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Uma galáxia aparentemente velha num Universo jovem

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Esta imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA mostra o rico enxame de galáxias Abell 1689. A enorme concentração de massa faz curvar a radiação emitida por objetos mais distantes, podendo aumentar o seu brilho total aparente e tornando-os visíveis. Um tal objeto, A1689-zD1, encontra-se no interior do quadrado, embora continue a ser tão ténue que é quase invisível nesta imagem.  Novas observações obtidas com o ALMA e o VLT do ESO revelaram que este objeto é uma galáxia poeirenta que está a ser observada quando o Universo tinha apenas 700 milhões de anos.  Crédito: NASA; ESA; L. Bradley (Universidade Johns Hopkins); R. Bouwens (University da Califórnia, Santa Cruz); H. Ford (Universidade Johns Hopkins) e G. Illingworth (University da California, Santa Cruz) Uma das galáxias mais distantes observada até hoje deu aos astrónomos a primeira deteção de poeira num sistema com formação estelar muito longínquo, o que aponta para uma rápida evolução das galáxias depois

Confira alguns fatos e curiosidades sobre o Sol, o nosso Astro-Rei

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A nossa vida, e de todos os seres vivos do mundo (e quem sabe de outro planeta), depende do Sol. O nosso Astro-Rei fornece a luz e o calor necessários para que as vegetações possam germinar e crescer, o que nos proporciona oxigênio e fonte de alimentos para os humanos e animais. É a luz do Sol também que guia o nosso relógio biológico, que ativa a vitamina D necessária para a nossa saúde, além de tantas outras funções que tornam possíveis a vida das pessoas, dos animais, das plantas e de micro-organismos. Sua importância é tão imensa e essencial que ao longo da história humana o Sol foi adorado como o Deus primordial de vários povos. Dimensões e intensidade  O Sol é puro calor e energia em altíssimas escalas. Ele reina absoluto como o maior objeto do nosso sistema. De acordo com dados do Space.com , o astro detém 99,8% da massa do Sistema Solar, sendo essa 332.900 vezes maior que a da Terra. Para ter uma ideia da sua dimensão, se o Sol fosse oco, ele poderia ser preenchido

Sonda DAWN se aproxima-se de encontro de momento histórico com planeta anão

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A sonda Dawn da NASA mandou para a Terra novas imagens que foram registradas durante sua aproximação que antecede a histórica entrada na órbita do planeta anão Ceres. A sonda Dawn será a primeira missão a visitar um planeta anão, quando entrar na órbita de Ceres, no dia 6 de Março de 2015. Ceres gira nesta animação acelerada de imagens capturadas pela missão Dawn durante a sua aproximação ao planeta anão. As imagens foram obtidas no dia 19 de Fevereiro, a uma distância de quase 46.000 quilómetros. Dawn observou Ceres durante uma rotação completa, que dura cerca de nove horas. As imagens têm uma resolução de 4 km por pixel. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA “ A Dawn está muito perto de fazer história”, disse Robert Mase, gerente de projeto para a missão Dawn no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena na Califórnia. “Nossa equipe está pronta para encontrar finalmente o que Ceres tem guardado para nós. Imagens recentes mostram numerosas crateras e pontos

DESVENDADO MISTÉRIO COM MAIS DE MEIO SÉCULO NA ATMOSFERA DE VÉNUS

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Vénus no ultravioleta. Imagem obtida em 1973 pela sonda Mariner 10. Crédito: Mariner 10, NASA Pela primeira vez em mais de 50 anos, uma equipe internacional, da qual fazem parte os investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA1) Pedro Machado e David Luz, desvendou o mistério da nuvem “Y” de Vénus, descrevendo o mecanismo que a suporta e reproduzindo, de forma inédita, a sua evolução temporal. O planeta Vénus está coberto por uma densa camada de nuvens sem quaisquer características distintivas. Porém, quando observado no ultravioleta, apresenta estruturas escuras impressionantes. A origem da maior destas estruturas, que cobre quase todo o disco do planeta e tem a forma de "Y", tem sido um mistério desde a sua descoberta há mais de cinco décadas. No início, os astrónomos pensavam que o Y era apenas um aglomerado de nuvens arrastadas pelo vento, mas em 1973, os dados da missão Mariner 10 (NASA) revelaram que a estrutura não só se propaga como

O verdadeiro buraco negro de Interestellar é muito mais confuso, dizem especialistas

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Até mesmo os buracos negros usam maquiagem em Hollywood. O  Filme de sucesso do ano passado  Interstellar,  usou-se equações científicas reais para descrever  o que acontece quando uma equipe de aventureiros do espaço ficam perto de um buraco negro supermassivo .  Agora, um documento conjunto publicado na revista  Classical and Quantum Gravity com a  equipe de efeitos visuais do filme e o consultor científico revelam que o verdadeiro buraco negro foi considerado muito confuso para o público, e alguns dados científicos tiveram que ser reduzidos. A premissa de Interestellar foi concebida pelo físico  Kip Thorne , do Instituto de Tecnologia da Califórnia, que queria fazer um filme realista sobre buracos negros.  Ele se reuniu com o diretor e co-roteirista Christopher Nolan, e também com o estúdio de efeitos visuais Double Negative  em Londes,  para criar buraco negro do filme: Gargantua. "A princípio, eu gostaria apenas de fazer-lhe uma simples pergunta e, depois, uma

O New Technology Telescope do ESO volta a observar a NGC 6300

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Esta imagem mostra o centro brilhante e braços em turbilhão da galáxia espiral NGC 6300. Ela situa-se numa região estrelada do céu na constelação austral do Altar, que contém uma variedade de intrigantes objetos do  céu profundo . NGC 6300 apresenta belos braços espirais ligados a uma  barra  reta que passa pelo meio da galáxia. Embora possa parecer uma galáxia espiral normal em imagens no visível como esta, este objeto é efetivamente uma  galáxia do tipo Seyfert 2 . Estas galáxias possuem centros excepcionalmente luminosos que emitem radiação muito energética, o que significa que são frequentemente muito brilhantes nas regiões do espectro de ambos os lados do visível. Acredita-se que NGC 6300 tenha um buraco negro massivo no seu centro, com cerca de 300 000 vezes a massa do Sol. Este buraco negro emite radiação de alta energia nos raios X à medida que “se alimenta” de material que está caindo em seu interior. Esta imagem de NGC 6300 foi obtida com o instrumento EFOSC2 (ESO

Ponto brilhante em Ceres tem companheiros mais apagados

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Esta imagem do planeta anão Ceres foi capturada pela sonda Dawn da NASA no dia 19 de Fevereiro a uma distância de 46.000 quilómetros. Mostra que a mancha mais brilhante de Ceres tem uma companheira mais ténue, que aparentemente está situada na mesma bacia. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA O planeta anão Ceres continua a intrigar os cientistas à medida que a sonda Dawn da NASA se aproxima para ser capturada e entrar na órbita ao redor do objeto. As últimas imagens feitas pela Dawn, foram obtidas a cerca de 46000 quilômetros de Ceres, e revelaram que um ponto brilhante que havia se destacado em imagens prévias localiza-se próximo a outra área brilhante. O ponto brilhante de Ceres pode agora ser visto como tendo um companheiro menos brilhantes, mas aparentemente na mesma bacia. Isso pode estar apontando para uma origem parecida com vulcânica dos pontos, mas nós teremos que esperar para imagens com melhor resolução para que possamos fazer melhores interpretações geológi