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A energia escura é o maior enigma cosmológico de todos os tempos

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Procurando Sombras (Crédito: Douglas Bowden) Um novo campo? Uma nova força? Ou o poder de nossa própria ignorância? A energia escura representa mais de dois terços do cosmos e persiste em nos manter especulando sobre sua natureza… Já se passaram 16 anos desde que os cientistas notaram que há um misterioso agente fazendo com que o Universo se expanda aceleradamente. Nós ainda não sabemos qual é este agente. Ele se espalha por toda a parte e assim mesmo nós não conseguimos vê-lo. Esta entidade representa dois-terços do Universo, mas não temos a menor ideia de onde ela vem e do que é constituída. Sean Carroll , físico teórico do CALTECH (California Institute of Technology – Pasadena), afirmou: A Natureza ainda não está pronta para nos dar quaisquer pistas sobre isto.  Pelo menos, nós demos um nome para esta besta enigmática: Energia Escura. Agora a caçada vai realmente crescer. Ao final de 2014 os astrônomos irão começar uma nova pesquisa em todo o céu para buscar

O que aconteceria com o planeta se todos os humanos desaparecessem?

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O ano de 2015 mal começou e já estamos sofrendo as consequências do temido aquecimento global, que, segundo estudos, está sendo acelerado pela própria ação do ser humano  e a natureza, claro, está desequilibrada. Mas, e se os seres humanos de repente sumissem a face do planeta, o que aconteceria? Nossa ausência seria sentida? A natureza seria capaz de se regenerar dos abusos sofridos com nosso progresso? Existiriam vestígios de nossa presença ? Segundo Alan Weisman, autor do livro "O Mundo sem Nós", uma grande parte de nossa infra-estrutura física começaria a ruir quase que imediatamente. Sem equipes para a manutenção das ruas, nossos grandes bulevares e rodovias começariam a rachar e a ficar abaulados em questão de meses. Nas décadas seguintes, muitas casas e edifícios comerciais ruiriam, mas alguns itens comuns resistiriam à degradação por um tempo extraordinariamente longo. Panelas de aço inoxidável, por exemplo, poderiam durar milênios, especialmente se f

Exoplaneta recém-descoberto é demasiado grande para sua estrela

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Impressão de artista de HATS-6 e do exoplaneta HATS-6b.  Crédito: ANU Investigadores da ANU (Australian National University, Universidade Nacional Australiana) descobriram um exoplaneta estranho que orbita uma estrela pequena e fria a 500 anos-luz de distância e que está a desafiar as noções de formação planetária. "Encontrámos uma estrela pequena com um planeta gigante do tamanho de Júpiter, orbitando muito perto," afirma George Zhou da Escola de Astrofísica e Astronomia. Deve ter-se formado mais longe e migrado para mais perto da estrela, mas as nossas teorias não conseguem ainda explicar como é que isto aconteceu." Nas últimas duas décadas, foram descobertos mais de 1800 exoplanetas para lá do nosso Sistema Solar, em órbita de outras estrelas. A estrela hospedeira deste exoplaneta, HATS-6, está classificada como uma anã de classe M, um dos tipos mais comuns de estrelas na Galáxia. Embora sejam muito comuns, as estrelas anãs de classe M não são bem compre

5 curiosidades incríveis sobre o Universo

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Os cientistas e astrônomo s cada vez fazem mais descobertas sobre o Universo. Conheça mais 5 curiosidades incríveis sobre o Universo.  Com as mais recentes tecnologias de observação, a exploração visual do espaço consegue registrar estrelas que nascem ou morrem, galáxias em colisão, buracos negros e até planetas fora de nosso Sistema Solar. Segundo um artigo de Charles Q. Choi, do Space.com, durante o seu nascimento no Big Bang, a grande explosão, o Universo se expandiu mais rápido que a velocidade da luz.  De acordo com a NASA, após essa inflação do crescimento, ele continuou a expandir, mas a um ritmo bem mais lento. Assim, conforme o espaço se expandia, o Universo esfriou e a matéria se formou. Para você ter uma ideia, um segundo depois do Big Bang, o Universo já estava cheio de nêutrons, prótons, elétrons, antielétrons, fótons e neutrinos. E já durante os três primeiros minutos, os elementos leves nasceram durante um processo conhecido como nucleossíntese do Big Bang. Em seguida,

Estrelas e matéria escura conspiram juntas

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Simulação por computador de uma galáxia, com a matéria escura colorizada para torná-la visível Semelhanças gravitacionais surpreendentes entre galáxias espirais e elípticas foram descobertas por uma equipe internacional de astrônomos da Universidade de Tecnologia de Swinburne, localizada na Austrália. O que isso significa? Essa semelhança implica na influência de forças ocultas. Na primeira pesquisa desse tipo, feita para capturar um grande número destas galáxias, os pesquisadores mapearam os movimentos de estrelas nas partes exteriores de galáxias elípticas usando o maior telescópio óptico do mundo, que fica no Observatório W.M. Keck, no Havaí (Estados Unidos). Ao combinar os resultados das observações, eles foram capazes de pesquisar um número maior de galáxias, o que, consequentemente, permitiu essa descoberta incrível. De acordo com o professor da Ducan Forbes, foi a sobreposição de tempos do telescópio que deu um novo ponto de vista para o estudo. A equipe, liderada p

Poderá o buraco negro do centro da Via Láctea tornar-se super ativo? Quantas vezes os buracos negros gigantes se tornam hiperativos?

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Painel com imagens compostas das galáxias do aglomerado Abell 644 (à esquerda) e da galáxia SDSS J1021+131 estudados pela pesquisa ChaMP do observatório espacial de raios-X Chandra. Créditos: raios-X - NASA/CXC/Northwestern Univ/D.Haggard et al.; ótico - SDSS. Um novo estudo dos cientistas do Observatório de Raios-X CHANDRA da NASA busca calcular a freqüência pela qual os maiores buracos negros galácticos conhecidos têm sido ativos nos últimos bilhões de anos. Esta descoberta esclarece a forma pela qual os buracos negros podem crescer e pode trazer implicações para a maneira pela qual o buraco negro gigante no centro da nossa galáxia , a Via Láctea, poderá se comportar no futuro. Buracos negros supermassivos se apresentam em cenários diversos A maioria das galáxias, incluindo a nossa, contêm buracos negros supermassivos em seus centros, com massas variando de milhões a bilhões de vezes a massa do nosso Sol. Por razões ainda não totalmente compreendidas, os astrônomos desco

Chandra sugere que buracos negros ingerem doses excessivas de matéria

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A imagem do topo é uma impressão de artista de um quasar. Mostra como um disco espesso em forma de donut, em redor do buraco negro, bloqueia uma quantidade substancial de raios-X que, caso contrário, escapariam do sistema. As imagens em baixo mostram três dos 51 quasares incluídos no estudo. Crédito: ilustração - NASA/CXC/M. Weiss; painéis: NASA/CXC/Penn State/B. Luo et al. De acordo com um novo estudo usando o Observatório de raios-X Chandra da NASA, um grupo de buracos negros gigantes e invulgares pode estar consumir quantidades excessivas de matéria. Esta descoberta pode ajudar os astrónomos a compreender como os maiores buracos negros foram capazes de crescer tão rapidamente no início do Universo. Os astrónomos já sabem há algum tempo que os buracos negros supermassivos - com massas que variam de milhões a milhares de milhões de vezes a massa do Sol e que residem nos centros das galáxias - podem devorar enormes quantidades de gás e poeira que caem na sua atração gravitaci

10 fatos chocantes sobre a Terra

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O nosso planeta Terra é muito mais misterioso do que pensamos. Conheça 10 fatos chocantes sobre a Terra que o vão deixar pasmado. A Terra gira sobre o seu eixo e orbita ao redor sol. O sol, por sua vez, gira em torno do centro da Via Láctea a uma velocidade de 800.000 quilômetros por hora. Como se isso já não fosse chocante o suficiente, o universo se manteve praticamente intacto desde a sua criação e até aos nossos dias. O nosso planeta, em toda a sua complexidade, é apenas um pequeno pedaço de um quebra-cabeça muito maior e que ainda está loooonge de ser completado. Mesmo no auge da nossa insignificância, ainda temos uma composição e lógica de funcionamento interno que são absolutamente extraordinários. 10. Há uma cordilheira vulcânica que se espalha pelo mundo -  A dorsal mesoatlântica é uma imensa gama de vulcões subaquáticos. Ela existe devido a erupções vulcânicas de lava basáltica que ocorrem entre as placas tectônicas. Estas erupções ajudam a produzir a crosta mais nova

Se depender dos japoneses, elevador espacial deve ficar pronto até 2050

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Quem nunca pensou em viajar para fora do planeta e entrar em contato com a vastidão do espaço, hein? Até agora, as opções para sair da Terra são: se tornar um astronauta, ser um cientista ou ainda bancar uma viagem privada com um montante considerável de dinheiro. Porém, esses dias de restrição podem estar contados se depender da empresa japonesa Obayashi. Ela pretende construir um elevador espacial que pode alcançar uma altura de 96 mil quilômetros no espaço até 2050. A ideia é implementar elevadores que podem carregar até 30 pessoas em uma viagem de cerca de sete dias para o topo da construção, uma estação espacial feita especialmente para abrigar e servir de ponto turístico para esses futuros viajantes. Calcula-se que o custo para esse transporte pode chegar a menos de 1% de trajetos similares usando foguetes de propulsão tradicionais. Pensando na tecnologia do amanhã Tanto a NASA como a Google – através de seu laboratório Google X – têm planos para elevadores espaciais

Uma calota polar em Plutão?

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A sonda New Horizons segue em desabalada carreira na direção de Plutão, por onde passará em 14 de julho, e os cientistas da Nasa não escondem a empolgação com as descobertas que parecem vir a cada novo conjunto de imagens. Nas últimas, eles encontraram evidências de que talvez o planeta anão tenha uma calota polar. Concepção artística de Plutão e sua lua Caronte, prestes a ficar velha com a passagem da New Horizons (Crédito: Nasa) O objeto ainda não passa de um punhado de pixels nas capturas feitas pela câmera telescópica de bordo (LORRI, para os íntimos), mas é um punhado de pixels respeitável, graças a uma técnica desenvolvida pelos cientistas para extrair a máxima quantidade de dados de cada imagem. Usando um processo que eles chamam de deconvolução e que combina o processamento de diversas imagens brutas em conjunto para operar sua mágica, o pessoal da New Horizons já enxerga alguns traços na superfície de Plutão. Foi graças a esse esforço que eles conseguiram not