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SATURNO REGRESSA AO CÉU NOTURNO

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O planeta dos anéis, Saturno, está de volta ao céu noturno. Saturno alcança a oposição - quando se encontra exactamente no lado oposto ao Sol, com a Terra no meio - nas noites de 3 e 4 de Abril. Um efeito colateral deste evento é que Saturno fica no céu toda a noite, nascendo a Este ao pôr-do-Sol, e pondo-se a Oeste quando o Sol nasce. Sendo o mais distante dos planetas visíveis a olho nu (Úrano tecnicamente pode ser observado à vista desarmada, mas é preciso um olho treinado e conhecimento do seu local exacto), Saturno recebe a menor quantidade de luz e por isso reflecte a menor quantidade de luz solar de volta para a Terra. Como resultado, Saturno não é tão brilhante como os outros planetas observáveis a olho nu. Este mapa estelar mostra onde é que o Senhor dos Anéis pode ser observado durante estas noites. Aqui fica outro modo de avistar Saturno: siga o arco da "pega" da Ursa Maior para Arcturo e depois salte para Espiga. Vire para cima de Espiga e aí encontrará Saturno.

A galáxia NGC 247 e o seu disco de poeira

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Galáxia espiral NGC 247. Pensa-se que se encontra a cerca de 11 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Cetus (Baleia). É uma das galáxias mais próximas da Via Láctea e membro do Grupo do Escultor - Crédito: ESO Nova imagem galáxia espiral NGC 247 , obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros no Chile, onde se podem observar nos braços em espiral um grande número de estrelas individuais que compõem a galáxia, assim como muitas nuvens de hidrogénio cor de rosa brilhantes, que marcam regiões de formação estelar ativa. A galáxia espiral NGC 247, uma das galáxias espirais do céu austral mais próximas de nós, faz parte do Grupo do Escultor, um conjunto de galáxias associadas à galáxia do Escultor NGC 253. Este é o grupo de galáxias mais próximo do nosso Grupo Local, onde se encontra a Via Láctea. Para além da própria galáxia (NGC 247), pode observar-se ainda inúmeras outras galáxias a brilhar muito para lá de NGC 247. Em cima à direita

Galáxia NGC 3370

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Crédito: NASA, Hubble Heritage Team e A. Riess (STScI). À frente de um conjunto de galáxias mais remotas encontra-se a majestosa galáxia espiral NGC 3370, em primeiro plano nesta imagem obtida pelo telescópio espacial Hubble. Observações recentes realizadas com a Advanced Camera for Surveys revelam uma intrincada estrutura espiral que contém pontos quentes onde ocorre formação estelar. Mas esta galáxia é mais que apenas uma cara bonita. Há dez anos atrás, NGC 3370, localizada na constelação do Leão, albergou uma das supernovas mais próximas e melhor observadas desde o aparecimento dos modernos detectores digitais. Fonte: http://www.portaldoastronomo.org

Alerta de Observação: Identificada a Nova Sagitarii 2011 #2

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Se você pensa que está olhando para um campo salpicado de estrelas, você está certo. Mas se você olhar com cuidado na imagem verá um apagado círculo com o último fenômeno celeste em seu interior – Nova Sagitarii 2011…#2.  De acordo com o último relatório do AAVSO para imprensa feito por Elizabeth Waagen, “Nós fomos informados pelo Central Bureau for Astronomical Telegram (Central Bureau Electronic Telegram 2679, Daniel W. E. Green, ed.) que Koichi Nishiyama de Kurume no Japão e Kabashima de Myaki também no Japão, relataram a descoberta de uma possível nova com magnitude 11.7 em duas exposições de CCD não filtradas no dia 27 de Março de 2011, por volta das 832 UT. Eles confirmaram o objeto na imagem de 27 de Março de 2011 832 UT. Após ser postado na página Transient Objects Confirmation PAge do Central Bureau (TOCP), o objeto recebeu o nome provisório de PNV J18102135-2305306. O espectro de baixa resolução feito no dia 28 de Março de 2011 às 7:25 UT por A. Arai, M. Nagashima, T. Kajika

Antares

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Antares (canto superior esquerdo) é uma gigantesca estrela. Pertencente a uma classe chamada supergigante vermelha, Antares tem aproximadamente 700 vezes o diâmetro do nosso Sol, é 15 vezes mais massiva e 10,000 vezes mais brilhante. Antares é a estrela mais brilhante da constelação de Escorpião e uma das mais brilhantes do céu nocturno. Antares é aqui vista rodeada por uma nebulosa de gás que ela própria expeliu. A radiação da companheira estelar azul de Antares faz o gás nebular brilhar, como visto na foto do lado. Antares está localizada a cerca de 500 anos-luz de distância. A luz azul da estrela Rho Ophiuchi e suas vizinhas reflectem-na mais eficientemente que a luz vermelha. As nuvens estelares de Rho Ophiuchi, bem em frente do enxame globular M4, são mais coloridas que o olho humano consegue observar - as nuvens emitem em comprimentos de onda que variam entre o rádio e os raios-gama. Fonte: http://www.ccvalg.pt/

Investigação Forense Cósmica Associa Ondulações Nos Anéis dos Planetas a Impactos

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Como cientistas forenses examinando impressões digitais numa cena de crime cósmico, os astrônomos estão trabalhando com dados das sondas Cassini, Galileo e New Horizons, da NASA buscando por pistas e ondulações nos anéis de Saturno e Júpiter, que possam dizer algo sobre as colisões que esses planetas sofreram com fragmentos cometários nos últimos 10 anos. Leia a matéria completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=9954 Ciência e Tecnologia

Galáxia Espiral Magnífica

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Também conhecida como NGC 123 , esta galáxia é dominada fascinante, por milhões de estrelas brilhantes e escuras de poeira, preso em um redemoinho gravitacional de braços espirais girando em torno do centro. Os enxames abertos contêm brilhantes estrelas azuis, pode ser visto ao longo destes polvilhado braços espirais, enquanto  trilhos escuras de poeira interestelar densa pode ser polvilhado entre eles. Menos visíveis, mas perceptibles, são milhares de milhões de tênues estrelas normais e grandes extensões de gás interestelar, que dominam a dinâmica da galaxia interior. Invisível são as quantidades aínfimas de matéria numa forma que ainda não sabemos,  penetrando a matéria escura teve que explicar os movimentos do visível na galaxia exterior. Fonte : http://www.oddee.com.br

Matéria escura poderia aquecer um planeta tornando-o habitável

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Segundo uma nova pesquisa, a matéria escura poderia tornar planetas normalmente hostis em habitáveis. Em áreas ricas em matéria escura, as partículas poderiam se acumular dentro de planetas que não tem estrela para aquecê-los, aquecendo-os o suficiente para manter água líquida em sua superfície. A matéria escura é literalmente obscura. A única coisa que os astrônomos sabem é que sua atração gravitacional pode ser detectada sobre a matéria normal, por um fator de 5 a 1. Teóricos calculam que a matéria escura pode ser gravitacionalmente capturada por planetas e estrelas. A matéria escura circunda as galáxias nos chamados halos. As partículas de matéria escura sentem a força da gravidade, e orbitam o centro de massa das galáxias. Muitos pesquisadores acreditam que a matéria escura é feita de partículas chamadas WIMPs, que interagem fracamente com a matéria normal, mas se aniquilam em contato umas com as outras, criando um jato de partículas energéticas. Tal aniquilação poderia produzir c

Está Chovendo em Titã

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                                  Créditos da Ilustração e Direitos do Autor: David A. (AstroArt) Hardy Está chovendo em Titã. De fato, está chovendo metano no satélite Titã e isso não é uma brincadeira de 1 de Abril. A cena quase que familiar representada nessa visão artística da superfície da maior lua de Saturno mostrando uma paisagem erodida com um céu carregado de tempestade é provavelmente o que está se passando nesse longínquo mundo agora. Esse cenário é consistente com as tempestades sazonais que temporariamente escurecem a superfície de Titã ao longo da região equatorial da lua, como pôde ser observado pelos instrumentos a bordo da sonda Cassini da NASA. Claro que na congelante Titã, com a temperatura na superfície sendo em média igual a −180 graus Celsius, o ciclo de evaporação, a formação de nuvens e a chuva envolve o metano líquido ao invés da água. A formação de raios também é um fenômeno terrestre que possivelmente ocorre na espessa e rica em nitrogênio, atmosfera de Tit

Constelação de Virgem

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A constelação zodiacal de Virgem é denominada Virgo. A declinação gramatical utilizada para batizar as estrelas, neste caso, é Virginis. Uma constelação é um grupo de estrelas fixas que, ligadas por linhas imaginárias, formam também uma figura pertencente ao campo da imaginação, a que corresponde um nome especial. As vizinhas de Virgo, conforme as demarcações modernas, são Boötes, Coma Berenices, Leo, Crater, Corvus, Hydra, Libra e Serpens. Virgem é a constelação mais entretecida por lendas e histórias míticas. Ela foi uma das primeiras a receber uma denominação, e sempre foi representada pela imagem de uma donzela. Das suas estrelas há a destacar a α, Spica (também chamada Espiga), uma estrela azul esbranquiçada, intrinsecamente muito brilhante, a 280 anos-luz de nós. Se estivesse à distância que está Sírio (a mais luzidia dos nossos céus) seria umas noventa vezes mais brilhante! Aquilo que à vista desarmada parece ser uma só estrela, a γ, Porrima, é, na verdade, um par de estr

Remanescente de Supernova IC 443

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   Créditos & Copyright: Jean-Charles Cuillandre (CFHT), Hawaiian Starlight, CFHT Cerca de 8000 anos atrás, uma estrela em nossa galáxia explodiu. Seres humanos antigos devem ter notado que a supernova surgiu como uma estrela temporária, mas os humanos modernos podem ver o reservatório de expansão de gás até hoje. Na foto acima, parte da casca do IC 443 é visto como sendo composto de filamentos complexos, alguns dos quais estão impactando uma nuvem molecular existentes. Aqui emissão de choque animado hidrogênio molecular está permitindo que os astrônomos estudem o quão rápido o gás da supernova se movimento  e afeta a formação das estrelas nas nuvens. Adicionalmente, os astrônomos acreditam que o impacto acelera algumas partículas a velocidades próximas à da luz. Remanescente de supernova IC 443 é também conhecida a brilhar intensamente também em luz infravermelha e raios-X. Fonte: http://apod.nasa.gov  

Chegada da primavera proporcionará belas vistas de Mercúrio e Júpiter ao por do sol no hemisfério norte

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Em sua orbita mais distante do Sol eles aparecem no céu de nosso planeta, Mercúrio vai aparecer bastante neste mês como a aproximação da primavera no hemisfério norte Quando a tonalidade quente do sol começa a desvanecer-se ao por do sol, dois faróis celestes brilham do crepúsculo até a noite, Mercúrio e Júpiter. Em sua orbita mais distante do Sol eles aparecem no céu de nosso planeta, Mercúrio vai aparecer bastante neste mês com a aproximação da primavera no hemisfério norte, onde o plano da eclíptica faz um ângulo com o horizonte ocidental. Mas Júpiter continuará afundando cada vez mais no céu depois do por do sol. Na verdade, o rápido mercúrio brilha normalmente bem acima de Júpiter no céu sereno como desta imagem. Capturados no início desta semana na ilha de de Frösön no norte da Suécia, a cena olha através do lago Storsjön em direção à aldeia de Hallen e montanhas distantes. É claro que mesmo as melhores vistas de Mercúrio agora podem ser obtidas pela sonda MESSENGER, agora em órb

Universo: a Cruz de Einstein e a curvatura do espaço-tempo

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Típica lente gravitacional mostra a luz de um poderoso quasar posicionado atrás da galáxia. Sem a curvatura do espaço-tempo não seria possível ver o objeto. Créditos: Nasa/Hubble Science/Apod/Royal Astronomical Society/Apolo11.com. Quando se fala em miragem, quase sempre nos vem à mente aquelas paisagens do deserto ou das estradas, onde uma falsa imagem é criada pelo desvio da luz refletida na areia ou asfalto quente. No Universo essas miragens também acontecem, mas são provocadas por motivos bem diferentes. A imagem acima é um exemplo típico de um desses fenômenos, chamado de Cruz de Einstein. A cena, captada pelo telescópio espacial Hubble mostra uma distante galáxia envolta por quatro pontos centrais que parecem ser o seu núcleo. Parece, mas não é. O que se vê na imagem é na realidade a luz proveniente de um distante e poderoso objeto, que ao passar pelo intenso campo gravitacional da galáxia é dividida em quatro feixes, em um mecanismo conhecido como "lente gravitacional&q

Apresentadas Novas Imagens de Mercúrio Feitas Pela MESSENGER: É Só O Começo da Missão

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Compartilhando apenas algumas das mais de 1500 imagens feitas pela sonda MESSENGER agora de um ponto orbital vantajoso e bem diferente do ponto de onde foram feitas as anteriores, quando a sonda não estava em órbita, mas apenas sobrevoava o planeta, os cientistas estão muito animados e é compreensível essa animação, com os dados que eles receberam da sonda. “Todos os instrumentos estão trabalhando muito bem e retornando os dados esperados”, disse o principal pesquisador da MESSENGER, Sean Solomon. Leia a matéria completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=9907 Créditos: http://cienctec.com.br

A Sonda MESSENGER em Mercúrio

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  No dia 17 de Março de 2011, a sonda MESSENGER se tornou a primeira sonda construída pelo homem a entrar na órbita de Mercúrio, o planeta mais interno do Sistema Solar. A imagem acima é a primeira imagem colorida processada desde que a sonda entrou na órbita do planeta. Maior, mais denso e com quase o dobro da gravidade superficial encontrada na Lua, Mercúrio ainda se parece com a Lua na primeira vez em que é observado. Mas nessa imagem seu terreno mostra áreas em azul claro e marrom próximas às crateras e longos e brilhantes raios de material riscando a superfície. A brilhante cratera raiada proeminente na imagem é a Cratera Debussy na parte superior a direita, essa cratera tem 80 km de diâmetro. O terreno que aparece em direção a parte inferior dessa histórica imagem se estende para o polo sul de Mercúrio e apresenta uma região nunca antes fotografada ou imageada por sondas enviadas ao planeta. Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap110331.html

Europeus fornecem a mais exata imagem da gravidade na Terra

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                 Modelo da gravidade na Terra fornecerá dados oceanográficos e da estrutura interna do planeta Dados enviados por satélite à ESA (Agência Espacial Europeia), durante dois anos, possibilitaram o estudo preciso da gravidade do planeta Terra de uma forma inédita. Os cientistas agora detêm um dos mais exatos modelos geoide (forma mais aproximada do nosso planeta, visto que ele não é totalmente redondo) do lugar onde vivemos. A imagem foi divulgada nesta quarta-feira durante uma conferência em Munique (Alemanha). O geoide é uma superfície projetada da Terra e nesta apresentada pela ESA se considerou sua gravidade sem a ação de marés e correntes oceânicas. O modelo serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança do nível do mar e a dinâmica do gelo, o que pode abrir precedente para entender com maior profundidade as mudanças climáticas. Além desses dados oceanográficos, também servirá para o estudo da estrutura interna do planeta --como os proce

O que são Magnetares

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                                   Imagem do Spitzer Space Telescope do Magnetar SGR 1900+14 Magnetares são estrelas de nêutrons com campos magnéticos que são cerca de um quatrilhão de vezes maior do que o campo magnético da Terra e emitem raios X e raios Gama. Acredita-se que esses impressionantes campos magnéticos são produzidos quando uma estrela de nêutrons de rotação extremamente rápida é formada pelo colapso do núcleo de uma estrela massiva.  Quando uma estrela de nêutrons se forma, ela desencadeia uma explosão de supernova que expele as camadas exteriores da estrela em altas velocidades. A alta taxa de rotação da estrela de nêutrons intensifica o campo magnético já super forte para níveis de magnetar. Quando as forças magnéticas ficam fortes o suficiente, eles podem causar starquakes na superfície da estrela de nêutrons que produzem poderosas explosões de raios-X chamado flashes de raios-X.  Esses eventos podem representar um tipo intermediário de explosão de supernova – mais e

Isaac Newton

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Sir Isaac Newton nasceu em Londres, no ano de 1643, e viveu até o ano de 1727. Cientista, químico, físico, mecânico e matemático, trabalhou junto com Leibniz na elaboração do cálculo infinitesimal. Durante sua trajetória, ele descobriu várias leis da física, entre elas, a lei da gravidade. Vida e realizações Este cientista inglês, que foi um dos principais precursores do Iluminismo, criou o binômio de Newton, e, fez ainda, outras descobertas importantes para a ciência. Quatro de suas principais descobertas foram realizadas em sua casa, isto ocorreu no ano de 1665, período em que a Universidade de Cambridge foi obrigada a fechar suas portas por causa da peste que se alastrava por toda a Europa. Na fazenda onde morava, o jovem e brilhante estudante realizou descobertas que mudaram o rumo da ciência: o teorema binomial, o cálculo, a lei da gravitação e a natureza das cores.  Dentre muitas de suas realizações escreveu e publicou obras que contribuíram significativamente com a ma

Nascimento Estelar II: O Gatilho do Nascimento

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No modelo padrão, o núcleo está em equilíbrio entre a gravidade e a pressão externa por um lado e pela pressão térmica interna por outro. Leia a matéria completa em: http://astropt.org/blog/2011/03/30/nascimento-estelar-ii-o-gatilho-do-nascimento/ Créditos: http://astropt.org/blog/

O que é uma Anã Marrom?

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Para entender o que é uma anã marrom, é preciso entender a diferença entre uma estrela e um planeta. Não é fácil diferenciar uma estrela de um planeta quando se olha para o céu. No entanto, os dois tipos de objetos são muito diferentes para um astrônomo com um telescópio ou espectroscópio. Os planetas brilham por luz refletida, as estrelas brilham por produzir sua própria luz. Então, o que faz com que alguns objetos brilhem por conta própria e outros objetos apenas reflitam a luz de algum outro corpo celeste? Essa é a diferença importante a entender – e isso nos permitirá compreender as anãs marrons também. Como uma estrela se forma de uma nuvem de contratação de gás, a temperatura no seu centro se torna tão grande que o hidrogênio começa a se fundir em hélio, liberando uma enorme quantidade de energia que faz com que a estrela comece a brilhar por si mesma. Um planeta se forma a partir de partículas de poeira que sobraram da formação de uma estrela.Estas partículas colidem e se unem,

Cratera Gassendi: Um Gigantesco Exemplo de Cratera do Tipo Casco de Tartaruga na Lua

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Essa é a Cratera Gassendi localizada na borda do Mare Humorum como foi fotografada pela sonda LRO. Leia a matéria completa em: http://cienctec.com.br/wordpress/?p=9888 Créditos: http://www.cienctec.com.br/

Sonda Kepler permite a astrônomos saber mais sobre estrelas vermelhas

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Equipamento da Nasa é usado para detectar pequenas variações de brilho. Estudos podem ajudar a compreender como o Sol vai se extinguir. Dados da sonda Kepler - lançada ao espaço pela agência espacial norte-americana (Nasa) em 2009 para procurar por planetas fora do Sistema Solar – permitiram a astrônomos classificar estrelas gigantes vermelhas em duas categorias e conhecer mais sobre a natureza desses astros. As gigantes vermelhas representam o envelhecimento de estrelas parecidas com o Sol. Após consumirem todo o hidrogênio presente no seus centros para produzir energia, esses astros passam a utilizar as camadas externas como fontes de combustível. Região entre as constelações de Cisne e Lira monitorada pela sonda Kepler, da agência espacial dos EUA (Foto: Ames / JPL-Caltech / Nasa) A estrela então passa a tentar consumir o hidrogênio das camadas mais externas até que todo o suprimento acabe. Sem átomos de hidrogênio para usar, em uma segunda fase, a estrela começa a “que

Astrônomos identificam nova família de asteroides

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O físico e astrônomo Valerio Carruba , professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Guaratinguetá, identificou os 92 corpos celestes que compõem a família de asteroides Tina. O trabalho foi realizado em parceria com o italiano Alessandro Morbidelli, do Observatório de Côte d'Azur, em Nice, na França. Por meio de simulações, os cientistas obtiveram uma estimativa de idade de 170 milhões de anos para esse grupo de corpos celestes. A ressonância circular linear v6, onde está a família de Tina, é uma das mais desestabilizadoras do Sistema Solar. Ela lança corpos celestes em direção à órbita de Marte.[Imagem: NASA/JPL-Caltech] Família de asteroides Uma família de asteroides é um grupo de corpos que dividem uma origem comum na explosão de seus progenitores. O conjunto recebe o nome do asteroide com identificação numérica menor, nesse caso, o 1222 Tina, descoberto em 1932 pelo astrônomo belga Eugène Delporte (1882-1955). A família de Tina está localizada em um ponto do Siste

O Quasar Mais Brilhante do Universo Observável

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No centro dessa galáxia espiral barrada esconde-se o quasar conhecido como QSO 1229+204 - um objeto mais brilhante do que qualquer outro no universo conhecido. O distante quasar aparece tão brilhante que os astrônomos tem usado o alto poder de resolução do Telescópio Espacial Hubble apenas para observar a galáxia hospedeira que os astrônomos descobriram está em processo de colisão com uma galáxia anã, que possivelmente fornece combustível para um buraco negro supermassivo, fazendo com que o QSO 1229+204 brilhe de forma tão intensa. Créditos: http://www.cienctec.com.br (Dailygalaxy.com)

NGC 5548: e a Expansão do Universo

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Créditos: NASA, ESA, A. Riess (STScI/JHU), L. Macri (Texas A & M Univ.) et al., Hubble Heritage (STScI/AURA) A grande e bela NGC 5548 tem mais de 50000 anos-luz de comprimento e está localizada a 72 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Virgo. Os braços espirais, que parecem ao vento, dessa maravilhosa ilha do universo estão carregados com luminosos aglomerados estelares jovens e linhas de poeira escura. Para os astrônomos na Terra, a NGC 5548 não é somente mais uma bela galáxia que se apresenta de frente para nós. Lar de aproximadamente 250 estrelas variáveis Cefeidas e de uma recente explosão de supernova do Tipo Ia, objetos fundamentais para as determinações de distâncias astronômicas, a NGC 5548 é uma das 8 galáxias usados em um novo estudo que inclui observações adicionais feitas pelo Telescópio Espacial Hubble com o objetivo de melhorar a medida da Constante de Hubble – medida essa que mede a taxa de expansão do universo. Os resultados do estudo dão

Nascimento Estelar I: As Principais Questões

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Duas forças entram em jogo no mecanismo de formação das estrelas: a gravidade e a pressão. No nascimento duma estrela a gravidade vence a pressão. Se o núcleo da núvem é fria e densa o suficiente a força da gravidade supera a força oposta, da pressão do gás. Leia a matéria completa em: http://astropt.org/blog/2011/03/23/nascimento-estelar-i-as-principais-questoes/ Créditos: http://astropt.org/blog/

O Brilho Rosa Avermelhado da Formação Estelar

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Esta imagem do aglomerado de estrelas e ao redor da nebulosa NGC 371 foi feita com o instrumento instrumento FORS1 no Very Large Telescope do ESO, no Observatório de Paranal, no Chile. NGC 371 reside na Pequena Nuvem de Magalhães, uma das galáxias mais próximas à Via Láctea. A nuvem de cor rosa avermelhada que se vê nesta nova imagem do Very Large Telescope do ESO é uma região de hidrogénio brilhante que circunda o enxame estelar NGC 371. Esta maternidade estelar situa-se na nossa galáxia vizinha, a Pequena Nuvem de Magalhães. O objeto que domina esta imagem pode parecer uma piscina de sangue derramado, no entanto em vez se estarem associadas a morte, tais regiões de hidrogénio ionizado - conhecidas como regiões HII - são locais de criação com taxas elevadas de formação estelar recente. NGC 371, enxame aberto rodeado por uma nebulosa, é um exemplo disso mesmo. Todas as estrelas dum enxame aberto têm origem numa mesma região HII difusa, e ao longo do tempo a maior parte do hidrogénio é

Sonda envia primeira foto da superfície de Mercúrio

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                 Pela primeira vez, uma sonda que orbita Mercúrio envia imagens da superfície do planeta rochoso                Créditos: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Instituição Carnegie de Washington A sonda Messenger, que está na órbita de Mercúrio, enviou as primeiras tomadas da superfície do planeta para a Nasa (agência espacial americana). Depois de tirar a primeira foto, divulgada na terça-feira, a Messenger trabalharia seis horas consecutivas para captar mais de 360 imagens. A missão é inédita, pois esta é a primeira vez que uma nave entra na órbita de Mercúrio, depois de seis anos vagando no espaço. Antes, apenas houve um sobrevoo em 1970 pela Mariner10. Se tudo ocorrer bem, a Messenger deve ficar junto a Mercúrio durante um ano. A cratera cheia de raios que domina a imagem na sua porção superior é a Debussy. A cratera menor, a a Matabei com seus raios negros incomuns, é observada a oeste da Debussy. A porção inferior da imagem está próxima d

Serpens

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  Serpens (Ser), a Serpente, é uma constelação do equador celeste. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Serpentis. A constelação tem a peculiaridade de ser dividida em duas partes, separadas pelo Serpentário: Serpens Caput e Serpens Cauda. A Cabeça da Serpente fica predominantemente no hemisfério celestial norte, e faz fronteira com Hercules, Corona Borealis, Boötes, Virgo e Libra. A Cauda, mais ao Sul, tem por vizinhas Aquila, Sagittarius e Scutum. Mitologia Serpente é a cobra sendo capturada pelo Serpentário, e assim essas duas constelações estão diretamente ligadas. Originalmente, formavam uma única constelação posteriormente separadas. Talvez o fato do Serpentário dividir ao meio a Serpente (em cabeça e cauda) tenha relação ao mito envolvendo as duas constelações: o deus-patrono da medicina, Esculápio, ao morrer fulminado por um raio de Zeus, fora imortalizado pelo próprio nas estrelas em reconhecimento por suas habilidades. Seu nome significa "corta

NGC 1345: Ilhas de Estrelas em Um Rio

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A galáxia espiral NGC 1345 e seus braços perdidos e comprimidos dominam essa rica imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble das agências NASA e ESA. Ela é membro do Aglomerado de Galáxias Eridanus – um grupo de aproximadamente 70 galáxias que localiza-se a aproximadamente 85 milhões de anos-luz de distância da Terra na constelação de Eridanus (o Rio). Essa região do céu é bem populada com galáxias brilhantes, sendo que o Aglomerado de Galáxias Formax também localiza-se ali perto na esfera celeste, embora os dois aglomerados estejam na verdade separados por aproximadamente 20 milhões de anos-luz de distância. Coletivamente, eles são conhecidos como Superaglomerado Formax ou Superaglomerado do Sul. John Herschel descobriu a NGC 1345 em 1835 desde a África do sul. Ele a descreveu como pequena e muito apagada e ainda muito distante para ser observada em detalhe mesmo com grandes telescópios amadores, onde ela aparece pequena e difusa. Separada da galáxia principal que domina a imagem,

Após 1 ano de 'hibernação', Nasa começa a desistir do veículo Spirit

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Comunicação com jipe em Marte não é eficiente desde março de 2010. Jipe não conseguiu virar painéis solares em direção ao sol antes do inverno. Ilustração do jipe Spirit, usado para reconhecimento do solo marciano desde 2004 (Crédito: Nasa) Após mais de hibernação do veículo Spirit - atualmente na superfície de Marte -, a agência espacial norte-americana (Nasa) começa a desistir do jipe usado para missões de reconhecimento do planeta. A última comunicação do Spirit aconteceu em 22 de março de 2010. O Spirit não conseguiu voltar seus painéis solares em direção ao sol antes do início do inverno marciano. Atualmente, ele está "atolado" no solo do planeta, sem se movimentar. Foto da superfície marciana tirada pelo jipe-robô Spirit (Foto: Nasa / via AP Photo) Segundo a Nasa, várias tentativas de contato foram feitas durante os 12 últimos meses. Uma das últimas esperanças da agência espacial era a chegada do período com mais sol na região onde o veículo se encontra, mas este in

Maior Cratera do Sistema Solar

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                                        Marte fotografado pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter/ Crédito: Nasa/JPL Dados do terreno marciano fornecidos pelas sondas norte-americanas Mars Reconnaissance Orbiter e Mars Global Surveyor (MRO e MGS) em 2008 revelaram aos cientistas espaciais aquela que pode ser a maior cratera existente no sistema solar. Os estudos foram possíveis devido às sondagens topográficas e gravitacionais dos hemisférios norte e sul do Planeta Vermelho e podem solucionar um dos maiores mistérios que ainda existem no Sistema Solar: Por que Marte tem dois tipos tão diferentes de solo nos dois hemisférios? Esse mistério tem deixado perplexos os cientistas desde que as primeiras imagens do planeta começaram a ser feitas pelas sondas espaciais na década de 1970. A principal hipótese, proposta em 1984 seria a possibilidade da ocorrência de um colossal impacto ocorrido há milhões de anos. A teoria não ganhou muitos adeptos já que as formas das bacias não parecem se enqu

Os Sóis e Planetas da Sonda Kepler

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Usando a prolífica sonda caçadora de planetas, Kepler, os astrônomos têm descoberto 1235 planetas candidatos orbitando outros sóis desde que a missão de pesquisa da Kepler em busca de um planeta parecido com a Terra começou em 2009. Para encontrá-lo, a sonda Kepler monitora um rico campo estelar com a finalidade de identificar trânsitos planetários através da pequena diminuição do brilho da estrela causado pela passagem do planeta em sua frente. Nessa impressionante ilustração, todos os candidatos a planeta identificados pela sonda Kepler são mostrados em trânsito com suas estrelas ordenados por tamanho do topo para base e da esquerda para a direita. As estrelas e as silhuetas dos planetas que as estão transitando são mostrados na mesma escala relativa com a cor da estrela saturada. Claro, algumas estrelas mostram mais de um planeta em trânsito, mas para isso você tem que examinar a ilustração em alta resolução  para poder identificá-los. Para se ter uma referência, o Sol é mostrado n