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FELIZ 12/12/12!

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Imagem por Stefano De Rosa, Itália Para aqueles que não têm muita confiança se o céu realmente existe, essa imagem pode ser reconfortante. No começo da manhã, a imagem acima foi feita mostrando a bela conjunção acima do horizonte leste de dois planetas visíveis a olho nu com a brilhante Lua Crescente. Perto da parte inferior do frame está Mercúrio, um pouco acima do colorido brilho crepuscular, enquanto o planeta Vênus brilha à esquerda do lado iluminado da Lua Crescente. A cena acima é completada com a silhueta da Basílica de São João Bosco, localizada em Castelnuovo Don Bosco, a 20 km da cidade de Turin, na Itália. Uma nota especial sobre a Lua. Não sei se todo mundo sabe, mas as sondas gêmeas da missão GRAIL estão finalizando sua missão de mapear a gravidade do nosso satélite e irão se chocar com a Lua no dia 17 de Dezembro de 2012. Nessa quinta feira, dia 13 de Dezembro de 2012, a NASA irá transmitir uma conferência de imprensa onde poderemos ter mais notícias e informações s

5 motivos pelos quais devemos estar em um multiverso

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A teoria do multiverso prega que o universo em que vivemos não é o único que existe. Na verdade, nosso universo pode ser apenas um entre um número infinito de universos que compõem um “multiverso”. Sei o que você está pensando: “aham, claro”. Embora a ideia realmente soe como algo saído da mais barata ficção científica, há uma física bastante razoável por trás dela. Mais: não há apenas uma teoria que chega a um multiverso: diversas teses físicas independentes apontam para tal conclusão. Na verdade, alguns especialistas acreditam que é mais provável que existam universos ocultos, do que o contrário. Confira as cinco teorias científicas mais plausíveis que sugerem que vivemos em um multiverso :   1 – Universos infinitos Os cientistas não podem ter certeza sobre a forma do espaço-tempo, mas mais provavelmente, ela é plana (em oposição à esférica) e estende-se infinitamente. Se o espaço-tempo dura para sempre, então deve começar a se repetir em algum ponto, porque há um n

como provar que o multiverso existe

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A presença de um “multiverso”, ou seja, vários universos desconectados pode ser possível para explicar a quantidade enorme de energia escura que o nosso universo tem – um assunto polêmico que intriga cientistas do mundo (ou mundos) todo há tempos. Cerca de 74% do universo parece ser feito de energia escura. Outros 22% parecem ser matéria escura, uma misteriosa forma de matéria que só podemos detectar observando sua força gravitacional. No fim, apenas 4% do nosso universo é composto por coisas que podemos ver e tocar; a matéria comum. Por que essa desigualdade? Nenhuma outra teoria existente sobre o nosso universo consegue explicar tal fenômeno. Com a teoria do multiverso, essa quantidade de energia não só se torna explicável, como é inevitável. Outros fenômenos, como a radiação cósmica de fundo e a expansão do universo, também levam a crer na existência de vários universos. O problema é que ainda não temos como provar que estamos em um multiverso. Se daqui é difícil até encon

As primeira estrelas que existiram no universo

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As primeiras estrelas do nosso Universo são um mistério para a ciência. Chamadas de estrelas da População III, até agora nenhuma delas foi registrada por nenhum telescópio. Apesar disto, a ciência já conseguiu deduzir algumas coisas sobre elas. As estrelas que seguiram à população III são as da população II, que depois se seguiram às estrelas da população I. Mas não se sabe com certeza, por exemplo, se as estrelas da população III surgiram antes ou depois das primeiras galáxias. Origem e formação As estrelas da População III se formaram em condições especiais. Sendo as primeiras estrelas do universo, elas se formaram a partir de nuvens de hidrogênio e hélio, ou seja, sem nenhum elemento metálico (das famílias dos metais, na tabela periódica). Esta diferença é crucial, porque as nuvens moleculares das quais as estrelas da população II e I se formaram tinham partículas de poeira, que ajudavam no processo de resfriamento. Além disso, a abundância de hidrogênio e hélio (o univer

Veja o estrago que a Curiosity deixou após pousar em Marte

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O pouso da Curiosity em Marte foi marcante. Literalmente. Imagens da sonda Mars Science Laboratory (MSL) mostram várias crateras que surgiram com o impacto do veículo explorador na superfície marciana. Além das cicatrizes deixadas no planeta vermelho, a nave Curiosity deixou sinais de sua passagem com entulhos e equipamentos que foram ejetados com o pouso. Entre os equipamentos perdidos pela Curiosity está o escudo de proteção contra o calor, a cápsula traseira e um paraquedas, que formaram seis novas crateras em um raio de 12 quilômetros do local do pouso. Apesar da bagunça e do pouso nada sutil, as marcas em solo marciano não são de todo ruins. A NASA já tinha muitas informações sobre objetos que atingem Marte, mas agora será possível entender mais sobre a atmosfera do planeta e a formação de crateras porque os cientistas conhecem a massa, composição, trajetória e formato de cada equipamento. Quer entender como foi o pouso da Curiosity em Marte? Clique no link: http://mars.jpl.

Censo do Universo invisível revela galáxias com surto estelar

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Os desvios para o vermelho funcionam como uma medida do tempo que a luz de cada galáxia tem viajado através do Universo, que por sua vez indica quando é que, na história cósmica, a luz de cada galáxia foi emitida.[Imagem: ESA-C. Carreau/C. Casey/Herschel/SPIRE/HerMES/NASA] Galáxias starburst Combinando as capacidades de exploração do telescópio espacial Herschel e dos telescópios terrestres Keck, astrônomos caracterizaram centenas de galáxias de um tipo conhecido como starburst - com formação explosiva de estrelas. As galáxias starburst - ou galáxias com surto estelar - dão à luz centenas de estrelas por ano, em eventos intensos de curta duração. Em comparação, a Via Láctea, a nossa galáxia, produz em média por ano o equivalente a apenas uma estrela semelhante ao Sol. As galáxias com surto estelar geram tanta luz que deveriam ofuscar a nossa galáxia centenas de milhares de vezes, mas a enorme quantidade de gás que lhes serve de combustível contém também muita poeira, que tant

Hubble Registra Imagens Iniciais da Mancha Vermelha Júnior em Júpiter – Arquivo 2006

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Em Maio de 2006, o Telescópio Espacial Hubble dava aos astrônomos a visão mais detalhada até então de uma segunda mancha vermelha emergindo em Júpiter. Pela primeira vez na história, os astrônomos estavam testemunhando o nascimento de uma nova mancha vermelha no planeta gigante, localizado a meio bilhão de milhas de distância. A tempestade tinha aproximadamente metade do diâmetro da sua prima maior e legendária, a Grande Mancha Vermelha. Os pesquisadores sugeriam na época que essa nova mancha poderia estar relacionada com as mudanças climáticas de grande escala na atmosfera de Júpiter. As imagens foram feitas pela Advanced Camera for Surveys do Hubble entre os dias 8 e 16 de Abril de 2006, e publicadas em 4 de Maio de 2006 no HubbleSite. Créditos: http://blog.cienctec.com.br

As Anomalias de Gravidade na Lua

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Imagem pela NASA / JPL -Caltech / CSM Como toda missão espacial que é uma melhoria de uma versão anterior, esperava-se da missão GRAIL que os mapas crustais e gravitacionais da Lua fossem refinados, e foi isso que aconteceu. Mas o que mais anima os pesquisadores e quem está envolvido com missões como essa, são as descobertas inesperadas, as surpresas, e no caso da missão GRAIL a mais única e impressionante descoberta foram as anomalias lineares de gravidade que aparecem mostradas na imagem acima superior em vermelho e que foram derivadas do mapa localizado na parte esquerda inferior da imagem. Os três globos na parte inferior mostram os gradientes de gravidade, mapeando os locais onde a força da gravidade muda rapidamente em uma área geográfica relativamente pequena. As linhas vermelhas são onde a gravidade aumenta rapidamente e as linhas em azul onde ela diminui. Os maiores gradientes ocorrem onde existe uma concentração ou uma deficiência anômala de massa, que ao redor das

O Futuro do Curiosity: Mapeamento Montanhoso

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Todo o planeta Terra parecia seguir a angustiante descida do rover Curiosity para a superfície de Marte. As primeiras descobertas do Curiosity mostraram que a água líquida já fluiu à superfície de Marte, mas as grandes descobertas ainda estão por vir, incluindo o Monte Sharp, com 5 km de altura. As câmaras do Curiosity mostram o Monte Sharp à distância. O rover começará a subida do monte daqui a uns meses, seguindo a história geológica marciana à medida que sobe cada vez mais e examina no máximo 4,5 mil milhões de anos de material planetário. Crédito: NASA/JPL O rover Curiosity tem sido uma presença quase constante nas notícias desde que chegou à superfície do Planeta Vermelho em Agosto. Mas mesmo com tudo o que o Curiosity já fez, os seus dias mais emocionantes ainda estão pela frente, afirma o geólogo Ralph Millikin, da Universidade de Brown e cientista da missão da NASA. Milliken é um cientista participante da missão e regressou à sua Universidade após passar três meses a t

Ondas espaço-temporais podem ter sido encontradas pela primeira vez

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Ondas no espaço-tempo , também chamadas de ondas gravitacionais, são produzidas por objetos massivos sendo acelerados, como dois buracos negros em um par binário. Quanto mais massa tem os buracos negros, mais rapidamente eles se movem, e mais poderosas são as ondas gravitacionais. A medição destas ondas será um teste poderoso da relatividade geral, e vai apresentar uma nova forma de sondar o universo. Mas conseguir esta medição tem se mostrado um desafio tremendo. Um dos detectores propostos para tanto, o detector espacial, foi cancelado por falta de financiamento. Nosso melhor detector terrestre, conhecido pela sigla LIGO (“Laser Interferometer Gravitational-wave Observatories” ou “observatório de ondas gravitacionais de interferometria laser”), está fechado até 2014, quando uma atualização nos equipamentos, que começou em 2008, deve ser concluída. O que fazer enquanto o LIGO não fica pronto? Uma das coisas é observar cuidadosamente pulsares que estejam apontando direto pa

O Que Está Gerando Os Canais Observados No Asteroide Vesta?

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Em análises preliminares das imagens da missão Dawn da NASA, os cientistas haviam registrado intrigantes canais que esculpem as paredes das crateras geologicamente jovens do gigantesco asteroide Vesta. Liderados por Jennifer Scully, membro da equipe da missão Dawn na Universidade da Califórnia, Los Angeles, esses cientistas encontraram canais estreitos de dois tipos registrados nas imagens feitas pela câmera de enquadramento da sonda Dawn, uns parecidos com linhas retas e outros que cavam a superfície do asteroide de forma mais sinuosa finalizando em depósitos na forma de lobos. O mistério, contudo, é o que criou essas valas? A apresentação dos canais é uma das algumas apresentações que estão sendo feitas pelos membros da equipe da sonda Dawn na conferência desse ano de 2012 da União Geofísica Americana em Sna Francisco. Outros tópicos incluem as crateras em Vesta, a mineralogia do gigantesco asteroide, e os distintos materiais escuros e brilhantes encontrados na superfície

Missão Grail cria mapa mais detalhado da gravidade da Lua

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Esta imagem ilustra a porosidade da crosta das terras-altas lunares, derivada usando dados da densidade obtidos pela missão GRAIL e medições de amostras das missões Apollo, bem como dados obtidos remotamente.Crédito: SA/JPL-Caltech/IPGP Sondas gémeas da NASA em órbita da Lua criaram o mapa de mais alta resolução do campo gravítico de qualquer corpo celeste. O novo mapa, criado pela missão GRAIL (Gravity Recovery and Interior Laboratory), permite aos cientistas aprender mais sobre a estrutura interna e composição da Lua em detalhes sem precedentes. Os dados das duas sondas com o tamanho de uma máquina lava-louça também irão fornecer uma melhor compreensão de como a Terra e outros planetas rochosos se formaram e evoluíram. O mapa do campo gravítico revela uma abundância de características nunca antes vistas com tantos detalhes, como estruturas tectónicas, formações vulcânicas, bacias de anéis, picos centrais de crateras e várias crateras simples com a forma de taça. Os dados também

As Imagens do Telescópio Wise

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Uma pequena coleção de fotos tiradas pelo Wide-field Ifrared Survey Explorer, ou WISE da NASA Galáxia do Redemoinho, ou Messier 51 (M51) Conhecida pelos astrônomos como M51, essa bela galáxia espiral é de grande projeto o que significa que ela tem os braços espirais bem definidos. Acredita-se que a sua companheira menor, a galáxia anã chamada de NGC 5195 é que ajudou a definir e a formar os braços espirais da M51, graças à “dança” gravitacional entre elas. A M51, é também conhecida como Galáxia de Lord Ross, já que foi esse o astrônomo a estudar a sua estrutura espiral pela primeira vez nos anos de 1840. Ela está localizada a 25 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Canes Venatici e possui aproximadamente 81000 anos-luz de comprimento. Nebulosa da Lagoa Nebulosa da Lagoa, Messier 8 ou M8, vista pelo WISE em infravermelho, no centro da imagem, rodeada de estrelas. É composta por nuvens nuvens de gás e poeira onde se formam novas estrelas. Está sit

Imagem da Nebulosa Carina marca inauguração do VLT Survey Telescope

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A Nebulosa Carina, uma espectacular região de formação estelar, foi capturada com grande pormenor pelo VLT Survey Telescope, situado no Observatório do Paranal do ESO. Esta imagem foi obtida com a ajuda de Sebastián Piñera, Presidente do Chile, aquando da sua visita ao observatório a 5 de junho de 2012 e divulgada por ocasião da inauguração do novo telescópio em Nápoles, a 6 de dezembro de 2012. Créditos: ESO. Acknowledgement: VPHAS+ Consortium/Cambridge Astronomical Survey Unit Uma nova imagem da Nebulosa Carina, uma região de formação estelar, foi capturada pelo VLT Survey Telescope, situado no Observatório do Paranal do ESO e divulgada hoje por ocasião da inauguração do telescópio em Nápoles. Esta imagem foi obtida com a ajuda de Sebastián Piñera, Presidente do Chile, aquando da sua visita ao observatório em 5 de junho de 2012. O mais recente telescópio instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, o VLT Survey Telescope (VST, telescópio de rastreio do VLT), foi h

Astrônomos observam início de formação de sistema solar

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Corpo celeste estudado tem 300 mil anos, enquanto Sol tem 4,6 bilhões. Para cientistas, região se parece com o nosso Sistema Solar no passado. Protoestrela acumula a massa em seu redor como um disco; à direita, o processo é mostrado com maior aproximação (Foto: Bill Saxton/NRAO/Divulgação)   Astrônomos anunciaram nesta quarta-feira (5) a descoberta de um corpo celeste que está sendo considerada uma versão “bebê” do nosso Sol. Eles acreditam que a região seja um sistema solar em formação – o mais jovem já observado. O objeto, uma protoestrela que recebeu o nome de L1527IRS, fica na constelação de Touro, a cerca de 450 anos-luz da Terra. Por ora, ela tem apenas um quinto da massa do Sol, mas sua idade também é bem menor – surgiu há cerca de 300 mil anos, enquanto o Sol soma 4,6 bilhões de anos. A jovem estrela traz uma grande quantidade de gás e poeira em seu redor, como um disco. Segundo os cálculos dos cientistas, há massa suficiente para formar sete planetas como Júpiter –

Como identificar vida alienígena mesmo que seja MUITO diferente da nossa?

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No evento TEDxUIUC, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (EUA), Christoph Adami contou uma experiência que teve com a NASA, a agência espacial norte-americana, e como usou seus conhecimentos para ajudá-los a detectar vida fora da Terra. Adami é professor de Ciências Biológicas Aplicadas no Insituto Keck, em Claremont, Califórnia (EUA), e professor visitante da Universidade Estadual de Michigan (EUA). Ele investiga a natureza dos sistemas vivos, usando “vida artificial” – pequenos programas de computador autorreplicantes. O principal foco de sua pesquisa é a evolução darwiniana, que Adami estuda em diferentes níveis de organização (de moléculas simples ao complexo sistema do cérebro). Ele foi pioneiro na aplicação de métodos da teoria da informação no estudo da evolução, e projetou um sistema (Avida) que lançou o uso de vida digital como um instrumento para a investigação de questões básicas da biologia evolutiva. Eis que tudo isso levou a NASA a pedir sua ajuda

47 Tuc Perto da Pequena Nuvem de Magalhães

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Crédito da imagem e direitos autorais: Ivan Eder O aglomerado globular de estrelas 47 Tucanae é uma joia do céu do sul. Também conhecido como NGC 104, ele flutua no halo da Via Láctea juntamente com aproximadamente outros 200 aglomerados globulares de estrelas. Sendo o segundo aglomerado globular mais brilhante, depois somente do Omega Centauri, como visto do nosso planeta, ele localiza-se a aproximadamente 13000 anos-luz de distância e pode ser visto a olho nu perto da Pequena Nuvem de Magalhães (SMC) na constelação de Toucan. Claro, a SMS está a aproximadamente 210000 anos-luz de distância, é considerada uma galáxia satélite da Via Láctea e não está fisicamente perto do 47 tuc. Estrelas nas regiões externas da SMS são vistas na parte superior esquerda dessa vasta paisagem celeste do céu do sul. Em direção ao canto inferior direito com um diâmetro aproximadamente igual ao da Lua Cheia, pode-se ver o denso aglomerado 47 Tuc formado por alguns milhões de estrelas concentradas

Radiogaláxia Hercules A emite jatos de plasma

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Crédito da imagem: NASA, ESA, S. Baum & C. O'Dea (RIT), R. Perley e W. Algodão (NRAO / AUI / NSF), e a equipe da herança de Hubble (STScI / AURA) Por que essa galáxia emite esses jatos espetaculares? Ninguém sabe ao certo, mas provavelmente essa emissão esteja relacionada com um buraco negro supermassivo ativo localizado em seu centro. A galáxia no centro da imagem, é a Hercules A, e aparece como uma galáxia elíptica normal na luz visível. Porém, quando imageada nas ondas de rádio, tremendos jatos de plasma com mais de um milhão de anos-luz de comprimento aparecem. Análises detalhadas indicam que a galáxia central, também conhecida como 3C 348, é na verdade 1000 vezes mais massiva que a Via Láctea e o seu buraco negro central é aproximadamente 1000 vezes mais massivo do que o buraco negro existente no centro da Via Láctea. Mostrado acima está uma imagem da luz visível obtida pelo Telescópio Espacial Hubble sobreposta com imagens de rádio obtidas com o recentemente atuali