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Mostrando postagens de maio 15, 2026

O caçador de planetas da NASA, TESS, revela um céu noturno deslumbrante

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O satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA divulgou sua visão mais completa do céu estrelado até o momento, preenchendo lacunas de observações anteriores. Quase 6.000 pontos coloridos espalhados pela imagem mostram a localização de exoplanetas confirmados ou candidatos — mundos além do nosso sistema solar — identificados pela missão até setembro de 2025, ao final da segunda missão estendida do TESS.   Esta imagem de todo o céu foi construída a partir de 96 sectores do TESS. No final de setembro de 2025, quando a última imagem deste mosaico foi captada, o TESS tinha descoberto 679 exoplanetas (pontos azuis) e 5165 candidatos (pontos laranja). O arco brilhante que atravessa o centro é o plano da Via Láctea. A Grande Nuvem de Magalhães pode ser vista ao longo da orla inferior, logo à esquerda do centro. As áreas pretas dentro da oval indicam regiões que o TESS ainda não captou. Crédito: NASA/MIT/TESS e Veselin Kostov (Universidade de Maryland College Park) “Nos ...

Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar

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Astrónomos, utilizando o Telescópio Espacial James Webb, fizeram uma descoberta surpreendente acerca de uma galáxia que existe há muito, muito tempo e que está muito, muito longe: não está a girar.         Com os instrumentos do Telescópio Espacial James Webb, os astrónomos conseguem medir o movimento da matéria no interior das galáxias menos de dois mil milhões de anos após o Big Bang. Para sua surpresa, os astrónomos descobriram uma galáxia que não está a girar como seria de esperar para essa idade do Universo. Crédito: Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA/CIL/Adriana Manrique Gutierrez É algo que só se observa nas galáxias mais massivas e maduras, que estão mais próximas de nós no espaço e no tempo, afirmou Ben Forrest, investigador científico do Departamento de Física e Astronomia da Universidade da Califórnia, em Davis, e primeiro autor do artigo científico publicado a 4 de maio na revista Nature Astronomy. "Esta em particular não apresentava quaisquer i...

Astrônomos propõem local no universo onde o tempo pode fluir de forma diferente

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Novos cálculos indicam que estrelas de nêutrons podem apresentar uma “seta do tempo” invertida devido aos efeitos extremos da gravidade. Estrelas de nêutrons podem mostrar que ainda não entendemos completamente como a entropia se comporta em curvaturas extremas do espaço-tempo. Quando pensamos nos objetos mais extremos do universo, os buracos negros normalmente são os primeiros objetos em que pensamos. Entretanto, existem outros objetos quase tão extremos quanto, mas que poucas pessoas acabam lembrando: as estrelas de nêutrons. Esses objetos surgem após o colapso gravitacional do núcleo de estrelas massivas que explodem como supernovas. O material remanescente é comprimido a densidades tão altas que prótons e elétrons se combinam formando nêutrons. Os fenômenos mais misteriosos e complexos do universo frequentemente estão ligados às estrelas de nêutrons. Entre eles estão explosões de raios gama, magnetares e os pulsares, que emitem pulsos extremamente regulares de radiação. Quando ...

R3 PanSTARRS: Um cometa de Órion

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  Crédito da imagem e direitos autorais: Chester Hall-Fernandez O cometa R3 PanSTARRS talvez seja mais lembrado como um cometa de Órion. Uma das principais razões é que o cometa C/2025 R3 (PanSTARRS) estava próximo do seu auge de visibilidade – em termos de cauda – ao passar em frente à icônica constelação . Embora raros, outros cometas brilhantes também cruzaram Órion, incluindo o Lovejoy em 2015 , o Hale-Bopp em 1997 e o Grande Cometa de 1264. Melhor visível em exposições de longa duração, a imagem em destaque foi capturada na semana passada da Cordilheira Craigieburn, na Nova Zelândia . Visíveis ao fundo da imagem estão a Nebulosa de Órion , o Anel de Barnard e, através da cauda do R3, a estrela brilhante Saiph , a sexta estrela mais brilhante da constelação de Órion. O cometa R3 PanSTARRS continua a perder brilho à medida que se move para o sul, passando pela constelação do Unicórnio ( Monoceros ) nos próximos dias. Apod.nasa.gov