamado de Sagittarius A* que reside no centro da Via Láctea, a 26 mil anos-luz da Terra.
Os cientistas descobriram que o comportamento da luz da estrela enquanto escapava a extrema atração gravitacional exercida pelo buraco negro, que tem 4 milhões de vezes a massa do Sol, corresponde às previsões da teoria de Einstein. O famoso físico propôs a teoria, considerada hoje um dos pilares da ciência para explicar as leis da gravidade e sua relação com outras forças naturais.
Embora a teoria de Einstein se mantenha nas observações dessa estrela em particular, a astrônoma Andrea Ghez, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, disse que ela pode não explicar completamente o que acontece nos mais exóticos ambientes gravitacionais, como os de buracos negros. Essas entidades celestiais extraordinariamente densas podem exercer campos gravitacionais tão fortes que nenhuma matéria ou luz pode escapar deles.
Fonte: EXTRA.GLOBO.COM

Mapeando uma fusão

Crédito: SO/ESA/Hubble & NASA/J. Weaver et al.

Esta imagem incomum mostra o resultado de uma colisão catastrófica entre duas galáxias, a qual ocorreu há cerca de um bilhão de anos atrás. Desta colisão resultou uma única galáxia de forma muito estranha chamada NGC 7252, à qual se deu o curioso apelido de galáxia Átomos para a Paz.

No coração deste resto da fusão podemos ver uma interessante “miniespiral” — um disco de gás brilhante em rotação, onde ocorre formação estelar intensa. Com o auxílio do instrumento VIMOS (Visible Multi-Object Spectrograph) montado no Very Large Telescope do ESO, astrônomos conseguiram medir o movimento do gás no interior deste disco, o que lhes permitiu mapear a sua rotação. As regiões vermelhas indicam gás que se afasta de nós, enquanto as regiões azuis assinalam gás movendo-se na nossa direção.

Em conjunto, estas cores revelam o movimento de rotação contínuo do centro da galáxia, destacando também duas correntes de gás quente a noroeste e a sudeste da região central. Estudos anteriores sugeriram que a espiral central se encontrava girando no sentido contrário ao resto da galáxia, no entanto comparando o movimento das estrelas em torno da galáxia com o gás ionizado por estrelas recém formadas na miniespiral, pudemos agora comprovar que giram na mesma direção.

A criação de um mapa tão detalhado foi possível graças ao IFU (Integral Field Unit) do VIMOS, que permitiu aos astrônomos estudar o gás em NGC 7252 numa visão de “mosaico”. Do mesmo modo que uma mosca vê o mundo, um IFU divide o objeto de estudo em muitas células, ou pixels, gerando um espectro para cada uma delas. A informação resultante é disposta num cubo de dados 3D, particularmente útil para estudar objetos extensos de uma só vez.

Crédito: SO/ESA/Hubble & NASA/J. Weaver et al.

A galáxia Átomos para a Paz obteve este curioso apelido devido à sua semelhança superficial com um núcleo atômico, rodeado pelas órbitas dos seus elétrons. Átomos para a Paz foi o título de um discurso proferido pelo Presidente dos Estados Unidos da América Eisenhower em 1953, numa tentativa de reformular o uso do poder nuclear como uma ferramenta a utilizar para atingir a paz mundial. De maneira algo irônica, esta galáxia tem tudo menos um passado pacífico — formou-se a partir da fusão catastrófica entre duas galáxias menores há quase um bilhão de anos atrás.
Fonte: ESO

Exoplaneta rochoso e do tamanho da Terra não tem atmosfera

Esta impressão de artista mostra o exoplaneta LHS 3844b, com 1,3 vezes a massa da Terra e em órbita de uma estrela anã M. De acordo com observações pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA, a superfície do planeta pode estar coberta sobretudo por rocha vulcânica escura, sem nenhuma atmosfera aparente. Crédito: NASA/JPL-Caltech/R. Hurt (IPAC)

Um novo estudo usando dados do Telescópio Espacial Spitzer da NASA fornece um raro vislumbre das condições à superfície de um planeta rochoso que orbita uma outra estrela que não o Sol. O estudo, publicado esta semana na revista Nature, mostra que a superfície do planeta poderá ser semelhante à da Lua ou à de Mercúrio: o planeta provavelmente tem pouca ou nenhuma atmosfera e pode estar coberto pelo mesmo material vulcânico refrigerado encontrado nas áreas escuras da superfície da Lua, chamadas mares.

Descoberto em 2018 pela missão TESS (Transiting Exoplanet Satellite Survey) da NASA, o planeta LHS 3844b está localizado a 48,6 anos-luz da Terra e tem 1,3 vezes o raio da Terra. Orbita uma estrela pequena e fria, chamada anã M - especialmente interessante porque, dado que é o tipo estelar mais comum e duradouro da Via Láctea, as anãs M podem albergar uma alta percentagem do número total de planetas da nossa Galáxia.

O TESS encontrou o planeta através do método de trânsito, que envolve a deteção de quando a luz observada de uma estrela-mãe escurece por causa de um planeta que orbita entre a estrela e a Terra. A deteção da luz vinda diretamente da superfície do planeta - outro método - é difícil porque a estrela é muito mais brilhante e abafa a luz do planeta.

Mas durante observações de acompanhamento, o Spitzer foi capaz de detetar a luz da superfície de LHS 3844b. O planeta completa uma órbita em torno da sua estrela hospedeira em apenas 11 horas. Com uma órbita tão íntima, LHS 3844b tem muito provavelmente "bloqueio de marés", ou seja, um lado do planeta está permanentemente virado para a estrela. 

O lado diurno tem uma temperatura de aproximadamente 170º C. Sendo extremamente quente, o planeta irradia muita luz infravermelha e o Spitzer é um telescópio infravermelho. A estrela-mãe do planeta é relativamente fria (embora ainda seja muito mais quente do que o planeta), o que faz com que a observação direta do lado diurno de LHS 3844b seja possível.

Esta observação assinala a primeira vez que os dados do Spitzer foram capazes de fornecer informações sobre a atmosfera de um mundo terrestre em torno de uma anã M.

A busca pela vida

Ao medir as diferenças de temperatura entre o lado quente e o lado frio do planeta, a equipa descobriu que existe uma quantidade insignificante de calor sendo transferido entre os dois. Se existisse uma atmosfera, o ar quente do lado diurno expandir-se-ia naturalmente, produzindo ventos que transferiam calor em redor do planeta. Num mundo rochoso com pouca ou nenhuma atmosfera, como a Lua, não existe ar para transferir calor.

"O contraste de temperatura neste planeta é quase tão grande quanto possível," disse Laura Kreidberg, investigadora do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica em Cambridge, no estado norte-americano de Massachusetts, autora principal do novo estudo. "Isto combina maravilhosamente com o nosso modelo de um planeta rochoso sem atmosfera."

A compreensão dos fatores que podem preservar ou destruir atmosferas planetárias é parte de como os cientistas planeiam procurar ambientes habitáveis para lá do nosso Sistema Solar. A atmosfera da Terra é a razão pela qual a água líquida pode existir à superfície, permitindo que a vida prospere. Por outro lado, a pressão atmosférica de Marte é agora inferior a 1% da da Terra e os oceanos e rios que outrora polvilharam a superfície do Planeta Vermelho desapareceram.

"Nós temos muitas teorias sobre o comportamento das atmosferas planetárias em torno de anãs M, mas não temos conseguido estudá-las empiricamente," disse Kreidberg. "Agora, com LHS 3844b, temos um planeta terrestre fora do nosso Sistema Solar onde, pela primeira vez, podemos determinar observacionalmente que uma atmosfera não está presente."

Em comparação com estrelas parecidas com o Sol, as anãs M emitem altos níveis de radiação ultravioleta (embora menos luz no geral), o que é prejudicial à vida e pode erodir a atmosfera de um planeta. São particularmente violentas na sua juventude, expelindo um grande número de proeminências, ou surtos de radiação e partículas que podem arrancar as atmosferas planetárias em desenvolvimento.

As observações do Spitzer descartam uma atmosfera com mais de 10 vezes a pressão da da Terra (medida em bares, a pressão atmosférica da Terra, ao nível do mar, ronda 1 bar). Uma atmosfera entre 1 e 10 bares, em LHS 3844b, foi também quase totalmente descartada, embora os autores notem que poderá haver uma pequena chance de existir caso algumas propriedades estelares e planetárias satisfaçam determinados critérios muito específicos e improváveis. 

Eles também argumentam que, com o planeta tão perto da estrela, uma atmosfera fina seria arrancada pela intensa radiação e pelo fluxo da estrela (frequentemente chamado "vento estelar").

"Ainda estou esperançosa que outros planetas em torno de anãs M consigam segurar as suas atmosferas," disse Kreidberg. "Os planetas terrestres no nosso Sistema Solar são extremamente diversos e espero que o mesmo seja verdadeiro para os sistemas exoplanetários."

Uma rocha despida

O Spitzer e o Telescópio Espacial Hubble já reuniram informações sobre as atmosferas de vários planetas gasosos, mas LHS 3844b parece ser o mais pequeno para o qual os cientistas usaram a luz vinda da sua superfície para aprender mais sobre a sua atmosfera (ou falta dela). O Spitzer usou anteriormente o método de trânsito para estudar os sete mundos rochosos em torno da estrela TRAPPIST-1 (também uma anã M) e para aprender mais sobre a sua possível composição geral; por exemplo, alguns provavelmente contêm água gelada.

Os autores do novo estudo deram um passo em frente, usando o albedo da superfície de LHS 3844b (a sua refletividade) para tentar inferir a sua composição. O estudo publicado na Nature mostra que LHS 3844b é "bastante escuro", de acordo com o coautor Renyu Hu, cientista do JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia, que administra o Telescópio Espacial Spitzer. Ele e os seus coautores pensam que o planeta está coberto por basalto, um tipo de rocha vulcânica. "Sabemos que os mares da Lua são formados por vulcanismo antigo," explicou Hu, "e postulamos que isso pode ter sido o que aconteceu neste planeta."
Fonte: Astronomia OnLine


Uma fantasia passageira

Esta Imagem da Semana do Telescópio Espacial Hubble da NASA / ESA mostra a NGC 5307, uma nebulosa planetária que se encontra a cerca de 10000 anos-luz da Terra. Pode ser visto na constelação Centaurus (O Centauro), que pode ser visto principalmente no hemisfério sul. Uma nebulosa planetária é o estágio final de uma estrela semelhante ao Sol. Como tal, as nebulosas planetárias nos permitem um vislumbre do futuro do nosso próprio Sistema Solar. Uma estrela como o nosso Sol irá, no final da sua vida, transformar-se numa gigante vermelha . 
As estrelas são sustentadas pela fusão nuclear que ocorre em seu núcleo, que cria energia. Os processos de fusão nuclear tentam constantemente separar a estrela. Apenas a gravidade da estrela impede que isso aconteça. 
No final da fase gigante vermelha de uma estrela, essas forças se tornam desequilibradas. Sem energia suficiente criada pela fusão, o núcleo da estrela colapsa em si mesmo, enquanto as camadas da superfície são ejetadas para fora. Depois disso, tudo o que resta da estrela é o que vemos aqui: camadas exteriores brilhantes que cercam uma estrela anã branca , os remanescentes do núcleo da estrela gigante vermelha. 
Este não é o fim da evolução desta estrela - essas camadas externas ainda estão se movendo e esfriando. Em apenas alguns milhares de anos eles terão se dissipado, e tudo o que será deixado para ver é a anã branca que brilha.
Crédito: ESA / Hubble e NASA, R. Wade et al.
Fonte: Spacetelescope.org
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