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Emissões radioativas no espaço podem explicar origem do universo

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Há algum tempo , cientistas americanos têm observado pequenos “filamentos de rádio” na galáxia, ou seja, pequenas emissões radioativas no espaço, sem uma explicação plausível. Agora, uma nova teoria surge para explicar esse fenômeno e ainda dar suporte a outra teoria: tais emissões seriam resultantes do choque interno de matéria escura, ou matéria negra, que em tese seria a matéria que “originou” todo o universo. A teoria que cita a matéria escura não é nada recente: as primeiras observações nesse sentido datam da década de 1930. Foi nos anos 80, contudo, que se observaram os primeiros filamentos de radiação em nossa galáxia, mas até pouco tempo não se imaginava a razão dessas emissões. A nova explicação para o fenômeno foi formulada pelo Laboratório Fermilab, em Chicago (Illinois, EUA). Basicamente, o que aconteceria é o seguinte: a matéria escura não é uma coisa só, mas numerosas partículas de diferentes tipos, que os cientistas ainda se esforçam para descobrir se podem ser definidas

Proposta de orçamento da Nasa pode cancelar substituto do Hubble

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Congresso americano analisa proposta de gastos da agência para 2012. Cortes chegam a US$ 1,6 bilhão. Proposta será votada nesta quinta. Modelo em tamanho real do telescópio na Alemanha (Foto: EADS Astrium) A proposta de orçamento oferecida pelo Congresso dos Estados Unidos para a Nasa em 2012 corta a verba do Telescópio Espacial James Webb , previsto para ser lançado em 2015 para substituir o Hubble, informa o site especializado Space.com. A proposição será votada nesta quinta-feira (7).O orçamento do Congresso tem quase US$ 2 bilhões a menos do que o que foi pedido pelo presidente americano Barack Obama para a agência. Ao todo, a Nasa teria US$ 16,8 bilhões disponíveis para o próximo ano – um nível parecido com os gastos de 2008. A proposta separa US$ 1,95 bilhões para o novo foguete encomendado para a exploração espacial, após a aposentadoria dos ônibus espaciais. O valor é US$ 700 mil abaixo do recomendado pela Nasa. Fonte : http://g1.globo.com/ciencia-e-saude

Duas Horas Antes de Netuno

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Créditos: Voyager 2, NASA Duas horas antes de realizar sua maior aproximação de Netuno em 1989, a sonda Voyager 2 tirou essa foto aqui reproduzida. Pode-se claramente ver na imagem pela primeira vez de forma colorida e com grande detalhe nuvens do tipo cirros flutuando na alta atmosfera de Netuno. As sombras dessas nuvens podem ser vistas um pouco abaixo delas. A maior parte da atmosfera de Netuno é feita de hidrogênio e hélio, que são invisíveis. A coloração azul de Netuno vem de menores quantidades de metano atmosférico, que absorve de forma preferencial a luz vermelha. Netuno possui os ventos mais rápidos do Sistema Solar com rajadas chegando a incríveis 2000 km/h. Especulações garantem que diamantes podem ser criados nas densas e quentes condições existentes abaixo dos topos das nuvens tanto de Netuno como de Urano. F onte: http://apod.nasa.gov/apod/ap100808.html

Marcadores de Tempo da Lua

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Créditos da Imagem:Jocelyn Sérot, França Os astrônomos amadores quando observam a Lua , normalmente observam as crateras lunares e as bacias, mas grande parte dos cientistas planetários, como por exemplo, Gene Shoemaker e seus colegas no US Geological Survey, concentram suas observações nos detritos que são originados dessas depressões. Nós não podemos saber quando uma determinada cratera se formou mas nós podemos ter confiançaa de que feições cobertas por seus raios e crateras secundárias são mais velhas. As bacias, como são crateras de impacto maiores, emitem uma quantidade de detritos ainda maior sobre a superfície da Lua. O material ejetado por uma bacia no momento de sua formação pode se estender cobrindo metade da superfície da Lua. Esse material ejetado de bacias se transforma então em um fantástico marcador permitindo então aos cientistas separarem cada feição da Lua como sendo mais jovem ou mais velha do que cada evento que formou uma bacia. O marcador de tempo mais jovem de

Origem de Mercúrio pode ser diferente de outros planetas

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As origens de Mercúrio podem ser bem diferentes dos seus planetas-irmãos, incluindo a Terra, com base em descobertas preliminares que mostram ricos depósitos de enxofre no solo, disseram cientistas nesta quinta-feira. As descobertas iniciais da primeira nave a orbitar Mercúrio estão forçando os cientistas a repensar como o planeta mais próximo do sol se formou e o que aconteceu com ele nos últimos 4 bilhões de anos. A nave da Nasa apelidada de Messenger está no terceiro mês de uma missão de um ano. Ela também descobriu evidências de um campo magnético e rajadas regulares de elétrons jorrando através da magnetosfera.  "É quase um planeta novo, nós nunca tivemos este tipo de dado antes", disse o pesquisador-chefe Sean Solomon, do Instituto Carnegie, de Washington. Vulcões aparentam ter desempenhado um papel grande na formação de Mercúrio, fornecendo material novo para preencher a sua superfície cheia de crateras, mas também possivelmente fornecendo uma fonte inesperada de enxo

Arp 78: Uma Galáxia Peculiar em Aries

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Créditos da Imagem e Copyright: Stephen Leshin A peculiar galáxia espiral Arp 78 pode ser encontrada dentro das bordas da constelação de Aries , a aproximadamente 100 milhões de anos-luz além das estrelas e nebulosas da Via Láctea. Também conhecida como NGC 772 , essa ilha do universo tem mais que 100000 anos-luz de diâmetro e apresenta um único braço espiral proeminente externo, que aparece nessa imagem detalhada da Arp 78. Sua galáxia companheira brilhante, a compacta NGC 770 , está localizada acima e a direita da espiral maior. A aparência nebulosa e elíptica da NGC 770 contrasta com as brilhantes estrelas da Via Láctea com suas tonalidades amareladas. Seguindo ao longo das linhas de poeira que varrem a galáxia e alinhando-se com os aglomerados jovens de estrelas azuis, o grande braço espiral da Arp 78 surgiu muito provavelmente devido a interações gravitacionais. Jatos apagados de material parecem conectar a Arp 78 com a sua galáxia companheira mais próxima. Fonte: http://apod.n

ROVER CURIOSITY PODERÁ SUBIR MONTE COM ALTURA DO KILIMANJARO

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Composição colorida da cratera Gale, que tem um monte de sedimentos com cinco quilómetros. Crédito: NASA/JPL/Malin Space Science Systems   No passado dia 24 de Junho, os cientistas da missão Curiosity escolheram os dois possíveis locais de aterragem do rover, de entre uma pequena lista já reduzida para quatro. Num destes locais, o Curiosity terá a difícil tarefa de subir um monte rochoso, tão alto quanto o Monte Kilimanjaro. Há anos que se debate o local de aterragem do veículo, que custou 2,5 mil milhões de dólares e tem lançamento previsto para Novembro. A NASA vai agora reflectir sobre as recomendações dos cientistas da missão, mas não está obrigada e seguir qualquer uma delas. Um das opções é a cratera Gale com 150 km de diâmetro, que tem no seu centro um monte com cinco quilómetros de altura. Este monte contém argilas e minerais de sulfato que requerem água para se formar, sugerindo que foram dispostos em camadas sedimentares quando a água encheu a cratera ao longo de

Tempestade em Saturno tem raios 10 mil vezes mais fortes que os da Terra

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Mancha branca começou a se formar em dezembro. Evento é raro e acontece uma vez a cada 30 anos terrestres. Tempestade gera uma mancha na atmosfera do planeta (Foto: Cortesia/Carolyn Porco/CICLOPS/NASA/JPL-Caltech/SSI" ) Observações feitas com a sonda espacial Cassini e com telescópios terrestres mostram que uma grande tempestade na atmosfera de Saturno tem mais de dez raios por segundo, cada um deles 10 mil vezes mais fortes do que os vistos na Terra, de acordo com resultados de dois trabalhos independentes apresentados nesta quarta-feira (6) na revista científica “Nature”.  Tempestades são comuns na atmosfera do gigante planeta gasoso, tanto quanto na Terra. Elas duram de alguns dias a muitos meses e cobrem uma área média de cerca de 2 mil quilômetros. Mas eventos tão grandes como o analisado agora são chamados de “Grandes Manchas Brancas” e são mais raros: acontecem cerca de uma vez por ano de Saturno – o que equivale a 29,5 anos terrestres. Essa tempestade começou a surgir em

Brasil está na lista de países de maior risco de impacto com asteroide

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Recentemente, especialistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, elaboraram uma tabela classificativa dos países mais propensos a sofrer graves perdas de vidas ou danos catastróficos se um grande asteroide atingir a Terra. O relatório surgiu em seguida de uma rocha espacial do tamanho de uma casa passar dentro de 12.000 quilômetros da Terra no início desta semana. A ameaça da Terra ser atingida por um asteroide é cada vez mais aceita como o único grande desastre natural enfrentado pela humanidade. As consequências para as populações humanas e infraestrutura do mundo são enormes. Um exemplo é a devastação causada por um asteroide que caiu em um local remoto perto do rio Tunguska, na Rússia, em 1908, que demonstrou o impacto que tal acontecimento poderia ter em um lugar povoado. Os resultados destacam os países que enfrentam o maior risco desse perigo natural global e, portanto, indicam que as nações precisam estar envolvidas na diminuição dessa ameaça. Também, cientistas acr

Cientistas explicam a formação de cometas muito frios por elementos muito quentes

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Cometas são corpos gelados constituídos de materiais formados em temperaturas muito elevadas. De onde vêm? Pesquisadores do Centro Nacional da Pesquisa Científica (CNRS) e da Universidade de Franche-Comté, ambos na França, acabam de dar uma explicação física. Eles mostraram como esses materiais migraram das partes mais quentes do interior do Sistema Solar para sua periferia antes de entrar na composição de cometas. Os resultados foram publicados na revista Astronomy & Astrophysics recentemente. Efeito do fotoforese em uma partícula dentro de uma nebulosa primitiva: a partícula se move na direção oposta ao Sol em razão da variação da pressão do gás que é aquecido no lado do “dia” e arrefecido no lado da “noite”. Crédito: O. Mousis. Depois de oito anos de viagem, a missão Stardust da NASA (programa Discovery) trouxe poeira do cometa Wild 2 quando regressou à Terra em 15 de Janeiro de 2006. Os cometas são formados a temperaturas muito baixas (- 223 ° C). No entanto, a análise revelou