Postagens

Estrela da “megaestrutura” volta a chamar a atençã

Imagem
A estrela mais famosa e estranha da nossa galáxia está agindo de novo. Na sexta-feira, 19 de maio, a estrela de Tabby começou a escurecer, continuando sua história de misteriosas mudanças em seu brilho. Os astrônomos estão lutando para apontar tantos telescópios quanto for possível para lá, 1.300 anos-luz de distância, na constelação Cygnus, para decifrar seu estranho sinal. Em 2015, uma equipe de astrônomos liderada por Yale Tabetha Boyajian viu a luz da estrela KIC 8462852 de repente e repetidamente diminuir seu brilho. O astro escureceu até 22% antes de voltar ao normal. Então, em 2016, uma revisão de placas fotográficas velhas revelou que KIC 8462852 escureceu 14% entre 1890 e 1989. Chamada de estrela de Tabby em homenagem a Boyajian, o astro desvaneceu-se por outros 3% durante os quatro anos que foi observado pelo Observatório Espacial Kepler. Os astrônomos descobriram uma enorme variedade de diferentes explicações para o estranho comportamento dela. Alguns dizem que poderia ser por…

Galáxias recém descobertas de crescimento rápido podem resolver puzzle cósmico- e mostram antiga fusão cósmica

Imagem
Impressão de artista de um quasar e de uma galáxia vizinha em fusão. As galáxias observadas por Decarli e colaboradores estão tão distantes que, de momento, não são possíveis imagens detalhadas. Esta combinação de imagens de homólogas próximas dá uma impressão do seu aspeto em mais detalhe. Crédito: MPIA usando material do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA
Astrónomos descobriram um novo tipo de galáxia no início do Universo, menos de mil milhões de anos após o Big Bang. Estas galáxias estão a formar estrelas a um ritmo cem vezes superior ao da nossa própria Via Láctea. A descoberta poderá explicar um achado anterior: uma população de galáxias surpreendentemente massivas 1,5 mil milhões de anos após o Big Bang, que exigiria que tais percursos hiperprodutivos formassem centenas de milhares de milhões de estrelas. As observações também mostram o que parece ser a imagem mais antiga de uma fusão galáctica. Os resultados, por um grupo de astrónomos liderados por Roberto Decarli do Instit…

Observação da transformação de uma supernova em buraco negro

Imagem
Em 2007 o telescópio espacial Hubble observou uma estrela 25 vezes mais massiva que nosso Sol, N6946-BH1, em uma combinação de luz visível e infravermelho, porém em 2009 o brilho da estrela aumentou muito, 1 milhão de vezes mais brilhante que o Sol mais precisamente. Curiosamente, em 2015, a estrela desapareceu (como mostrado na imagem) e apenas uma pequena quantidade de radiação infravermelha foi detectada. Essa radiação pode provir dos detritos “caindo” no buraco negro que se localiza a 22 milhões de anos-luz na galáxia NGC 6946.
Uma curiosidade é que os astrônomos estimam que 30% desse tipo de estrela pode simplesmente se tornarem buracos negros sem passarem pelo processo de supernova. Os astrônomos observaram então o local onde a estrela estava com o telescópio espacial Spitzer e com o LBT (Large Binocular Telescope), que é um telescópio de colaboração internacional entre Estados Unidos, Alemanha e Itália, mas também não houve nem sinal da estrela. Scott Adams sugeriu que essa estr…

Astrónomos confirmam detalhes orbitais do planeta menos compreendido de Trappist-1

Imagem
Animação do planeta h do sistema TRAPPIST-1.Crédito: NASA/JPL-Caltech
Com o auxílio do Telescópio Espacial Kepler da NASA, cientistas identificaram um padrão regular nas órbitas dos planetas no sistema TRAPPIST-1 que confirmou detalhes suspeitos sobre a órbita do seu planeta mais externo e menos compreendido, TRAPPIST-1h. TRAPPIST-1 tem apenas 8% da massa do nosso Sol, tornando-a numa estrela mais fria e menos luminosa. É o lar de sete planetas do tamanho da Terra, três dos quais orbitam na zona habitável da estrela - a gama de distâncias onde a água líquida pode existir à superfície de um planeta rochoso. O sistema está localizado a cerca de 40 anos-luz de distância na direção da constelação de Aquário e tem uma idade estimada entre 3 e 8 mil milhões de anos.
Esta impressão artística mostra a vista da superfície de um dos planetas do sistema TRAPPIST-1. Há pelo menos sete planetas que orbitam esta estrela anã superfria situada a 40 anos-luz da Terra e todos eles têm aproximadamente o m…

Viagem no tempo é possível com TARDIS do espaço-tempo

Imagem
Além de permitir a viagem no tempo, a matéria exótica pode possibilitar a velocidade de dobra - alguns astrofísicos acreditam que haja matéria exótica em estrelas de nêutrons.[Imagem: NASA]
TARDIS matematicamente possível Um matemático e um físico canadenses criaram um modelo matemático para uma máquina do tempo que, ainda que não seja viável no presente, também não se pode dizer que seja impossível de ser construída. David Tsang e Ben Tippett, da Universidade da Colúmbia Britânica, são especialistas na teoria de Einstein e em buracos negros - mas confessam que também gostam de ficção científica nas horas vagas. "As pessoas pensam que viagens no tempo sejam algo ficcional. E nós tendemos a pensar que não é possível porque não o fazemos de fato. Mas, matematicamente, é possível," garante Tippett. E, usando matemática e física, eles provaram. Deduzindo fórmulas e triturando um bocado de números, Tsang e Tippett criaram um modelo matemático de uma TARDIS - o nome foi obviamente dado…

Feixe de energia estranho parece viajar cinco vezes a velocidade da luz

Imagem
Um raio de energia que sai da galáxia M87 parece se mover cinco vezes mais rápido do que a velocidade da luz, conforme medido pelo Telescópio Espacial Hubble. Esta façanha foi observada pela primeira vez em 1995, e tem sido vista em muitas outras galáxias desde então.Se nada pode quebrar o limite de velocidade cósmico, o que está acontecendo aqui?! Um truque de mágica, conforme explica Eileen Meyer, uma das pesquisadoras de um estudo sobre esse assunto, da Universidade de Maryland, nos EUA. Os raios velozes Conhecemos esse raio, um jato de plasma, que é disparado do núcleo de M87 desde 1918, quando o astrônomo Heber Curtis o notou pela primeira vez. Para ser visível de tão longe, ele tinha que ser enorme – cerca de 6.000 anos-luz.
Como os astrônomos modernos agora sabem, praticamente todas as galáxias têm um buraco negro central que periodicamente atrai estrelas e nuvens de gás. Isso aquece o buraco negro, e os campos magnéticos focalizam um pouco desse gás em jatos do plasma quente. Tais…

A nebulosa da borboleta do Hubble

Imagem
Crédito de imagem: NASA, ESA, Hubble, HLA; Reprocessamento e direitos autorais: Jesús M.Vargas & Maritxu Poyal Muitos objetos brilhantes do céu noturno são nomeados em homenagem a flores ou insetos, por conta de seus formatos que lembram as criaturas terrestres. A Nebulosa Borboleta não é nenhuma exceção. Esse apelido, inclusive, é bem mais legal que o chato nome formal NGC 6302. Com uma envergadura que cobre mais de 3 anos-luz e uma temperatura superficial estimada em cerca de 250.000 graus Celsius, a estrela central moribunda desta nebulosa planetária tornou-se excepcionalmente quente, brilhando fortemente na luz ultravioleta, mas escondida da vista direta por um denso cobertor de poeira. Este close-up da nebulosa foi feito pelo telescópio espacial Hubble e teve suas cores reprocessadas. Hidrogênio molecular foi detectado na carcaça cósmica empoeirada da estrela candente. A NGC 6302 fica a cerca de 4.000 anos-luz de distância de nós, na constelação do Escorpião (Scorpius).  Fonte:…

Física “fantasmagórica” de Einstein é usada para criar novo detector de ondas gravitacionais

Imagem
A primeira detecção direta de ondas gravitacionais, um fenômeno predito pela teoria geral da relatividade de Einstein de 1915, foi relatada por cientistas em 2016. Armados com essa “descoberta do século”, físicos de todo o mundo têm planejado novos e melhores detectores de ondas gravitacionais. O professor de física Chunnong Zhao e os doutores Haixing Miao e Yiqiu Ma são membros de uma equipe internacional que criou um projeto particularmente excitante para os detectores de ondas gravitacionais. O novo design é um avanço real porque ele pode medir sinais abaixo de um limite que anteriormente se acreditava ser uma barreira intransponível. Os físicos chamam esse limite de limite quântico padrão. Ele é definido pelo princípio da incerteza quântica. O novo design, publicado na revista Nature nesta semana, mostra que isso pode não ser mais uma barreira. O uso desta e de outras novas abordagens pode permitir que cientistas monitorem colisões de buracos negros e “terremotos espaciais” em todo…

HUBBLE avista LUA em torno do terceiro maior planeta ANÃO

Imagem
O Hubble avistou uma lua em torno do planeta anão 2007 OR10. Estas duas imagens, separadas por um período de quase um ano, revelam uma lua em órbita do planeta anão 2007 OR10. Cada imagem, obtida pelo instrumento WFC3 do Hubble, mostra a companheira numa posição orbital diferente em torno do seu corpo hospedeiro. 2007 OR10 é o terceiro maior planeta anão conhecido, a seguir a Plutão e Éris, e o maior mundo, ainda sem nome, do Sistema Solar. O par está situado na Cintura de Kuiper, um reino de detritos gelados deixados para trás aquando da formação do Sistema Solar.Crédito: NASA, ESA, C. Kiss (Observatório Konkoly) e J. Stansberry (STScI)
O poder combinado de três observatórios espaciais, incluindo o Telescópio Espacial Hubble da NASA, ajudou os astrónomos a descobrir uma lua em órbita do terceiro maior planeta anão, catalogado como OR10 em 2007. O par reside nos frios arredores do nosso Sistema Solar, a que chamamos Cintura de Kuiper, um reino de detritos gelados deixados para trás aqu…

ALMA explora disco de restos de Fomalhaut

Imagem
Fomalhauté uma das estrelas mais brilhantes do céu. A cerca de 25 anos-luz de distância, esta estrela encontra-se muito perto de nós, podendo ser observada a brilhar intensamente na constelação do Peixe Austral. Esta imagem obtida pelo Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) mostra a Fomalhaut (ao centro) circundada por um anel de restos poeirentos — é a primeira vez que uma imagem assim é capturada a tão elevada resolução e sensibilidade nos comprimentos de onda milimétricos. O disco da Fomalhaut é constituído por uma mistura de gás e poeira cósmica de cometas do sistema Fomalhaut (exocometas), libertados quando os exocometas passam uns pelos outros ou chocam entre si. Este meio turbulento assemelha-se a um período primordial do nosso Sistema Solar conhecido por Bombardeamento Intenso Tardio, que ocorreu há cerca de 4 mil milhões de anos atrás. Nesta altura um grande número de objetos rochosos viajava pelo Sistema Solar interior e colidia com os jovens planetas terrestres,…

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...