De um quintilhão para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
ALMA e JWST revelam grãos de poeira de carbono em escala nanométrica emanando de um sistema estelar binário massivo. Ilustração artística de WR 112, um sistema binário composto por uma estrela Wolf-Rayet massiva e evoluída e uma companheira do tipo OB. À medida que seus ventos estelares colidem, a poeira se forma e espirala para fora, consistindo principalmente de grãos extremamente pequenos, do tamanho de nanômetros, juntamente com uma população secundária cerca de 100 vezes maior. Crédito: NSF/AUI/NSF NRAO/M. Weiss strônomos que utilizam o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) e o Telescópio Espacial James Webb (JWST) da NASA descobriram que algumas das estrelas mais massivas da nossa galáxia emitem grãos incrivelmente pequenos de poeira de carbono — poeira que um dia poderá formar futuras estrelas e planetas. A utilização de ambos os poderosos telescópios foi essencial para esta pesquisa, a fim de revelar toda a poeira produzida por essas estrelas. Esta nova pesquisa...