3 de abril de 2018

Estas imagens inéditas de Marte vão mudar a sua visão sobre o planeta

A fama de Marte como "planeta vermelho" já está bem consolidada, mas se depender das novas imagens que a NASA liberou do nosso vizinho cósmico, todo mundo vai passar a vê-lo com um pouco mais de cor. As fotos foram feitas pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), através das lentes da HiRISE, que, por dez anos, vem registrando imagens surpreendentes do ambiente marciano. 
A resolução é tão boa que os cientistas conseguem examinar a superfície do planeta como se estivessem a uma distãncia de poucos metros — isso inlcui as fotos da colisão da sonda europeia.  Para o delírio dos apaixonados por astronomia, a agência espacial americana divulgou 2054 fotos tiradas nos últimos meses. E aqui estão algumas das melhores. 

Dunas da região conhecida como Amazonis Planitia (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Cratera de milhares de anos que está sendo coberto por areia marciana (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Região conhecida como Ithaca (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Um dos prováveis lugares de pouso da expedição europeia que planeja enviar uma sona a Marte, em 2020 (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Observando o degelo de Marte (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Terreno glacial que parece estranhamente iridescente  (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Cratera Cerberus Palus mostrando sedimentos em camadas (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Conhecidas como "aranhas", estas erupções de poeira são formadas por causa das variações de temperatura do solo marciano (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Um impacto recente de cratera no solo marciano (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Dióxido de carbono que passou do estado sólido para o gasoso, formando estas estranhas formas no polo sul de Marte (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Uma duna no polo norte marciano batizada de "Kolhar", em homenagem ao escritor Frank Herbert (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Um dos prováveis lugares de pouso da expedição europeia que planeja enviar uma sona a Marte, em 2020 (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
A próxima sonda da NASA movida a energia nuclear deverá aterrissar aqui, em 2020 (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Parece uma zebra, mas é só uma duna que possui um depósito mineral em formato oval (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Uma duna gigante e suas ravinas coloridas artificialmente (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Um grande abismo em Marte (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)
Dunas cor de ferrugem, na Cratera Russel  (Foto: NASA/JPL/University of Arizona)

A “partícula de Deus” já pode ter começado a destruição do Universo

Um novo e controverso estudo sugere que, em qualquer lugar distante do espaço, um Bóson de Higgs pode colapsar (ou já ter colapsado), produzindo uma bolha de energia no vácuo em expansão – que acabará engolindo todos nós. O Bóson de Higgs, a famosa “Partícula de Deus“, foi descoberta em 2012, quase 50 anos depois de Peter Higgs ter previsto sua existência, após décadas de pesquisa de físicos que a procuraram incansavelmente.
Segundo um novo estudo de uma equipe de cientistas da Universidade de Harvard, nos EUA, a partícula subatômica pode um dia destruir o Universo. Mais do que isso, o irreversível processo poderia até já estar em cursoDe acordo com o estudo, publicado o mês passado no Physical Review, é possível que a partícula já tenha entrado em colapso sobre si mesma em algum lugar no espaço – o que irá, em “breve”, produzir uma bolha de energia capaz de devorar o Universo.
Essa não é a primeira pesquisa na área da física de partículas com previsões apocalípticas, e diversos estudos avançaram até agora com cálculos sobre a forma como o Universo vai acabar – ou a data em que isso vai acontecer. Em todos eles, felizmente para nós e para os bisnetos dos nossos bisnetos, o Universo acaba daqui a um bom tempo. As estimativas atuais preveem o fim do Universo em 1×10100 anos.
Segundo explica Anders Andreassen, pesquisador da Universidade de Harvard e autor principal da pesquisa, “a destruição do Universo por um Bóson de Higgs é um fenômeno altamente improvável”. Mas, diz o físico, em um Universo infinitamente grande, mesmo as coisas altamente improváveis se tornam inevitavelmente prováveis.  Um dos objetivos do estudo é corrigir todas as aproximações anteriores e obter a data mais exata possível para a eventual destruição do Universo”, que, segundo Andreassen, está mais distante do que se pensava: tudo terminará com uma violenta explosão, daqui a cerca de 1×10139 anos. Um número com 139 zeros.
“A precisão extrema da pesquisa é impressionante”, comenta Ruth Gregory, pesquisadora da Universidade de Durham, no Reino Unido, que questiona a validade das conclusões do novo estudo.  Foram muito precisos, o que não foram capazes é de considerar a gravidade, nem explicar a matéria escura ou a energia escura”, diz à New Scientist a pesquisadora britânica. E, como convém, está lançada a controvérsia na comunidade científica.

O fim chegará sem que a gente perceba

A bolha de energia produzida pelo eventual colapso de um Bóson de Higgs, que até já pode ter acontecido, irá assim um dia atingir a Terra e a engolir por completo (juntamente com uma boa parte desse lado do Universo conhecido). Mas para os humanos (ou algo parecido) que então tenham a infelicidade de viver no nosso planeta, se ainda existir, há uma espécie de boa notícia: nem vão perceber o que aconteceu.
Segundo os autores do estudo, a informação foi há muito tempo proibida pela Teoria da Relatividade de Einstein de viajar mais depressa que a luz. “É empolgante imaginar essa bolha de energia negativa, vindo em nossa direção, à velocidade da luz. Mas nunca a veremos chegar”, diz Andreassen.
Assim, será impossível saber com antecedência se o Fim do Mundo pelo Bóson de Higgs está próximo ou se já aconteceu. Por isso, não vale a pena se preocupar.
FONTE: https://ciberia.com.br
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