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Calmaria no Sol: manchas solares devem desaparecer em 2020

Sol deve atingir nível mais baixo de atividade do século
Cientistas afirmam que o Sol está indo em direção a um período de calmaria fora do comum. Eles acreditam que serão os níveis mais baixos de atividades solares do século e que perto de 2020, a as manchas solares podem desaparecer por décadas.
Mínima solar acontece aproximadamente a cada 11 anos quando poucas manchas solares aparecem no Sol.Foto: NASA/Goddard Space Flight Center
As previsões se referem especificamente ao ciclo solar que começa em 2020. Antes disto, está previsto o próximo período de pico de atividade solar, em 2013. Cientistas afirmam que o fato não é motivo de preocupação. Efeitos no campo magnético da Terra provocados pelo Sol são geralmente inofensivos, tendo como sinal mais óbvio de sua presença a aparição de auroras boreais, próximas dos Polos. No entanto, em casos extremos, podem provocar problemas de comunicação e nas transmissões de energia. Efeitos de um Sol calmo são normalmente bons, tendo como resultado menos interrupções em satélites e sistemas de energia. Três coisas ajudam a determinar quanto de energia das atividades do Sol é transferida para a magnetosfera da Terra por meio dos ventos solares: a velocidade do vento solar, a força do campo magnético fora da Terra (conhecida como campo magnético interplanetário) e para que direção ela está apontando. Um time que inclui Walter Gonzalez e Ezequiel Echer do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, examinou cada um destes componentes para chegar a tal conclusão. Desde 1611, o homem tem registrado as idas e vindas das manchas que aparecem no Sol. O número de manchas solares cresce e decresce em ciclos de aproximadamente onze anos. Mais mancha solar geralmente significa mais atividade e erupção solar. O número pode variar de ciclo para ciclo, e 2008 foi o ano em que o mínimo solar foi mais fraco e mais longo desde que a atividade solar é monitorada com instrumentos espaciais.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia

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