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Astrônomos encontram fronteira final da formação de estrelas na Via Láctea

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Arqueologia galáctica Astrônomos descobriram a fronteira do disco de formação estelar da nossa galáxia, mostrando que a maior parte das estrelas da Via Láctea nasce dentro de um raio de 40 mil anos-luz do centro galáctico. Além dessa fronteira, a formação de novas estrelas cai drasticamente.   Crescimento de dentro para fora e migração estelar na Via Láctea: Dentro do disco de formação estelar (aproximadamente 12 kpc), o gás frio alimenta a formação estelar contínua, produzindo estrelas jovens. Além desse raio, a formação estelar diminui drasticamente. [Imagem: Joseph Caruana/University of Malta] A descoberta, que resolve uma questão antiga da arqueologia galáctica, foi possível ao combinar idades de estrelas gigantes com simulações computacionais avançadas, uma abordagem inédita que revelou um padrão em formato de "U" na distribuição das estrelas por idade. Por décadas, definir onde termina o disco da Via Láctea foi um desafio porque ele não tem uma borda nítida, mas s...

Como é que isto aconteceu? Um planeta gigante orbita uma estrela pequena

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  Observações de um exoplaneta altamente invulgar, TOI-5205 b - por vezes denominado "proibido" -, realizadas pelo Telescópio Espacial James Webb, sugerem que a sua atmosfera contém menos elementos pesados do que a estrela hospedeira. Estas descobertas têm implicações para a nossa compreensão do processo de formação de planetas gigantes que ocorre nas fases iniciais da vida de uma estrela.   Impressão de artista do gigante gasoso TOI-5205 b em órbita de uma pequena e fria estrela vermelha. Crédito: Katherine Caine, Instituto Carnegie Publicadas a semana passada na revista The Astronomical Journal, estas descobertas representam o trabalho colaborativo de uma equipa internacional de astrónomos liderada por Caleb Cañas, do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA, e que inclui Shubham Kanodia, do Instituto Carnegie. TOI-5205 b é um planeta do tamanho de Júpiter que orbita uma estrela que, por sua vez, tem cerca de quatro vezes o tamanho de Júpiter e cerca de 40 por cento da ...

Poderia este buraco negro imitador ser um novo tipo de estrela?

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Parece um buraco negro e curva a luz como um buraco negro, mas na verdade pode ser um novo tipo de estrela. Crédito: Pierre Heidmann / Universidade Johns Hopkins   Embora o objeto misterioso seja uma construção matemática hipotética, novas simulações dos pesquisadores da Johns Hopkins sugerem que pode haver outros corpos celestes no espaço escondidos até mesmo dos melhores telescópios da Terra.  As descobertas serão publicadas na Physical Review D.  Ficamos muito surpresos”, disse Pierre Heidmann, físico da Universidade Johns Hopkins que liderou o estudo. “O objeto parece idêntico a um buraco negro, mas há luz saindo de seu ponto escuro.” A detecção de ondas gravitacionais em 2015 abalou o mundo da astrofísica porque confirmou a existência de buracos negros. Inspirada por essas descobertas, a equipe da Johns Hopkins começou a explorar a possibilidade de outros objetos que poderiam produzir efeitos gravitacionais semelhantes, mas que poderiam passar como buracos negros...

Astrônomos podem ter detectado uma hipotética "estrela estranha" no espaço

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Com uma massa de cerca de três quartos do nosso Sol amontoado em uma bola que poderia ficar confortavelmente dentro de Manhattan, o objeto compacto XMMU J173203.3-344518 é certamente notável. Estranho, até. Talvez bizarro. Possível estrela de quarks identificada por astrônomos da USP Mas é estranho? Um novo estudo realizado por astrofísicos da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal do ABC no Brasil confirma que essa massa incrivelmente densa de matéria estelar pode ser realmente estranha, mas talvez não da maneira que você imagina. No ano passado, pesquisadores do Instituto de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Tübingen, na Alemanha, reavaliaram a distância entre nós e o minúsculo cadáver de uma estrela morta girando dentro do remanescente de supernova HESS J1731-347. A apenas 8.150 anos-luz de distância, a proximidade revisada ficou aquém da estimativa anterior de cerca de 10.000 anos-luz. A nova distância exigiu um novo cálculo das características do obj...