5 de abril de 2010

M 97 - Nebulosa do Mocho

Esta imagem da nebulosa planetária do Mocho (NGC 3587 ou M 97), situada a cerca de 2000 anos-luz de distância da Terra na constelação da Ursa Maior, permitiu aos seus autores apresentar o primeiro modelo capaz de explicar a sua complexa estrutura formada por três camadas concêntricas. Apesar do seu nome, as nebulosas planetárias nada têm a ver com planetas. O astrónomo William Herschel deu-lhes este nome enganador devido ao facto de elas se assemelharem a Úrano e Neptuno quando foram vistas pela primeira vez através do seu telescópio nos finais do séc. XVIII. Na realidade, as nebulosas planetárias são camadas de gás e poeira ejectadas por certas estrelas no final das suas vidas. O nosso próprio Sol terminará a sua vida sob a forma de uma nebulosa planetária daqui a cerca de 5 mil milhões de anos, altura em que terá gasto todo o hidrogénio que lhe permite radiar energia como estrela que é. 
Crédito: Karen Kwitter (Williams College), Ron Downes (STScI), 
You-Hua Chu (University of Illinois) & NOAO/AURA/NSF.
Telescópio: 0.6m Burrell Schmidt - Kitt Peak National Observatory, USA.

Fonte:portaldoastronomo.org

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