O vento solar comprime a magnetosfera de Júpiter, criando uma região quente que abrange metade da circunferência do planeta

Uma onda enorme de vento solar que esmagou a bolha protetora de Júpiter foi detectada pela primeira vez. Crédito: Unsplash/CC0 Public Domain Cientistas da Universidade de Reading descobriram um evento de vento solar de 2017 que atingiu Júpiter e comprimiu sua magnetosfera — uma bolha protetora criada pelo campo magnético de um planeta. Isso criou uma região quente abrangendo metade da circunferência de Júpiter e exibindo temperaturas excedendo 500° C — significativamente mais altas do que a típica temperatura atmosférica de fundo de 350° C. Um novo estudo publicado na Geophysical Research Letters descreve pela primeira vez uma explosão solar que os cientistas agora acreditam que atinge Júpiter 2 a 3 vezes por mês. Dr. James O'Donoghue, autor principal da pesquisa na Universidade de Reading, disse: "Nós nunca havíamos capturado a resposta de Júpiter ao vento solar antes — e a maneira como ele mudou a atmosfera do planeta foi muito inesperada. Esta é a primeira vez que vemos...